quinta-feira, 16 de julho de 2015

A CRISE NA GRÉCIA REVIVE A CRUELDADE ALEMÃ, AFINAL, 'ELES' CONTINUAM OS MESMOS?

Não se iludam,  essa mulher tem mais PODER sobre a EUROPA do que 10 Barack Obama

O planeta todo sabe, o grande carrasco da Grécia nessa complicada negociação, É MESMO O governo alemão, GOVERNO ESSE QUE,  SE HOJE É UMA DAS MAIS PODEROSAS ECONOMIAS DO PLANETA SE DEVE QUASE QUE TOTALMENTE AO CALOTE, que  deu no pós guerra, tanto na primeira como na segunda GRANDE GUERRA MUNDIAL, entretanto não parece que o nobres alemães aprenderam a lição, ou será que eles não se cansam de serem os eternos vilões da  recente historia UNIVERSAL HUMANA???

A SEGUIR UMA ENTREVISTA COM THOMAS PIKETTY para um jornal da Alemanha publicado por esses dias e logo em seguida um texto publicado hoje pelo WASHINGTON POST sobre o o tema: NO FINAL O LINK DO TEXTO ORIGINAL DE AMBOS. E obvio, cada um tira suas próprias conclusões, sobre os alemães, não sobre a irresponsável, -  mais recheada de HUMANOS  - GRÉCIA.

DIE ZEIT: Os alemães podemos ficar satisfeitos por até o governo francês estar alinhado ao dogma alemão pró-austeridade [não é "austeridade": é arrocho (NTs)]?


Thomas Piketty: Não. Absolutamente não. Não há razão nenhuma, nem para a França, nem para a Alemanha, e especialmente não há razão alguma para a Europa, ficarem 'satisfeitas'. Temo muito nesse momento que os conservadores, especialmente na Alemanha, estejam a um passo de destruir a Europa e a ideia europeia, e tudo isso por causa de uma chocante ignorância da história.

ZEIT: Mas nós, alemães, já nos reconciliamos com nossa história.

Piketty: Não. Não se reconciliaram com coisa alguma que tenha a ver com pagar dívidas. O passado da Alemanha, nesse quesito, deveria ser objeto de atento estudo dos alemães de hoje. Veja a história da dívida externa, por exemplo: houve um momento em que Grã-Bretanha, Alemanha e França estavam, esses três países, na situação em que a Grécia está hoje. Na verdade, estiveram muito mais endividados que a Grécia hoje. A primeira lição a extrair da história de dívidas governamentais é que esse problema absolutamente não é novo. Houve muitos modos para pagar dívidas, não um só. Isso é que Berlin e Paris deveriam estar dizendo aos gregos.

ZEIT: Mas... E não têm de pagar o que devem?!

Piketty: Meu livro reconta a história da renda e da riqueza, inclusive de nações. Quando estava trabalhando naquele livro, muito me chamou a atenção a evidência de que a Alemanha é, na verdade, o único bom exemplo de país que, em toda sua história, jamais pagou qualquer dívida nacional. Nem depois da 1a. e da 2a. Guerra Mundial. Mas muito frequentemente a Alemanha obrigou outras nações a pagarem, como depois da Guerra Franco-Prussiana de 1870, quando cobrou reparações massivas da França, e recebeu integralmente.

O estado francês padeceu ao longo de décadas, sob o peso dessa dívida. A história da dívida pública é cheia de ironias. Só muito raramente acompanha o que se entende por ordem e justiça.

ZEIT: Mas com certeza não se pode concluir daí que nada se poderia fazer, de melhor, hoje...

Piketty: Quando ouvi que os alemães dizem que mantêm posição de alta moralidade sobre dívidas e que entendem que dívidas têm de ser pagas, pensei: É piada! A Alemanha é o país que nunca pagou suas dívidas. Nunca. Alemanha não tem competência para dar lições de moral sobre pagar dívida externa.

ZEIT: O senhor está tentando apresentar como vencedores estados que não pagam o que devem?

Piketty: Pois a Alemanha é o melhor exemplo que há de, precisamente, isso de que você fala: estado vencedor que não paga o que deve. Mas, calma.

A história mostra que há duas vias para que um estado endividado saia da condição de delinquente. Uma foi demonstrada pelo Império Britânico no século 19, depois das dispendiosas guerras com Napoleão. É a via lenta, que agora está sendo recomendada à Grécia. O Império pagou o que devia mediante rígida disciplina orçamental. Funcionou, mas demorou tempo extremamente longo. Durante mais de 100 anos os britânicos cederam 2-3% de toda a economia deles para pagar as dívidas - mais do que gastaram com escolas e educação. Isso não tinha de acontecer, e não se pode deixar que aconteça hoje.

O segundo método é muito mais rápido. A Alemanha é prova disso no século 20. Essencialmente, há três componentes nesse método: inflação, um imposto especial sobre riqueza privada e alívio na dívida.

ZEIT: O senhor está dizendo que o Wirtschaftswunder ["milagre econômico"] alemão foi baseado no mesmo tipo de alívio na dívida que hoje negamos à Grécia?

Piketty: Exatamente. Depois que a guerra acabou, em 1945, a dívida alemã chegava a mais de 200% do PIB alemão. Dez anos depois, já restava pouco: a dívida pública já era inferior a 20% do PIB. Mais ou menos no mesmo tempo, a França conseguiu virada também muito semelhante, também ardilosa. Ninguém jamais teria conseguido redução tão inacreditavelmente rápida no montante da dívida, com essa 'disciplina fiscal' que hoje recomendamos à Grécia. Em vez de fazer o que aconselham que a Grécia faça, os nossos dois estados, Alemanha e França, empregaram esse segundo método, com os três componentes que mencionei, inclusive o alívio da dívida. Considere o Acordo da Dívida, de Londres, em 1953, pelo qual 60% da dívida externa da Alemanha foi cancelada e as dívidas internas foram restruturadas.

ZEIT: Aconteceu, porque o povo reconheceu que as altas reparações que estavam sendo cobradas da Alemanha depois da 1a. Guerra Mundial foram uma das causas da 2a. Guerra Mundial. Dessa vez o povo quis perdoar os pecados da Alemanha!

Piketty: Bobagem. Nada disso tem qualquer coisa a ver com limpidez moral. O que houve foi uma decisão política e econômica racional. Reconheceram, corretamente, que, depois de grandes crises, que tenham criado cargas gigantescas de dívidas, as pessoas são obrigada, em algum ponto da crise, a pensar sobre o futuro. Ninguém pode exigir que novas gerações paguem por décadas de erros acumulados dos próprios pais. Claro que os gregos cometeram erros gigantescos, não há dúvidas disso.

Até 2009, o governo em Atenas 'maquiou' seus livros contábeis. Mas nem por isso a jovem geração de gregos teria mais responsabilidade pelos erros dos que a precederam, que os jovens alemães, nos anos 1950s e 1960s. Todos temos de olhar à frente. A Europa foi criada sobre perdão de dívidas e investimento no futuro. Não foi criada sobre a ideia de padecimento infinito. É o que todos temos de ter em mente.

ZEIT: O fim da 2a. Guerra Mundial foi como a demolição de uma civilização. A Europa era um campo de morte. Hoje é diferente.

Piketty: É erro negar os paralelos históricos com o período do pós-guerra. Considere a crise financeira de 2008/2009. Não foi simples crise como qualquer outra: foi a maior crise financeira desde 1929. A comparação entre os dois momentos, portanto, é válida. E é também válida para a economia grega: entre 2009 e 2015, o PIB grego caiu 25%. São números comparáveis às recessões na Alemanha e na França, entre 1929 e 1935.

ZEIT: Muitos alemães creem que os gregos ainda não reconheceram os próprios erros e querem continuar a gastar sem qualquer moderação.

Piketty: Se o mundo tivesse dito a vocês, alemães, nos anos 1950s, que vocês ainda não tinham reconhecido os próprios erros e fracassos, vocês estariam até hoje pagando dívidas. Por sorte, o mundo foi mais inteligente.

ZEIT: O ministro das Finanças alemão, por outro lado, parece entender que a saída da Grécia, da Eurozona, pode acelerar a unidade dentro da Europa.

Piketty: Se começarmos a chutar países para fora, a crise de confiança na qual a Eurozona já se debate hoje só piorará. Os mercados financeiros imediatamente procurarão o país vizinho. Assim começaria um longo, esgotante período de agonia, a cujas garras estamos correndo o risco de sacrificar o modelo social europeu, a democracia, toda a civilização europeia, sacrificada no altar de uma política conservadora e irracional de arrocho.

ZEIT: O senhor acha que nós, alemães, não somos suficientemente generosos?

Piketty: Mas... que conversa é essa? O que você quer dizer com "generosos"? Hoje, a Alemanha está lucrando muito sobre os empréstimos prorrogados a taxas de juros comparativamente altas.

ZEIT: Que solução o senhor sugere para essa crise?

Piketty: Temos de organizar uma conferência sobre todas as dívidas da Europa - como foi feito depois da 2a. Guerra Mundial. Uma restruturação de toda a dívida, não só da Grécia, mas de vários países europeus, é inevitável. Mesmo agora, perdemos seis meses nas negociações absolutamente sem nenhuma transparência, com Atenas.

A noção que o Eurogrupo cultiva, de que a Grécia alcançará 4% do PIB como superávit no orçamento e pagará suas dívidas dentro de  30-40 anos ainda está sobre a mesa. Supostamente, haverá superávit de 1% em 2015, depois 2% em 2016, e 3,5% em 2017.

Tudo isso é completamente ridículo! Jamais acontecerá. E continuamos a adiar o debate necessário, até o dia de são-nunca.

ZEIT: E o que pode acontecer depois de grandes cortes na dívida?

Piketty: Terá de haver uma nova instituição europeia, para determinar o máximo de déficit admissível no orçamento, para impedir que a dívida volte a crescer. Por exemplo, poderia ser uma Comissão do Parlamento Europeu, formada de deputados eleitos nos Parlamentos nacionais. Os parlamentos devem poder tomar decisões orçamentárias.

É grave e caríssimo erro minar a economia europeia - que é o que a Alemanha está fazendo hoje, ao insistir que outros estados permaneçam na miséria, oprimidos por mecanismos pelos quais só Berlim se fortalece.

ZEIT: O seu presidente, François Hollande, deixou recentemente de criticar o pacto fiscal.

Piketty: É coisa que não melhora nada. Se, nos anos passados, as decisões na Europa tivessem sido tomadas por meios mais democráticos, a atual política de arrocho na Europa seria menos rígida.

ZEIT: Mas nenhum partido político francês está envolvido nessa discussão. Na França, a soberania nacional é coisa santificada.

Piketty: É verdade. Há muito mais gente na Alemanha dedicada a pensar em meios para restabelecer a democracia europeia, na comparação com a França e seus incontáveis crentes da religião da soberania. E mais: nosso presidente apresenta-se como prisioneiro do referendum de 2005 sobre uma Constituição Europeia, que fracassou na França. François Hollande não compreende que muita coisa mudou por causa da crise financeira. Todos temos de superar nosso egoísmo nacional.

ZEIT: Que tipo de egoísmo nacional o senhor vê na Alemanha?

Piketty: Em minha opinião, a Alemanha foi grandemente modelada pela reunificação. Temeu-se durante muito tempo que levasse a estagnação econômica. Mas afinal a reunificação foi grande sucesso, graças a uma rede de segurança social funcional e a um setor industrial intacto. Enquanto isso, a Alemanha passou a orgulhar-se tanto do próprio sucesso, que agora dá lições de moral a outros países. Há certo infantilismo nessa atitude. Claro que compreendo o quanto uma reunificação bem-sucedida acrescentou à história pessoal da chanceler Angela Merkel. Mas agora a Alemanha tem de repensar as coisas. Ou repensa, ou a posição da Alemanha na crise da dívida passará a criar grave perigo para toda a Europa.

ZEIT: Que conselho o senhor teria para a chanceler?

Piketty: Os que hoje tentam expulsar a Grécia para fora da Eurozona acabarão na lata de lixo da História. Se a chanceler tem interesse em garantir para ela melhor lugar nos livros de História, como [Helmut] Kohl, durante a reunificação, nesse caso cabe a ela forjar uma solução para a crise grega, incluindo uma conferência para discutir a dívida, a partir da qual poderemos começar de posição mais limpa, mais clara. Mas com disciplina fiscal renovada, muito mais respeitável.*****
6/7/2015, Zero Hedge (trad. ao ing. de Gavin Schalliol, do alemão de Die ZEIT) [excluídos os comentários do blog])

Por Anthony Faiola e Stephanie Kirchner


A Alemanha dividida surgiu das cinzas da derrota nazista na Segunda Guerra Mundial, resistindo a Guerra Fria para se transformar em um dos mocinhos. Alemanha Modern rapidamente moldado-se no porta-estandarte do pacifismo global, um viveiro de cultura juvenil eo Lorax-árvore que abraça das nações na luta contra as alterações climáticas.

Mas, assim mesmo, a imagem do "cruel alemão" está de volta.

Alemanha - mais especificamente, sua chanceler, Angela Merkel - tem enfrentado anos de escárnio para a condução de um negócio duro com financeiramente quebrado Grécia, que recebeu bilhões de dólares em resgates desde 2010. Mas, para a Alemanha ea Merkel, as concessões extraídas esta semana para abrir fresco negociações de resgate com Atenas parecem ter atingido um nervo global. Ao insistir em anos mais difíceis de cortes e fazendo outras exigências que os críticos têm faturado como humilhante, Berlim está acabando com décadas de goodwill duramente conquistada.


Na sequência do acordo com a Grécia, a #Boycottgermany hashtag - convidando os usuários a não comprar produtos alemães - começou tendências no Twitter. Fazendo referência a Hannibal Lecter, o canibal de "O Silêncio dos Inocentes", alguns estão compartilhando caricaturas retratando Merkel como uma UE-comer "Angela Lecter." A banda desenhada retratando Wolfgang Schäuble - ministro das Finanças ainda mais difícil,-line de Merkel - como um faca- empunhando assassino do grupo militante Estado Islâmico foi viral.

[ Por que a Grécia ea Alemanha simplesmente não se dão bem, em 15 cartas]

A Alemanha foi uma das mais de uma dúzia de nações que insistiam em um negócio duro com a Grécia. Mas jornal britânico Daily Mail destacou a Alemanha, dizendo que a Grécia havia se rendido à austeridade "com uma arma alemã em sua cabeça."

Nos Estados Unidos, New York Times Paul Krugman observou esta semana o correio do ódio que ele tinha recebido da Alemanha por ter criticado repetidamente a sua linha dura em reformas fiscais. ". Os perigos de demonizar um povo" Os alemães, escreveu ele, havia sugerido que, como judeu, ele deve saber Para isso, Krugman respondeu com sarcasmo: "Porque criticar ideologia econômica de uma nação é como declarar seu povo subumanas".

Na Grécia, os que apoiavam ativamente o negócio de austeridade estão a ser vaiado por seus compatriotas como "colaboradores nazistas." Outra imagem fazendo as rondas em mídias sociais mostra uma versão adulterada da bandeira da União Europeia, o seu círculo de estrelas do ouro contra um fundo azul reformulado em uma suástica.

Diário francês Le Figaro declarou que "as condições foram impostas a um pequeno Estado-Membro que teria braços anteriormente necessária." Em um comentário que zombou de "meio sorriso" de Merkel depois que o acordo foi alcançado, o jornal britânico The Guardian argumentou que ao invés de ser cruel para ser gentil, os termos do resgate eram simplesmente "cruel para ser cruel."

Em sua edição online, mesmo própria revista alemã Der Spiegel denunciou as demandas levaram-Berlim como "o catálogo de crueldades."


[ Alemanha tem cumprido as suas dívidas, também ]

Por Anthony Faiola e Stephanie Kirchner

Em um país que pode ser altamente sensível sobre seu passado brutal, alguns alemães estão fora de si. Na sexta-feira, o parlamento alemão está definido para votar sobre se a verde-luz as negociações de resgate com a Grécia sob as novas condições onerosas. Espera-se para votar sim. Em qualquer caso, argumentam alguns, o dano a imagem da Alemanha para que foi feito.

"Merkel, Schäuble e [vice-chanceler Sigmar] Gabriel em dois dias e meio queimado a confiança que tinha sido construído ao longo de 25 anos", Reinhard Bütikofer, um político alemão do Partido Verde progressiva, declarou durante uma explosão emocional na televisão local. "O cruel, ditatorial e feio Alemanha novamente tem uma cara, e isso é Schäuble."

Ele terminou dizendo: "Estou chateado, como você pode ver, muito chateado."

Mas grande parte da nação parece estar a tomar a última rodada de Alemão-contusão no tranco.

De fato, muitos aqui vê-lo como simplesmente mais uma prova de que não importa o que eles fazem, a deles é sempre vai ser o país que os outros adoram odiar. Este é um país onde as regras não serão quebradas , onde os pedestres esperar por um sinal verde em intersecções vazias antes de atravessar. E essa é a maneira que os alemães gostem.

Essa mentalidade, muitos aqui insistir, ajudou a reconstruir a Alemanha em uma economia eficiente, competitiva e moderna que é a inveja de toda a Europa hoje. Como a maior economia e líder de fato da zona euro de 19 membros, a Alemanha tem regras que muitos aqui acreditam devem ser respeitados. Eles acham perturbador, até mesmo insultuoso, que alguns equiparam chamadas alemães para contenção fiscal com a desumanidade dos nazistas.

[ A visão alemã sobre Grécia: «Não há nenhum sentido de alegria sobre esse ' ]

Se alguns alemães têm repreendeu Merkel e Schäuble, mesmo mais apoio manifestaram. "Agora nós estamos dizendo não", declarou o tablóide alemão Bild conservador, referenciando o recente referendo grego na austeridade. Um usuário alemão no Twitter ousou o resto do mundo a boicotar produtos alemães: "Vá em frente. Boicotar todos os bens alemães. carros, aspirina, cerveja, cartões com chip, mídia e antibióticos impressos. Divirta-se. "

Alguns alegam que aqui postura firme da Alemanha sobre a dívida grega pode realmente trabalhar a seu favor. Christian Rieck, professor de teoria econômica na Universidade de Ciências Aplicadas de Frankfurt, disse que a postura dura vai ajudar porque mostra da Alemanha "capacidade de seguir adiante."

E, talvez mais importante para o chanceler, Merkel está recebendo tapinhas nas costas dos eleitores alemães. Walter Dombrovski, um designer gráfico de 51 anos de idade, em Berlim, disse: "Temos que ficar difícil."

"Existem regras", disse ele. "Ninguém paga quaisquer impostos na Grécia. Não apenas os ricos, também os pequenos pessoas não pagam impostos. E eles carregam um pacote de dinheiro em seu bolso em todos os momentos. A corrupção é uma parte da vida cotidiana lá ".

Mas outros aqui acredita que a Alemanha está a ser míope e indo por um caminho perigoso de desunião com o resto do continente.

Martin Glaser, um berlinense de 51 anos de idade que trabalha em relações públicas, disse: "Eu acho que é um escândalo. Humilhar um país desta maneira não é aceitável. "

"Mesmo que as pesquisas mostram que existe um apoio generalizado para Merkel e Schäuble, eu acho que muitos alemães diriam que eles não querem este tipo de Europa", disse ele. "A Europa, que é governado pela Alemanha, desta forma não é a Europa democrática que eu gostaria de ter."

http://port.pravda.ru/news/busines/09-07-2015/39022-alemanha_divida-0/

https://www.washingtonpost.com/world/europe/greece-bailout-revives-image-of-the-cruel-german/2015/07/16/bcf468d8-2a74-11e5-960f-22c4ba982ed4_story.html?hpid=z3