segunda-feira, 15 de junho de 2015

CONCORDO PLENAMENTE COM 'UMBERTO ECO': 'eu não sou Premio Nobel, sou apenas imbecil'

Umberto Eco a receber o título de Doutor honoris causa (créditos: ANSA


O nosso UMBERTO ECO, resolveu desqualificar de vez toda a turma que perambula pela internet, semana passada ele disse na Universidade de Turim, norte da Itália as seguintes sentenças:


"Segundo Umberto Eco: “Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra que um Prémio Nobel” Para o escritor, antes das redes sociais, a televisão já havia colocado o ‘idiota da aldeia’ num patamar em que este se sentia superior. “O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a detentor da verdade” Umberto Eco deixou ainda um conselho aos jornalistas para que estes filtrem, com uma ‘equipe de especialistas’, as informações que constam na Internet pois parece que já ninguém é capaz de determinar se um site é confiável ou não. A notícia foi publicada  pela ANSA, a principal agência de noticia da Itália. Concordam com estas declarações de Umberto Eco?".

O delicioso dialogo a seguir, ou melhor os comentários diz tudo,  primeiro que somos de fato IMBECIS, eu sou um imbecil, você que ler essa porcaria desse blog é provavelmente ainda mais imbecil, UMBERTO ECO também é um imbecil, afinal, independente do grau literal e pessoal da imbecilidade de cada um, é isso que somos, além que, um mundo onde só onde professores, e Premio Nobel tenha voz, é um mundo por demais salutar, para não dizer pedagógico ao extremo, afinal o que seria do mundo se não fosse os imbecis, por nossa causa , o mundo é plural, a verdade é universal, no sentido que cada um proclama a sua, independente de ser verdade DE FATO  ou não.  No fundo um mundo onde os imbecis tenham tanta voz quanto os intelectuais é um mundo absurdo, concordo, mais também é democrático, e a democracia é apenas isso: 10% de intelectuais e 90% de imbecis. E chega de tanta imbecilidade, não sou PREMIO NOBEL, sou apenas um IMBECIL, e vamos aos imbecis, digo aos comentários, há, inclusive uma pequena e imperceptível questão em curso, quem é mais imbecil, os PORTUGUESES, ou os BRASILEIROS, haja criatividade, haja imbecilidade:

ORIGEM DOS COMENTARIOS: http://pplware.sapo.pt/informacao/as-redes-sociais-deram-voz-aos-imbecis-afirma-umberto-eco/

149 Respostas

  1. g23423 says:
    melhor frase que ouvi hoje
    • Alberto says:
      A imbecis idade não tem nacionalidade, nem tão pouco, extracto social ou geográfico.
      As piores imbecis idades que ouvi nos últimos tempos não foram de “imbecis de aldeia ” , mas sim, de “imbecis urbanos ” com formação académica superior, mas que não lhes confere automaticamente formação pessoal e de carácter. Assim descontextualizada, parecem – me estás afirmações do U. Eco de um pretensiosismo e eridutismo preconceituoso e perigoso, pela generalização e descrem
      • Roberto says:
        Penso que o conceito de ‘aldeia’ aqui usado é no contexto lato, no sentido regional, local, seja ele urbano, aldeia ou metropolitano…
  2. David.pt says:
    Principalmente muitos dos utilizadores Brasileiros…. Concordo
    • Marisa Pinto says:
      A imbecilidade não tem nacionalidade :)
      • Afonso says:
        Neste caso há que discordar. Por cá, tivemos o programa e-Escolas e toda a gente tinha PCs ligados à net, no entanto não vimos tanto disparate como houve no brasil depois do programa inclusão digital.
        Do Brasil veio muito potencial criativo, mas também muita imbecilidade única em todo o mundo! E não estou a generalizar ou a querer ser xenófobo, é apenas uma constatação.
      • Marcel says:
        Não poderia haver melhor resposta Marisa.
    • Eu@ says:
      Acredito que podemos incluir a discriminação generalizada como um ato de imbecilidade, correto?
    • Pipo.br says:
      Caro David.pt
      Aquilo que os brasileiros dizem “online”, os portugueses fazem “in life”. Quantas bancarrotas Portugal já teve desde o 25 de Abril? Quando Portugal conseguir pagar as suas dívidas sozinho, aí talvez possa falar mal dos brasileiros que hoje investem no seu país.
    • ailton says:
      sempre que ouço um português falando penso o contrário
    • Pedro says:
      Sou brasileiro e tenho que concordar com você!
      Os comentários do site da rede globo é onde se reúne o maior número de imbecis, xenófobos, homofóbicos, e etc… Gente completamente sem cultura!!! Mas acredito que a cultura está distribuída por vários setores da sociedade… O que aprende uma criança que fica nas ruas tendo péssimos exemplos, sendo exploradas, ameaçadas, matando, roubando, dando facadas enquanto os pais estão trabalhando (outros traficando, roubando) e ganhando um salário ridículo? Professores que apanham de alunos, alunos que matam alunos, estupro em banheiros escolares, … o que se pode esperar de um futuro desses com políticos tão medíocres quanto os políticos portugueses? (sem generalizar)
      • JJ says:
        Isto de Brasil/Portugal pros/contras tem muito que se lhe diga, mas no geral sou da opinião que se cada um olhar primeiro pro seu país e fazer o que estiver ao seu alcance para o tentar melhorar ao invés de perderem tempo a apontar o dedo e se culparem uns aos outros era bem mais produtivo. É que por norma o tempo investido em insultos e a inventar/pesquisar palavras caras ou formas engenhosas de tratar os outros mal é contra-producente. E por esse motivo lhe digo não vejo os políticos brasileiros com auréolas na cabeça. Os políticos portugueses são indiferentes ao “zé povinho” e sempre o foram, mas isso não são só os portugueses, é generalizada a corrupção e exploração do povo. Se reparar bem o povo é tratado pela esmagadora percentagem dos políticos, e isto é bem visível e notório, como um “recurso” dispensável unitariamente mas indispensável e muito proveitoso no seu todo.
        Já tive no Brasil por duas ocasiões e as pessoas e famílias que conheço e com quem tive o prazer de conviver (até me convidaram pra ser padrinho de um casamento e foi pra mesmo casamento a última vez que lá fui em Dezembro do ano transacto), mas também tive o desprazer de me deparar com gente muito desagradável e sem qualquer respeito pelos outros. O que mais me deixa apreensivo e de certa forma furioso é o total desrespeito e desvalorização da vida humana que os criminosos de lá têm e a impunidade e facilidade com que se mata alguém sem qualquer sentimento de remorso ou culpa!
    • Raul Lopes says:
      Sou brasileiro e tenho que concordar com o fato de haverem muitos imbecis em meu país, mas temos que admitir que isso não é só aqui. Há muito mais brasileiros plugados que portugueses, então é óbvio que haverão mais imbecis…
      Nem todo brasileiro é imbecil. Isso vale pra todo lugar.
  3. Charles says:
    100% de acordo.
  4. Kuanza Norte says:
    Nos próximos tempos tenho a certeza que a possibilidade de ouvir tamanha afirmação será nula.
  5. Benchmark do iPhone 6 says:
    De certeza que Umberto Eco não se estava a referir às redes sociais (Facebook, etc).
    Estava-se a referir aos sites na internet, em que há muitos imbecis a fazerem-se passar por entendidos e pensadores profundos.
    Lendo a notícia em italiano (ANSA, do post) e passando a notícia pelo Google Translate – e compondo as duas, visto que o Translate também “inventa”:) não tenho dúvidas. E depois ele quer lá saber do que se escreve no Facebook.
    https://translate.google.com/translate?sl=it&tl=pt&js=y&prev=_t&hl=pt-PT&ie=UTF-8&u=https%3A%2F%2Fwww.tomshw.it%2Fnews%2Fumberto-eco-i-social-media-danno-diritto-di-parola-a-legioni-di-imbecilli-67237&edit-text=
    • Marisa Pinto says:
      Ninguem falou no Facebook em concreto :)
      • Benchmark do iPhone 6 says:
        “A TV tinha promovido o idiota da aldeia em relação ao qual o espectador se sentir superior. O drama da Internet é que ela tem promovido o idiota da aldeia para o portador da verdade”, diz Eco, convidando os jornais (a ajudar) “a filtrar, com uma equipe de especialistas em informação na Internet porque ninguém é capaz de compreender, hoje, se um site é confiável ou não. ”
        Acho que ele está a pedir é aos meios de comunicação social, sérios, que ajudem a elaborar um “ranking” de credibilidade dos sites na Internet, que ajudem os utilizadores a saber em quem podem confiar (claro que não se estará a referir a sites de opinião política, porque cada um opina como bem quiser).
  6. NewJ says:
    Um exemplo disso é a ascensão dos partidos tipo “Podemos” em Espanha, aquilo são multidões sem opinião prorpria que nem param para pensar, é seguir as modas que aparecem nas redes sociais…
    • Mario says:
      Nao seja mais um imbecil ou nao se faca passar por um, como o Sr. Eco disse, até já há demais.
    • pedro says:
      Então, mas é preciso ires a Espanha? Cá não fazem o mesmo? Vão com as palas atrás de um porque os outros também vão. Votam num porque os outros também votam. Aparece na net uma coisa qualquer e vai tudo atrás feito ovelha.
    • jone says:
      A ascensão desses partidos está diretamente relacionada com a falta de credibilidade dos partidos históricos devido à corrupção. O Podemos apareceu após vários escândalos no PSOE e PP, bem como a própria monarquia. Juntando isso à crise, temos espaço para o aparecimento de partidos de extremos (não interessa se é destro ou canhoto).
      Claro que muitas vezes revelam-se tão ou mais corruptos que os outros, mas isso não é importante.
  7. JFR says:
    Concordo com o comentário do Sr., contudo a frase o ‘idiota da aldeia’ é descabida, roçando a qualificação de xenófoba, as aldeias não são locais exclusivos onde encontrar idiotas (certamente encontramos mais idiotas em cidades e grandes metropolis), por outro lado, os idiotas não só estão nas aldeias, podemos encontrar esses espécimes noutros locais (basta olhar para o nosso parlamento por ex.). Peço mais respeito pelas aldeias.
    • sómaisum says:
      certamente não entendes a referencia da expressão “idiota da aldeia”. se for “bobo da corte”, já pode ser? ou certamente existem mais bobos na aldeia, em vez de na corte?
    • JPV says:
      Cultura seletiva. Bem ou mal. Alguém falou em xenofobia.. Compreendo a critica. Humberto Eco já nos ensinou muita coisa útil, mas esta ideia nova parece-me sectária e contra a universalidade da razão. Pergunto-vos, é o caminho seletivo, regido pelas orientações da erudição, a solução para as nossas ideias? Ou é o erro e a sua constante propagação e renovação que nos dirigem para uma escolha pessoal e experimentada sem seguidimos..?
      • ECO says:
        Ensinou? A mim não me ensinou nada. Ele acaba de fazer o que tantos outros ignorantes fazem. Agora qualquer Humberto Eco já pode dizer o que quer na internet? Humberto EGO. Coitadinho.
    • Vlad says:
      “Idiota da aldeia” é uma força de expressão. Não quer dizer que Umberto Eco esteja a chamar idiotas a quem mora em aldeias.
  8. Costa says:
    Não posso estar mais de acordo, por isso não saber como funcionam, essas redes, graças a Deus. Serei imbecil? Para os imbecis, serei, mas não me ralo, vozes de imbecis não chegam aos céus, como diz o povo sábio.
    • NewJ says:
      Não chegavam, é precisamente disso que o escritor se queixa, é que agora chegam.. Olha o ex. do “Podemos” em Espanha, modas alternativas ja chegam aos céus, mesmo que sejam descabidas ou sem ponderação. Chegam aos ceus com efeito bola de neve a levar os imbecis todos atrás..
  9. Nanoock says:
    É triste…, mas perfeitamente de acordo!
    Essa imbecilidade acaba por criar nas massas valores interiores, de forma deficiente, causando a perturbação que estamos a viver nas sociedades da actualidade!
  10. António says:
    Imbecis sempre existiram. A diferença é que agora podemos ouvir uma quantidade maior de imbecilidades e não apenas os imbecis selecionados.
  11. José Moreira says:
    Gostaria que este imbecil, me disse-se, com que critério e baseado em que factos e circunstâncias
    é que lhe atribuíram um prémio nobel.
    Será que quem nunca teve voz, não pode tê-la seja de que maneira for, mesmo com erros, mesmo com uma lógica pouco fundamentada, será que só os pseudointelectuais que são na sua grande maioria escritores, que romanceiam as suas frustrações e ainda ganham dinheiro com a venda das mesmas é que são considerados fazedores de opinião válida.
    • Joaquim Damata says:
      O senhor José Moreira é um dos apontados por H. Eco. Pensa que sabe o suficiente para criticar o escritor da maneira como o faz, de forma insultuosa. A sua opinião vale o que vale, mas vale pouco. Ainda por cima o senhor nem escrever sabe. Olhe bem para o texto que produziu e corrija-o, ou encontre quem lho faça para que a sua opinião tenha mais cabimento. Assim…
    • Joaquim Damata says:
      O senhor José Moreira é um dos apontados por H. Eco. Pensa que sabe o suficiente para criticar o escritor da maneira como o faz, de forma insultuosa. A sua opinião vale o que vale, mas vale pouco. Ainda por cima o senhor nem escrever sabe. Olhe bem para o texto que produziu e corrija-o, ou encontre quem lho faça para que a sua opinião tenha mais cabimento. Assim…
    • Antonio Cruz says:
      Sr Moreira, a julgar pelo seu domínio do subjuntivo (conjuntivo) faz parte daqueles aos quais o escritor Umberto Eco se referia 😉
  12. jAugusto says:
    …quer dizer eu que não sou prémio nobel nem uma sumidade não tenho o direito de expressar a minha opinião! Isto cheira-me a outra coisa…
  13. jorge celso says:
    Discordo em absoluto com o Sr. Umberto Eco.Os quem ele intitula de imbecis também tem direito á “palavra”.Depois,já ouvimos muitas imbecilidades a muitos “prémios nobel”.Cabe a cada um tomar ou não para si,os conteúdos que lhes chegam.Convivo no meu dia-a-dia com muita gente dita intelectual,quew são da pior escória que se pode conhecer.
  14. Miguel says:
    Compreendo o argumento, mas não concordo com o princípio.
    As redes sociais vieram democratizar o acesso ao poder que a palavra tem quando exposta ao público.
    Antes, já existiam imbecis, mas bem relacionados que tinham o poder para expor o seu pensamento de uma forma inalcançável a alguns não imbecis.
    Hoje, é verdade que também os há, mas quem ouve, quem lê, quem vê, tem a possibilidade de decidir a quem dar apoio ou atenção.
  15. Pedro Mata says:
    Plenamente. Afinal, hoje, vozes de burro chegam ao céu. Tristes dias vivemos.
  16. Bruno M. says:
    “Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra que um Prêmio Nobel”
    Pois, não sendo eu um Prémio Nobel (que para mim e para o mundo vale o que vale = 0) não tenho direito à palavra?
    Sendo assim, vamos dar o poder de voto, o poder de dar ideias aos prémios Nobel do mundo!
    Este é que saiu um grande IMBECIL, pois lá por ser alguém reconhecido e ser letrado, e possuir (ou) não algum tipo de conhecimento fora do vulgar, não é decerto mais que ninguém…
    Até lhe podia dar alguma razão, mas esta frase deitou tudo por terra.
  17. José Godoy says:
    Pois é. Mas só se sabe que é imbecilidade o que eles falam depois que podemos ler o que eles escrevem. Abaixo a censura prévia Umberto Eco.
    A saída é pela sólida formação cultural e digital que nos dará anticorpos para separar as imbecilidades do conteúdo legítimo e diversificado que a internet nos trouxe.
  18. António says:
    Tim Hunt, nobel da Fisiologia: “homens e mulheres deviam trabalhar separados”.
    Em que é que esta frase é menos imbecil do que aquelas proferidas nos bares, depois de uma taça de vinho?
    • NewJ says:
      Olha que ele sabe do que fala.. Afial estes Nobéis, não o são à toa.. Cada vez que tentam dar um ex. contra frases deles, eu vejo a profundidade das frases deles..
  19. Luís says:
    Boa noite.
    Dois breves reparos:
    Umberto Eco é (sobretudo) filósofo e semiólogo, e não ‘apenas’ escritor…
    A ANSA não é um jornal… É a principal agência noticiosa (ANSA = Agenzia Nazionale Stampa Associata) italiana, e uma cinco das mais relevantes a nível mundial.
    Cumprimentos.
  20. Armando says:
    100% de acordo.
    há muita pseudo-informação por aí, que só promove o aumento da ignorância e da imbecilidade.
  21. isa says:
    Esta á verdade de La Palisse….concordo na integra.
  22. x2m says:
    E como saber se não é um imbecil ‘encartado’ que vai decidir quem são os citados imbecis?
  23. José says:
    completamente de acordo
  24. António Só says:
    Com o devido respeito e consideração, a imbecilidade é, em grande parte, fruto da formação escolar mas também sóciocultural de uma sociedade, e Portugal sofre, ainda, as consequências de um brutal atraso educacional de gerações. Numa Democracia todos, sem exceção, têm direito a ter a sua opinião e a participar condignamente, ainda que possam emitir opiniões e afirmar posições pouco avisadas, consistentes e venham de encontro aos cânones jornalísticos mais elaborados. Contudo, os mais avisados estão bem preparados para separar o trigo do joio. Assim, o único “problema” dos pretensos “imbecis” será influenciar outros “imbecis iguais a eles” e desta forma apenas podem aspirar a ter um “doutoramento honoris causa” se forem nomeados pelos seus pares. Ora, como não é expetável que “imbecil” proponha outro “imbecil” para doutor ou prémio Nobel, teremos o problema da dispersão da “imbecilidade” aparentemente controlado.
    Muita luz e paz de espírito para todos.
    • jone says:
      Ora nem mais!
      A imbecilidade autocontrola-se, pelo que tende a desaparecer dando lugar a outras imbecilidades. No entanto, não se propaga como diz Humberto eco.
      Bom comentário!
  25. juliojorge says:
    A este mal agradecido assim como muita gente que anda aí a pavonear-se de barriga cheia fazia-lhe bem ter que cavar e semear as batas que come, e ter que coser os sapatos que calça, para aprender a ter respeito pelo seu semelhante, em vez de pensar que é Deus na terra, afinal transporta a barriga cheia de trampa tal e qual como os outros, afinal no fundo o mundo gira todo a cavalo nos mais desfavorecidos.
  26. Luís says:
    Obrigado pela pronta correcção da Ansa.
    De resto, apenas uma precisão: quando mencionei o facto de Eco ser (sobretudo) filósofo e semiólogo — fi-lo porque julgo ser daí (e não da sua actividade de escritor) que lhe vem uma certa ‘auctoritas’ intelectual, que lhe é reconhecida…
    Cumprimentos.
  27. João Gomes says:
    É por motivos como esses que eu sou relutante quanto às redes sociais. Na verdade os verdadeiros imbecis(masculino e feminino) ali proliferam vociferando um vocabulário ordinário.
  28. O imbecil says:
    Eles, os imbecis, conhecem-se uns aos outros.
  29. DARTH says:
    quem ja andou por seccoes de noticias sobre politica ou desporto so pode concordar com Eco
  30. Blog do Cusco says:
    Boas, concordo em parte com este senhor, no entanto tem um pouco de xenofobia nas suas afirmações. Nada que espante vindo de um verdadeiro e convencido senhor que se auto intitula e é reconhecido por ter o dom da palavra.
    Em tudo na vida existem parvos, menos parvos e assim assim…cabe a quem lê o que escrevem, continuar ou abortar o que decidiram ler!
    Cumprimentos
  31. VMM says:
    Se ser nobel fosse sinônimo de inteligência muitos nunca lá chegariam e outros não diriam as barbaridades desprezíveis que dizem.
  32. João Carvalho says:
    Este senhor, provavelmente saudosista dos tempos de Mussolini, acha que só a ele a verdade pertence e diz a seguinte imbecilidade… Os “imbecis”devem ser calados, e confinados à sua “ignorância”??? Esta é a mentalidade de governantes de regimes e instituições totalitárias, é o pensamento de quem gosta de silenciar e controlar todos aqueles que simplesmente pensam diferente do status quo. Declaração estúpida e completamente desenquadrada da realidade actual, pois o acesso democrático aos meios de publicação digitais e a sua ubiquidade alterou a forma como nos relacionamos com a informação. As pessoas não são “estúpidas” e todos merecemos ser ouvidos… e cabe-nos a nós “ignorantes” interlocutores seleccionar processar a informação da melhor forma fazendo também parte dela, de forma a melhorar e aumentar a sua relevância social… é aquilo que todos aqui fazemos a comentar esta notícia.
    (deixo uma nota aos “não ignorantes” que escrevi este comentário, ao abrigo do “NÃO” acordo ortográfico)
    • António Só says:
      Quer queiramos quer não o acordo ortográfico é obrigatório nas escolas do nosso País. Mas mesmo “NÃO” estando de acordo, existem outros formas de nos manifestarmos sem ser necessário provocar os “não ignorantes” ou sem precisar de demonstrar uma pseudo-irritação intelectual com tudo o que muda à volta do nosso umbigo, só porque muda e nós gostamos muito de escrever pharmácia à moda antiga.
      • João Carvalho says:
        A riqueza está na diversidade e não aceito que qualquer “parvo” me queira formatar, oprimir ou confiscar a minha liberdade intelectual. Penso exatamente o contrário o debate é democracia e evolução social… e sim, não sou do tempo do mas gosto de pharmácia com “ph”!
        • PC says:
          João Carvalho, não é porque escreves sem acordo ortográfico que julgues que és uma pessoa culta, porque se fosses não dirias o que disseste sobre Umberto Eco, nome que provavelmente viste pela primeira vez no link do Twitter que seguiste até aqui. Fascista? Mussolini? Não fazes mesmo e ideia quem é esta pessoa, que defende a abertura da informação a todos os estratos, pois não?
          O que é saudosista, mussolinista e salazarento é o constante ruído de massas que insistem em ser ignorantes e em reagir como alarves a qualquer coisa no primeiro segundo, sem aprenderem nada, sem saberem o que é contexto. Isso sim, é que apaga a verdadeira discussão pública, construtiva e fundamentada. Se 1000 idiotas desinformados fizerem mais barulho que um especialista que estudou todos os ângulos, onde está a democracia?
  33. Andreia Mourão says:
    O tipo de afirmações que faz deixam a desejar fundamentos, exemplos daquilo que considera imbecil e penso que também não se deve generalizar ou catalogar “o idiota da aldeia” quando nas cidades também os existem e em maior escala, até pk em grande maioria os idiotas da aldeia ainda não sabem usar um computador e internet e vão para os cafés e tascas manifestar as suas parvoíces como já cheguei a ouvir. Mas de facto tenho de concordar que nas redes sociais ficamos a conhecer muito melhor os outros e a saber de facto o que pensam e o que são. Cabe-nos ignorar ou refutar tais ideias, na esperança que o idiota pondere.
    • Sergio J says:
      “Idiota d aldeia” é uma metáfora e redes sociais nao significa apenaa locais como o facebook, mas todos os locais que expressamos a nossa opinião, como blogs, forums, zonas de comentários como esta etc…
      O que ele diz é que uma baboseira num café fica confinada no espaço e no tempo. Uma baboseira na Internet fica perpetuada para sempre e facilmente dissiminada. Quantos de nós já não dissemos algo e no minuto a seguir, após alguma reflexão, discordamos em absoluto com o que acabámos de escrever?
      Se virem bem, vão ver que nestes comentários todos existem montes de imbecilidades. Por exemplo, aqui no pplware vê-se muita imbecilidade debaixo do chapéu da democracia. E nao me estou a referir às batalhas vorazes sobre sistemas operativos e afins. Apesar que aí tambem se vê muita imbecilidade, quando se está a estereótipar pessoas.
      Quantas pessoas com valor e quantas coisas boas nós já não vimos cair só porque a opinião pública se revoltou, sem conhecer a missa metade? Quantas pessoas já vimos a ser julgados na praça pública?
      No fundo, o sr. Eco tem toda a razão. A questão é que não é só na net.
      E uma coisa é discordamos de algo, outra é imbecilidade.
  34. Carlos Sousa says:
    Imbecis…. tantos graus de imbecilidade… tanta diversidade de imbecis…
    espertalhaços, fanfarrões, azeiteiros com opinião doutorada, engenheiros da bejeca na mão entre a estrada e a porta da taberna, charlatões, narcisistas, intrujões de colarinho branco, políticos parasitas, pedófilos, incendiários, ladrões………….
    Mas como fugir a uma espécie de virose que afecta igualmente os outros que destes não fazem parte???
    Não seremos todos no fundo portadores também dum elevado grau de imbecilidade por continuarmos a pactuar e a permitir que toda uma corja que nos manieta e aleija diariamente continue a usar a sua imbecilidade?
    Falamos e dizemos e fazemos barulho, mas quando toca à acção onde estamos todos??? Onde está a solidariedade e a ajuda humana? Quando a inteligencia talvez um dia conseguir “abrir os olhos”, talvez já seja tarde e nada mais exista do que a propria imbecilidade humana!
  35. Benchmark do iPhone 6 says:
    O homem só propôs que os meios de comunicação social ajudem os utilizadores da internet com filtros que permitam distinguir os sites que valem a pena/em que se pode confiar dos sites de imbecis/em que não se pode confiar.
    Vou pôr aqui a lista de blogs do Portal-Sites (não interessa se é boa, se não é). É este tipo de coisas a que se estava a referir.
    Vamos pôr uma questão simples. Ando no ensino básico/secundário e quero saber quais são os melhores sites de tecnologia em língua portuguesa. Experimentem pesquisar no Google por “melhor site tecnologia” e vejam o resultado. Parece-me razoável que os meios de comunicação social contribuíssem para uma página da internet com uma secção de “blogs/sites de tecnologia” (os que que ficavam de fora não tinham que ser forçosamente de imbecis).
    A história do idiota da aldeia, na era da internet, tem que ver com o facto de agora poder copiar umas coisas dum lado outras doutro, misturar tudo e enganar as pessoas, porque não percebe nada daquilo que está a falar – mas parece que percebe. A diferença é que antes não passava da taberna da aldeia, onde já todos o conheciam e davam desconto ao que dizia, e agora tem o mundo para enganar (e a ele). E há sites da internet a perder de vista desse tipo. Só isto.
    http://portal-sites.net/blogolista/
  36. Daniel says:
    A única coisa que se pode escrever ao ler alguns dos comentários: Q.E.D.
    :)
  37. miguel says:
    De certa forma concordo plenamente com o que o escritor diz, até porque (e correndo o risco de ser ja rotulado de imbecil e idiota) ha por esse mundo da internet fora, muitos indivíduos que aparentam ter o buraco os intestinos no lugar do cérebro e depois quando abrem a boca, só sai diarreia…..
    Contudo, nas redes sociais nem tudo é mau, vistas bem as coisas, ha muito material decente que se encontra na net, que nunca na vida se ouviria falar se estivéssemos à espera que saísse num livro ou num qualquer pasquim diário. É uma faca de dois gumes, tal como tudo na vida…
  38. Francisco Torres says:
    E facto é que muitos são licenciados pelas nossas nobres universidades!!!
  39. Mipsirc says:
    O escritor referenciado nāo estå em causa, ė excepcional mas….hå sempre um mas. Será que nāo ė um alerta para se poder calar a “malta”? Cuidado com os antecedentes para que os precedentes nāo venham a ser iguais. Todos devem poder expressar o que lhes vai na alma. Temos sido tão castigados por gente tão sem vergonha, somos roubados ăs descaradas e temos de aguentar “caladinhos”? Desculpem todos os eruditos mas todos somos gente e com direito a uma existência condigna! Cometem-se disparates? Pois cometem mas a raiva jå ė tanta! Entāo os humildes nāo deviam ter lugar nos progamas das TVs para contradizerem o que os tais chamados de eruditos vomitam, por norma aleivosidades! Vāo ăs aldeias e conversem com os velhos analfabetos que aprenderāo muito mas mesmo muito ! Eu enquanto me deixarem comento o quê e quando achar que o devo fazer. SAUDAÇŐES FRATERNAS PARA TODAS AS PESSOAS DE BEM !!!
  40. Cms says:
    Não é preciso dar razão ao Humberto Eco.
    A verdade é que só um imbecil dá ouvidos a outro imbecil.
  41. Duarte Santos says:
    “Quando os verdadeiros inimigos são muito fortes, é preciso escolher inimigos mais fracos”, segundo Eco. Talvez a soberba superioridade deste senhor esteja ameaçada pelas massas desconhecidas da Internet que, agora, ganham voz pelas redes sociais.
    Infeliz tentativa de amansar o inimigo. Felizmente já vem tarde! Os idiotas que refere já estão demasiado fortes para que possa enfrentá-los. É verdade que existem por aí muitos a quem falta postura na respectiva presença ‘online’, mas isso é como tudo na vida: sempre há bons e maus seja em que área for. Sempre há os mais interessados e os totalmente desinteressados. De qualquer forma a Natureza, como sempre, fará a devida triagem para separar o trigo do joio. Mas daí a reduzir todos ao mesmo grupo de “imbecis”, como lhes chama… Tenha juízo que já tem idade para isso.
    Existem grandes nomes reconhecidos internacionalmente em diversas áreas, pessoas detentoras de uma inteligência invulgar, pessoas inovadoras e vanguardistas, figuras respeitadas que dedicam as suas vidas em prol da melhoria da qualidade de vida do próximo. Nas suas diversas especialidades, sejam elas das ciências práticas ou das ciências teóricas, visam o crescimento pessoal e intelectual e das comunidades onde estes se inserem, pela democratização das diversas literacias, pelo direito de estar informado… Sendo este o caminho para uma participação mais activa na comunidade e para a tomada de decisões mais informadas.
    Agora o senhor vem dizer que os imbecis, que afinal somos todos nós, devem ficar calados para não atrapalhar?! Que é feito da democracia, de dar voz aos mais desfavorecidos, do espírito crítico que se exige que todas as pessoas tenham, da pluralidade…?! Em que este “idiota da cidade” é melhor do que um “idiota da aldeia”? Nunca leu estudos que concluíram que os “idiotas” das zonas rurais obtêm melhor rendimento escolar/académico do que os “idiotas” das zonas urbanas? Está mal informado.
    Com estas afirmações parece querer ser o único dono da verdade, e ai de quem se atreva a ter opinião diferente! Mas isto é o quê? Caro Eco, já não estamos na Idade Média em que os dogmas da Igreja não devem ser questionados! Como em tempos defendeu, “muitas vezes são os inquisidores que criam os heréticos”, portanto deixe-se de coisas. Não queira ser um inquisidor, pois isso está «démodé». Adapte-se aos tempos modernos, modernize-se!
    Há os que sabem fazer como deve ser e retirar-se na altura certa. E há os que não percebem que estão a dar pistas demasiado óbvias de que podem estar a regredir nas suas capacidades intelectuais. Especialmente quando atingem determinada idade.
    Dor de cotovelo é lixada, como se diz hoje em dia. Temos pena que se sinta infeliz quando os holofotes já não apontam para si. Eu diria que este senhor estará com um medo terrível de ficar obsoleto. Escolha um inimigo mais fraco.
    Sendo este “imbecil da aldeia” que vos escreve formado desde muito cedo nas ciências da informação e da documentação e posteriormente licenciado na área, em que mais de meia década de estudo foi instruído quanto à importância da difusão e da democratização da informação sem qualquer tipo de discriminação, digo-vos uma coisa: estou chocado!
    A partir de agora, este senhor pelo qual mantinha muito respeito, não passa de mais um elitista soberbo à boa moda moderna. Sinto-me traído!
    • PC says:
      Mais um que nunca ouviu falar no Umberto Eco, ironicamente comprovando a veracidade das afirmações deste. Porque é que alguém deve dar ouvidos à opinião de alguém que não sabe do que fala? Porque é que a voz de um ignorante tem o mesmo valor da voz de um especialista? Isso é minimizar o trabalho que uma pessoa tem durante a vida, fazendo com que a sua opinião não tenha qualquer valor intrínseco. Isso sim é que é contra a democracia, porque torna a opinião fácil de manipular por forças obscuras, tornando-a maleável àquilo que é popular e não àquilo que é verdadeiro.
      E um “idiota da aldeia” é um idiota que mora na aldeia, não é idiota por ser da aldeia. Fico espantado que ninguém saiba isso. O idiota da aldeia era uma figura popular desde a idade média (Joane, o Parvo do “Auto da Barca do Inferno”, era um), geralmente alguém com problemas mentais, que dizia tudo o que lhe vinha à cabeça, tivesse nexo ou não, e que pela sua deficiência, não podia contribuir para a vida na aldeia pois não podia fazer o mesmo trabalho que todos. Isso é o que acontece na internet. Toda a gente diz coisas sem nexo e ninguém pode contribuir para a sobrevivência da comunidade na internet. Mas agora, em vez de ser um caso isolado, são uma maioria barulhenta, que afoga todo o discurso sério e bem fundamentado.
  42. José says:
    Há uma certa verdade, a imbecilidade tomou conta das redes sociais. É uma fábrica de lixo…
  43. Ivone Ribeiro says:
    Sendo assim tal como escreve Umberto Eco eu nasci á Beira do Guadiana ainda que viva em Lisboa desde os 14 anos…sou então “Imbecil logo analfabruta” e não devo ter acesso à Internet mesmo com uma carreira ligada aos Computadores na durante 40 anos….mas nasci na aldeia não é verdade por acaso nasci numa Vila lindissima….!!!!E a Comunicação Social dá vós a pessoas como Umberto Eco!
  44. tiago fazendas says:
    MS o que ? Os supostos azeiteiros ou ” pessoas que lutam por uma vida melhor ” sempre lutaram sempre esperniaram por direitos iguais e vem me u bacano com nariz empinado afalr das desses sociais? Se ele soube o que e lutar para comer ou para sobreviver e ter que que tentar dar algo aos filhos para comer não ladrava assim m. Eu estou a trabalhar para uma empresa multimilioria portguesa e nem sempre oferecem as condicoes mínimas. Nos ” pessoal da rede de fibra óptica estamos em porto a viver num sitio que está prestes a cair, tudo degradado e sem as mínimas condições de permanecia… Portanto como diz este javardo que sempre teve tudo! As redes sociais vieram ajudar os mais nessecutadow e demonstrar o que se passa na realidade! Tiago fazenda
  45. Telmo M. says:
    Permitam-me adivinhar: só “senhores” do calibre desse cavalheiro italiano é que sabem do que falam, porque são seres superiores. A restante malta devia ser impedida de alguma forma… Câmaras de gás iriam dar para o gasto… 😀
    Não defendo a imbecilidade, de forma alguma, mas que tem a verdade num bolso, tem a inquisição no outro. Acima de tudo há que reconhecer o direito de cada um “Ser”.
  46. Maria says:
    Não é por o Umberto Eco ser como agora se diz: “uma referência de autoridade”, mas concordo a 100% com a sua opinião.
  47. Max says:
    Este tipo de análise é exclusivo (exclui). Todos temos algo de imbecilidade em algum momento da vida (e aqui é que está a diferença), uns mais do que outros. Mas refiro-me obviamente ao trato com os outros. Se o tipo de comentário fosse inclusivo, diria que as redes sociais potencial a participação de todos e de todos os pontos de vista (até mesmo aqueles mais idiossincráticos).
  48. JS says:
    Triste frase de Umberto Eco.
  49. António Coutinho says:
    Plenamente de acordo, para a grande maioria dos casos, é claro!
  50. Anibal says:
    Prefiro os idiotas de aldeia aos intlectuais idiotas. Lâmpadas só no tecto.
  51. Dinis Evangelista says:
    Cada opinião vale o que vale, mas de uma coisa creio não haver dúvidas: independentemente de alguma má utilização, não deixa de ser um meio através do qual algumas pessoas podem ter acesso a informação que, de outro modo, não teriam. E também a expressarem-se, porque não têm ouro espaço para o fazer. Posto isto, há duas hipóteses: ou melhoram e passam a ser selectivas no que leem e escrevem ou continuam a dizer vulgaridades. Concluindo: este meio pode ser bom e mau, dependendo da forma como é utilizado.
  52. Homo rhetoricus says:
    Umberto Eco no seu melhor!
    Os comentários desta página são a prova de que está correto.
  53. Aarão Marques says:
    Como se nota pelo exemplo junto.
  54. Carlos says:
    Eu aprendi em Filosofia que o mundo, a vivência em sociedade, é uma “maternidade” para o verdadeiro conhecimento, pois no meio dessa multiplicidade de ideias, sejam elas imbecis, racionais, inteligentes, ou qualquer outra coisa, podem, em nós, servir, em parte ou no seu todo, para formularmos novas ideias, ou seja, a opinião é como o umbigo, só serve no início, depois perde a funcionalidade. Agora, eu acho que os todos devem falar e expressar as suas ideias, é um direito fundamental, sejam ideias imbecis ou não.
  55. Tomás M. Santos says:
    Uma das melhores frases que vi nos últimos tempos, sem dúvida!
  56. Antonio says:
    Esta gente fica sempre incomodada com a voz popular … por isso nunca poderão representar o seu Povo.
  57. Paulo says:
    A internet é de livre acesso mundial, se existem pessoas incomodadas por isso é bastante facil. Existem sites, paginas ou foruns para os “inteletuais”, ainda não vi em lado nenhum a permanencia obrigatoria de ninguem na internet. Uma pessoa que fala assim deixa muito a desejar. Será que acha que só alguns podem ter acesso? Não consegue ver que o acesso mundial em termos de aprendizagem para todos nós é algo incrivel. Até com o maior imbecil do mundo podemos aprender coisas. Ninguem é dono absoluto dos conhecimentos, o que um sabe o outro desconhece.
  58. Benchmark do iPhone 6 says:
    Deixa cá ver se eu acerto nos nicks todos do “Carlos” (neste pot, porque noutros varia), de baixo para cima:
    – António
    – Carlos
    – Aarão Marques
    – Aníbal
    – Max
    – Telmo M.
    – Duarte Santos
    – Mipsirc
    – Carlos Sousa
    – João Carvalho
    – Luís
    – julio jorge
    – jone
    – Bruno M.
    – jorgecelso
    -Costa
    – JPV
    – jorge
    E há mais.
    Isto não tem graça nenhuma :sad:
    • Bruno M. says:
      Por acaso esse carlos não sou eu….
      Por favor, não me confundas..
      Cumps…
      • Redin says:
        Ainda bem que comentas isso porque fez-me lembrar de uma coisa importante.
        Tal como tu te poderás sentir lesado (e com alguma razão) por usarem o teu nome e embora haja muitas Marias na Terra, tenho verificado que é muito fácil qualquer um identificar-se com qualquer nome. Mesmo o gravatar é fácil de iludir.
        Não me compete julgar o Pplware pelo facto de não obrigar os donos dos comentários a registarem-se, mas seria um bom principio para evitar estes problemas. Sim à prevenção e contra a reação 😉
        • Bruno M. says:
          Já vi a utilizarem Bruno M. mas mal vi que não fui eu a comentar, fiz um comentário a dizer que não tinha sido eu..
          Concordo que devia de ser quase obrigatório um sistema de registo para os comentários.
  59. Carlos Sousa says:
    “As redes sociais deram voz aos imbecis”
    “O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a detentor da verdade”
    Será que esta tão ilustre figura tem a noção do contra-senso que revelou.
    Será que esta tão ilustre figura sabe o que é a Internet, ou o que é uma rede social?
  60. Regis says:
    A literatura também está cheia de imbecis. Talvez fosse melhor UEco começar esta contabilidade pelos seus domínios. É só um conselho.
  61. alessandro simon says:
    Imbecis sempre existiram e existirão , o que o senhor Umberto Eco disse é que agora eles tem voz , apenas isto.
    Não entendo o que os Brasileiros tem haver com isso , o Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes , a comparação com Portugal é impossível , somos uma mistura única no mundo , europeus , asiáticos , índios e negros, é dose para leão.
  62. António Campos Leal says:
    Ao nível da recente afirmação sexista de outro prémio Nobel. Pena não andar por aí o Saramago. Sempre os metia na ordem.
  63. Sílvia says:
    Um prémio nobel não impede que uma pessoa faça comentários idiotas. Todos estamos expostos a essa possibilidade. Todos temos o direito à palavra, sejamos ou não idiotas da aldeia ou tenhamos ou não escrito “O nome da rosa”.
  64. PC says:
    A quantidade de comentários de virgens ofendidas nestes comentários só vem reforçar a razão do Umberto Eco. São tão idiotas que 1) Não sabem o que significa a expressão “idiota da aldeia” e vêm dizer que ele é um elitista que ofende as pessoas das aldeias (é uma expressão com um contexto bastante específico que para os portugueses o melhor exemplo é o Parvo do “Auto da Barca do Inferno”); e 2) Nunca ouviram falar no Umberto Eco antes disto, tanto que lhe chamam fascista a querer limitar o acesso das pessoas à Internet e calar a voz do povo. Logo ao Umberto Eco…
    A quantidade de pessoas aqui a defender o direito à desinformação demonstra a falta de educação na internet e a falta de vontade de usar a internet para melhorar a sua cultura geral. As pessoas reagem facilmente e imadiatamente a coisas que lhes puxam pelo lado emocional, mas não demonstram curiosidade adicional por nada excepto o que é familiar.
    E toda a gente demonstra o seu direito à indignação, por mais mal informado que esteja. Não interessa estar bem informado, o que interessa é expressar a indignação. Pelo caminho, pessoas que realmente têm alguma coisa para dizer que seja importante, original ou bem fundamentada é afogada no mar de mediocridade de pessoas que insistem em começar frases com a expressão “ora eu acho que”.
    E qualquer pessoa que se sentir ofendida com esta mensagem é imbecil.
  65. JD says:
    Muitos prémios Nobel também foram, ou são, grandes imbecis. Todos têm o direito a falar, e os que lêem a ignorar a imbecilidade. Não preciso que filtrem a informação por mim, prefiro que gastem essa energia a proporcionar uma educação sólida e equilibrada às crianças…
  66. Jp says:
    O q dizer daqueles Cuja imbecilidade é votar sempre da mesma forma e eleger sempre os mesmos imbecis
  67. Carlos Sousa says:
    Pronto… mais um idiota da aldeia que se julga detentor da verdade.
  68. Redin says:
    Estou quase em completo acordo, excepto a parte em que diz que era bom criar-se um grupo de especialistas para filtrar esses conteúdos.
    Mas com que direito tem alguém de fazer filtragem do que se fala na internet? (e não só).
    Eu, como alguns já me conhecem, sou contra (vá lá saber-se porquê…???) qualquer tipo de filtragem às palavras de quem quer que seja. Já basta o que tivemos na nossa ditadura e muitos parecem ter-se esquecido disso.
    Comecem a pensar em criar uma educação de valor e dar a esses imbecis a oportunidade de saberem falar pela via da educação nas escolas. O ensino é um pilar de base a qualquer civilização e é por aí que se deve combater estes problemas. Mas pelo tipo de ensino que se vê atualmente por aí, não se queixem se começarem a assistir doutorados no papel e imbecis nos atos praticados. Basta fazerem um simples exercício quando vão às urnas.
    Pronto, agora já sabem porque razão existe tamanha percentagem de abstenções nos dias das eleições. Para votar em imbecis, alguns pensam que é melhor ficarem em casa, mas esquecem-se que quem nos governa, são apenas uns 10 a 20% de todos os eleitores nacionais.
    IMBECIS!
  69. João says:
    Imbecil a chamar imbecil a um imbecil.
    É o que eu absorvo dos comentários que aqui li.
    Incluo o meu obviamente.
  70. Gilberto Landim says:
    Concordo com o professor. Minha frase é: “Idiotizei-me e você me amou”.
  71. Dinis Evangelista says:
    No comentário que escrevi ontem, tentei exprimir-me no sentido de não dar razão ao Humberto Eco, baseado no princípio de que, também os que sabem menos, poderão e deverão ter direito a expressar-se, pois seria incorrecto que apenas os sábios tenham direito à palavra.
    Tenho por princípio aproveitar estes espaços para me expressar, dado que através de outros não consigo, não me dão acesso.
    Por isso, ao escrever as minhas opiniões, com defeitos e talvez com uma ou outra virtude, tenho sempre subjacente um princípio: o respeito por aqueles/aquelas que escrevem nestes espaços e que também os leem.
    Mas ao ler algumas opiniões, parece-me que este espaço nem sempre é utilizado da melhor maneira: alguns insultos, algumas opiniões sem nexo, pelo que me questiono se – de facto – Humberto Eco não terá alguma razão naquilo que diz.
    Ou seja, e indo além do que ele próprio diz, parece haver um idiota dentro de cada um de nós.