domingo, 17 de maio de 2015

PROVADO, Mitch Winehouse É CUMPLICE DA MORTE de AMY WINEHOUSE




De vez em quando acontece, eu programo mentalmente um post, e por um motivo ou por outro esse post nunca é publicado, esse é mais um exemplo, tempos atrás tinha decidido escrever um post sobre o pai da cantora Amy Winehouse, sobre sua total ausência durante os últimos meses de vida de sua filha, iria colocar ele como cumplice numero 1 de sua  morte, é simples, se você tem um filho, se você é pai, é mãe, tem um filho doente, viciado e claramente pedindo socorro, há duas possibilidade:  ou você abraça seu filho e tenta salvá-lo de qualquer maneira do vicio, ou você simplesmente o abandona e lhe entrega para a morte, que nesse caso passa a ser uma questão de dias. A vida de Amy , seu comportamento, suas atitude, era notório, o planeta inteiro acompanhava qualquer coisa que acontecia em sua vida quase que  ao vivo, e em nenhum desses momentos a família estava presente. Ontem no festival de Cannes estreou um documentário sobre a vida da bela, e com isso ficou praticamente provado  que a família dela, que o sacripanta Mitch Winehouse foi sim cumplice da morte de sua própria filha, e para finalizar adivinhem onde ele estava exatamente quando a cantora morreu??? Numa excursão aos EUA, usando escancaradamente o sobrenome da filha, que nesse quesito só era famoso graças a ELA não pelos atributos vocais do pai.

VEJA A SEGUIR TEXTO SOBRE A ESTREIA DO DOCUMENTARIO DA CANTORA EM CANNES: http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/estreou-o-polemico-documentario-sobre-amy-winehouse-1695916



O documentário sobre a cantora britânica Amy Winehouse, que morreu em 2011 aos 27 anos, foi exibido este sábado no festival de cinema de Cannes, e não escapou à polémica.
Aliás já se previa. Recorde-se que, no final de Abril, um porta-voz da família da cantora havia emitido um comunicado onde era dito que o filme continha alegações que seriam “infundadas e tendenciosas”. Os visados eram a própria família e os agentes da cantora.
O principal é o pai de Amy, apresentado como alguém ausente durante toda a sua infância e que se teria reaproximado apenas quando a filha alcançou sucesso. Ou seja, é retratado como um homem ávido por explorar a sua fama.
Já quando a cantora tinha notoriamente problemas com álcool e drogas, aos 23 anos, o pai não terá feito tudo no sentido de a ajudar, insistindo para que não fosse internada numa clínica de reabilitação, quando a cantora se preparava para concretizar a sua primeira grande digressão pelos Estados Unidos.
Mitch Winehouse tem recusado esta imagem dizendo que no documentário foram usadas declarações suas fora de contexto. Numa das cenas mais explícitas sobre o alegado comportamento menos adequado do pai, vêem-se imagens de uma viagem de férias de família que acaba por transformar-se por completo, pelo facto de o pai ter levado uma equipa de TV que filma ininterruptamente a cantora. Nessa fase, Amy já estaria num período difícil dos abusos de drogas e álcool, acabada de sair de uma reabilitação, e precisaria de descansar.
Às tantas vê-se a cantora a posar, a contragosto, com um casal de turistas para uma foto e de seguida discute com o pai, que a acusa de não atender aos pedidos dos seus admiradores. Em afirmações à imprensa o realizador britânico Asif Kapadia diz que havia muita tensão à volta de Amy Winehouse, o que não terá permitido que ela lidasse com os problemas.
No documentário é visível a personalidade estruturalmente vulnerável da cantora que nem sempre conseguiu gerir o facto de ser uma celebridade planetária. “Um percurso pessoal complicado associado ao sucesso planetário e a um estilo de vida instável, fizeram da vida de Amy Winehouse um castelo de cartas de equilíbrio muito precário”, declarou.
O realizador fez mais de 100 entrevistas ao longo dos últimos anos, tendo utilizado as letras das canções como fio condutor do filme e recorrendo a muitas imagens de arquivo de amigos, colegas músicos da cantora e de alguns familiares.
Contam as crónicas que, na estreia, em Cannes, onde o filme foi apresentado fora da competição, o público se emocionou e as primeiras críticas têm sido entusiásticas, realçando que é um documento poderoso. O crítico do jornal britânico The Guardian, Peter Bradshaw, por exemplo, escreve que é "uma obra-prima trágica".
“Se pudesse dar tudo em troca para caminhar tranquilamente pelas ruas, faria isso”, confessa às tantas Amy por telefone a uma amiga de infância, pouco antes da sua morte em 2011. A estreia comercial do documentário está prevista para o início do mês de Julho.