segunda-feira, 25 de agosto de 2014

10 RAZÕES PARA LEGALIZAR AS DROGAS E 20 RAZÕES PARA SEPULTAR O ASSUNTO

Por Juan Carlos Hidalgo [1]


1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.
2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.
3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.
4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.
5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral. 
6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).
7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.
8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.
9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confiscos de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.
10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.
[1] Juan Carlos Hidalgo é o analista político para a América Latina do Center for Global Liberty and Prosperity. Escreve frequentemente para os jornais americanos International New York Times, Miami Herald, Forbes, Huffington Post, New York Post, El País (Espanha), La Nación (Argentina), El Tiempo (Colômbia), El Universal (México), El Comercio (Perú), e El Mercurio (Chile). Atua como comentarista recorrente nos canais BBC News, CNN en Español, Univisión, Telemundo, Voice of America, Al Jazeera e Bloomberg TV

origem do texto: http://direitoeliberdade.jusbrasil.com.br/artigos/135366241/10-razoes-para-legalizar-as-drogas?utm_campaign=newsletter&utm_medium=email&utm_source=newsletter
199 COMENTARIOS




  

Mauricio Eler  

18 votos

Me perdoe pela crueza do comentário;

Não usarei 10 motivos pra legalizar e nem tanto para proibir... Basta um: Tenha um filho, um irmão, um primo... um amigo dependente de qualquer tipo de droga (qualquer) pra perceber que não são os bens materiais que se destroem, se consomem; Mas sim o bem mais precioso que possuímos: nosso discernimento, nossa auto estima, nossa inteligência.

Basta você sentir falta de alguém que participava da sua vida, sua rotina pra perceber que um viciado não retorna mais da mesma maneira pro seu meio...

É lamentável que se pense nos milhões gastos, na corrupção e até nas vidas que se perdem. Mas pior é perceber a cegueira que nos assombra.

Se cada instituição, órgão e até família fazer seu papel acredito que o efeito devastador das drogas seria logo levado à níveis de exceção, e não de regra como alguns querem.

 


  

Anamartha Dantas Neves

5 votos

Aplausos, aplausos, aplausos! Muito racional, e sensível, o seu comentário Maurício Eler. Num país onde graaande parte da população mal consegue manter-se com os R$ 724,00 de um salário mínimo, defender que o que precisamos para resolver um dos grandes problemas sociais é legalizar as drogas, no mínimo é legislar em causa própria. Um pensamento egoísta e elitista. Basta ir dar um passeio pela periferia da vida e verificar que apesar de "legal", o comércio de cigarro e bebida alcoolica não tornou mais tranquila a vida das famílias em que pais e mães deixam de comprar o pão e o leite para sustentar seus vícios. Grande demagogia essa ideia. Talvez pensada depois do autor curtir aquele "barato" que, legal ou não, sai muito caro para a sociedade.

    


  

Joel Carvalho

4 votos

Maurício,

Mas, pessoas como o autor do texto e seus apoiadores, não estão nem um pouco preocupados com isso. Talvez fosse até interessante investigar qual é o interesse tão prioritário e aguerrido desse povo, em piorar ainda mais o que já é caótico em nossa sociedade. Se bem que, vindo de prováveis drogados, ou sob efeito de drogas ou influência desse segmento, não poderia esperar-se ideias tão destrutivas como essas, como se não nos bastasse o que já vivemos. Penso que, gente assim deve ser ouvida apenas por PSIQUIATRAS, PSICÓLOGOS, PSICOTERAPEUTAS, etc.

    


  

Andrea Meira

3 votos

Realmente.
Só quem já viu os olhos do filho vermelhos e dilatados pelo uso de drogas, seu comportamento alterado, sua voz embargada, sabendo que ele não está em seu juízo perfeito, ciente de ele entrou nessa por escolha própria pois desde muito cedo teve todas as informações necessárias, pais presentes, amor, atenção e infância plena, só quem presenciou isso sabe o quanto dói e o quanto dá vontade de exterminar essa corja que fabrica e vende essa porcaria.
Nem todo drogado vem de um passado problemático, tem aqueles que experimentaram por curiosidade e sucumbiram ao seu poder.
Legalizar essa joça, é fornecer de forma ampla e facilitada a outros jovens a possibilidade de experimentar algo mais nocivo que o álcool e o fumo. É ofertar a eutanásia.

    


  

José Paulo Malaquias

2 votos

Parabéns Mauricio Eler, você acertou na mosca.

     


  

Airton Barros

Esse "liberdade jurídica" é igual a emissora de 3ª categoria, que exibe reportagens de violência extrema apenas para ter ibope, no "liberdade jurídica", ele fica trazendo para discussão, temas de cunho quiméricos apenas para criar polêmicas e ser bastante comentado, ele deve ter algum interesse por trás disso.

     


  

Jorge Luiz Amantea Sabella

13 votos

11 - A legalização vai tirar a oferta de drogas das regiões mais pobres, desfavorecendo a vício daqueles que tem menos oportunidades de lutar contra práticas autodestrutivas. É sabido, pelos dados do ministério da educação, que mais jovens de escolas particulares experimentam drogas. Apesar disso, os jovens de escolas públicas são os que mais se viciam; justamente por não terem muitas opções.

Então quer dizer que se legalizar o crack, você, que é contrário à legalização, vai começar a usar?
Faça um teste!
Vá comprar sapato 2:00 horas da madrugada.
Vá comprar drogas no mesmo horário.
Agora me diga o que é legalizado e o que é proibido!

Eu prefiro que esse comércio pare de criar bandidos e o único jeito é legalizando.

 


  

Maikon Eugenio

11 votos

Sabe o que vai acontecer se legalizarem? Primeiro, o governo irá impor uma alta carga tributária, como já ocorre com diversos produtos no nosso País, com isso, o mercado negro jamais deixará de existir, pois, como se torna um vício, as pessoas vão continuar comprando nas "bocas", o que não resolveria o problema. Por fim ao legalizar o uso de drogas, o Estado estaria chamando pra si, uma responsabilidade de arcar com gastos de saúde pública, com mais viciados, uma vez que facilitado o comércio, o numero de dependentes iria dobrar, e com isso o estado que já tem uma saúde precária, sucumbiria.

     


  

Ires Gelain

10 votos

Esta história lembra a piada do marido, que era traído pela esposa no sofá da sala. Para acabar com o traição ele decide vender o sofá.

    


  

Jose Luiz da Costa

9 votos

Veja o que o nosso amigo Clauido Luiz disse e reflita.

Claudio Luiz:

Eu tenho uma só explicação básica para a legalização das drogas no Brasil!

Seguir um conselho de uma pessoa como o Sr Juan Carlos Hidalgo, que vive em uma sociedade perfeita com moral ilibada, ou em um mundinho de ficção cientifica, sem o minimo de discernimento em ralação a condução de uma país corrupto como é o Brasil.
Alegar que legalizar drogas seria a maneira de sanar qualquer problema, mostra claramente que os tais pensadores ou analistas que ai estão não tem nada de pensadores. Acreditar em um (pais/estado) que não trata de questões básicas como educação e saúde publica, pensar que este, seria capaz de gerir uma moléstia deste tamanho é consideravelmente inocência ou mera especulação.
Sr Juan Carlos Hidalgo, atente-se a questões em que o Sr domine, e deixe de hipocrisia, o brasil esta anos luz de ser exemplo em qualquer área, temos sim um potencial que não exploramos, mas enquanto não acordarmos para questões básicas como ética, moral, idoneidade jamais poderemos pensar neste disparate.
Basta vermos neste período letivo eleitoreiro que de nada moral e feito nosso país, e digo isto não por parte de possíveis políticos, e sim pela falta de interesse da população em geral, de fazer o minimo esperado, e cobrar de seus políticos eleitos o minimo.

    


  

Jose Luiz da Costa

3 votos

Veja o que o nosso amigo Claudio Luiz disse e reflita melhor.
Claudio Luiz
1 voto
Eu tenho uma só explicação básica para a legalização das drogas no Brasil!

Seguir um conselho de uma pessoa como o Sr Juan Carlos Hidalgo, que vive em uma sociedade perfeita com moral ilibada, ou em um mundinho de ficção cientifica, sem o minimo de discernimento em ralação a condução de uma país corrupto como é o Brasil.
Alegar que legalizar drogas seria a maneira de sanar qualquer problema, mostra claramente que os tais pensadores ou analistas que ai estão não tem nada de pensadores. Acreditar em um (pais/estado) que não trata de questões básicas como educação e saúde publica, pensar que este, seria capaz de gerir uma moléstia deste tamanho é consideravelmente inocência ou mera especulação.
Sr Juan Carlos Hidalgo, atente-se a questões em que o Sr domine, e deixe de hipocrisia, o brasil esta anos luz de ser exemplo em qualquer área, temos sim um potencial que não exploramos, mas enquanto não acordarmos para questões básicas como ética, moral, idoneidade jamais poderemos pensar neste disparate.
Basta vermos neste período letivo eleitoreiro que de nada moral e feito nosso país, e digo isto não por parte de possíveis políticos, e sim pela falta de interesse da população em geral, de fazer o minimo esperado, e cobrar de seus políticos eleitos o minimo.

    


  

Liberdade Juridica

2 votos

Maikon, você provavelmente tem razão. Mas não se preocupe, também somos contra a alta tributação e a intervenção estatal no tratamento de viciados. Defendemos a liberdade, e não existe meia liberdade.

     


  

Jorge Luiz Amantea Sabella

2 votos

Maikon, você esta completamente equivocado.
Não houve, em nenhum lugar onde foi regulamentada a venda de drogas, um aumento do número de usuários na proporção que você citou.
O mercado negro caiu drasticamente onde houve a regulamentação e isso é fato, inconteste.
O Estado já arca com os custos.
Você arca com os custos.
Eles não pagam impostos, você paga.
A droga não é proibida, é isenta.
As únicas pessoas que lucram com a proibição são os funcionários públicos corruptos que tem algum poder sobre esse mercado, desde policiais militares até governadores de estados, e o traficante.
Você é traficante?
Você é corrupto?
Se a resposta é não. Você só perde com a proibição.

    


  

Joel Carvalho

1 voto

Acredito que pessoas em estado de drogadição, seja por drogas lícitas ou ilícitas, não devem ter suas opiniões levadas a sério, principalmente quando elas argumentam querendo mais drogas. Os psiquiatras e psicólogos sabem muito bem disso.
Fica muito evidente que os argumentos do texto são de alguém drogado ou de alguém que tem muito convívio com alguém em estado emocional alterado por qualquer droga, e teve suas ideias influenciadas por alguém sem condições psicológicas de emitir opiniões sérias sobre assunto tão sério. Se bem que, não conheço o estado psicológico anterior do autor do texto(rsrsrs).
SENSATOS: Não levem isso a sério!

    


  

Mario Stecz

1 voto

Maikon

Um quilo de pasta base de cocaína custam 600 reais na colômbia e, após refino , cerca de 30 mil reais nas ruas . O governo precisaria taxar em em torno de 5.000% para ficar mais caro que as 'bocas' , conforme disse.

Sobre a saúde pública , o uso de drogas não é hipotético , é um FATO e sim uma questão de saúde pública. O que deixaria de ser aplicado em "segurança pública contra as drogas" poderia e deveria ser aplicado na saúde não apenas para os dependentes químicos , mas para a população como um todo .

Note quantas vezes uma viatura policial passa na rua de sua casa por dia . Duas , três ?

Agora note em frente a uma já miserável favela onde existe tráfico para 'subsistência' de usuários/traficantes (miseráveis em via de regra) , são 30, 40 vezes por dia.

Por fim , pegue os exemplos dos países sérios do mundo , citando um que lembro de cabeça (Portugal) em dez anos de regulamentação de venda de drogas , o USO caiu em 50% e a criminalidade nas regiões onde outrora eram pontos de venda , em 90% .

Entre inúmeros que não caberiam aqui . Mas , note com uma simples busca no Google o que tem sido feito na Europa , EUA e outros países sérios e tenha certeza que o Brasil anda na contra mão do mundo .

    


  

Jorge Luiz Amantea Sabella

Jose Luiz da Costa, você fala em pensadores mas não sabe o que é ética.
Vá estudar meu filho!
A legalização não vai sanar qualquer problema.
A proibição é o que causou o problema.
A proibição é fruto da ignorância dos que não sabem lidar com o problema de maneira efetiva (afinal, essa política dura mais de 50 anos e só piora a situação), e dos que sabem tirar proveito disso economicamente.
Em qual das duas situações você se encaixa?

    


  

Marco Antonio Nicoletti

Sejamos francos, com relação ao preço, suponhamos que a carga tributária será de no minimo 81%, que seria a mesma carga do cigarro, seria muito ingenuidade pensar que a legalização acabaria com o mercado negro de drogas. Em uma comparação esdrúxula, não conseguimos acabar nem com o mercado negro de produtos ilegais importados como suplementos proibidos pela ANVISA, esteroides, remédios etc., não seria diferente com as drogas. Sinceramente, não acredito que o brasileiro tenha discernimento suficiente para lidar com drogas, não somos um país muito educado. Porém, não sou nem contra nem a favor, ambos tem seus benefícios e malefícios, e como já parece-me inevitável a legalização, tendo em vista o sucesso nos EUA a se usar de argumento, cabe apenas se acostumar com a ideia e a futura realidade.

     


  

Roberto Costa

7 votos

Drogas nesse artigo se refere particularmente a que entorpecente ? A legalização da maconha sem sombra de dúvidas é benéfica ao Estado em diversos pontos. O mesmo conceito não se estende a determinados entorpecentes, como crack, cocaína, entre outros. Em que a legalização faria com que o acesso a essas drogas se tornasse mais fácil, o que não seria bom em nenhum ponto de vista. Legalizar a maconha, é defendida não só do ponto de vista do combate ao crime organizado, mas por ser uma droga mais branda se comparada a outras. Acredito que a legalização não deve se estender a todo tipo de entorpecente, se o texto se refere apenas a maconha, está impecável.

 


  

Liberdade Juridica

10 votos

Caro Roberto, não sei qual a opinião do autor do texto sobre esse ponto específico - aliás, ele é costarriquenho, seria complicado perguntar a ele. Mas presumo que se refira a todas as drogas. Só para adicionar um ponto - e aqui é o administrador deste perfil que está falando, não o autor do texto - esse tipo de critério "mais branda/menos branda" não faz exatamente muito sentido. Até o começo do século XX a cocaína era vendida livremente em versões bem "light", por exemplo. As versões mais "pesadas" da droga vieram depois, como consequência da proibição e do surgimento do tráfico - é um negócio de risco, portanto compensa viciar o cliente.

De resto, essa diferenciação também esconde a principal questão relativa às drogas - elas são um problema de liberdade e responsabilidade individual. Se o indivíduo quiser enfiar crack na cabeça até não poder mais, o problema é dele. Desde que não prejudique a terceiros no processo, ele que assuma os riscos inerentes á escolha.

     


  

Dennis Peterson

7 votos

"Se o indivíduo quiser enfiar crack na cabeça até não poder mais, o problema é dele. Desde que não prejudique a terceiros"

Sempre irá ocorrer danos a terceiros. Creio que a legalização não impedirá os danos a família, por exemplo. Há amigos, há o empregador ou empregados, etc.

Nesse mundo globalizado de hoje é inevitável um efeito borboleta.

     


  

Pergentino Filho

1 voto

Acredito que o acesso as drogas nunca foi difícil! Qualquer um que quiser usar, encontra, de forma simples e fácil, porque o governo não consegue deter a comercialização. Então proibição não implica em absolutamente nada, no que diz respeito ao acesso. A legalização com certeza melhoraria esse cenário caótico que estamos enfrentando, onde os traficantes são mais temidos pela sociedade, do que eles temem as autoridades!

     


  

Jônatas Leite de Paiva

@Liberdade Jurídica: Complicado falar em liberdade uma pessoa que ao se viciar sai do seu consciente em escolher ou não tomar a próxima dose do entorpecente e atinge outros do seu meio que não podem falar "a escolha foi dele, as consequências também", como um irmão, pai, mãe, marido, esposa, filho, etc. Pergunto se alguém ao consumir alguma droga está conscientemente pensando "faço isso para me viciar mesmo". Se ao menos não saísse de seu estado consciente, logo, de liberdade, ok mas não é o que acontece. Sem contar que se torna um problema social pois o viciado,é sabido, precisará do financiamento de seu vício e quando acabar o dinheiro já sabem o que acontecerá. Neste quadro o estado vai "controlar" o consumo para que a pessoa não se vicie mas isso vai ser burlado pois o mercado negro vai oferecer o produto afinal vai ter demanda.

     


  

Angelita Campos

5 votos

Perdão! mas. discordo da legalização das drogas! Você não pensa nas crianças e inúmeras pessoas que vão se acabar em pouco tempo, vai ser liberado e ai, poderei cheirar mais, fumar mais etc... Não acredito que isso findaria toda essa sua abordagem!
A legalização nunca colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente. Isso aumentaria lucros??!! Que jeito? com mais hospitais e médicos psiquiatras? Isso seria o fim da raça humana, assim como esta sendo em outros países como exemplo o ebola!
Acorda Brasil, se já esta ruim, vai ficar pior caso isso aconteça, olha nossas crianças e adolescentes e todos! já é uma luta grande dentro dos nossos consultórios etc. para combatermos o vício!

 


  

Abraao Ribeiro

4 votos

Pelo que li, a tônica é que a liberação traria a redenção a quem quer que seja, esta deixaria de criar "bandidos", será que há consumo no congresso nacional? sim, porque o que temos lá é quase um Bangu com cenário nababesco, se a liberação realizasse mesmo tudo isso, estaríamos a caminho do paraíso. Mais letais, menos letais, seria bom após o cosumo de um filho, neto,irmão ou mesmo pais, ver qual a reação desta criatura; porque em vez de se pensar em liberar, porque não pensamos em educar e dar opções de preenchimento dos pensamentos dos jovens, com boa educação, atividades esportivas, criar consciência de ajuda ao próximo. é muito fácil desistirmos de dialogar, é, porque é mais fácil "conversar" via chat e outros meios tecnológicos, porque não voltamos ao contato mais humano?, esse abandono é que cria essas mentes vazias e que procuram no entorpecente um preenchimento passageiro e que não traz somatório na vida de ninguém.

 


  

Danilo Morais da Silva

4 votos

Desculpa eu me intrometer aqui nesta publicação, mas quando eu vejo esse tipo de divulgação eu me sinto na missão de mostrar a minha opinião a respeito!
Bem, eu não concordo com isso, as pessoas precisam primeiramente de DEUS na vida delas, a legalização das Drogas, seja ela qual for (inclusive a maconha que está mais próxima de ser legalizada), acredito que o impacto que isso trará para a sociedade será algo que a Saúde Pública ainda não está preparada para receber, pois o número de Dependentes Químicos só vai aumentar e as Famílias só vão cada vez mais perder seus valores! Eu acredito que ao invés de adotar Políticas Públicas para favorecer o uso dessas substâncias É MAIS IMPORTANTE ADOTAR-SE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA REGULAMENTAR AS UNIDADES DE APOIO SOCIAL PARA DEPENDENTES QUÍMICOS e estabelecer diretrizes para o tratamento de pessoas que COMO EU, sofreram com o uso desse tipo de substância que o próprio nome já diz... É UMA DROGA!
Me perdoe, mais uma vez, mas eu acho fundamental que as pessoas ao invés de se mobilizarem para propagar esse tipo de "IDÉIA", se mobilizem para fazer com que tenhamos um país com características de país DESENVOLVIDO, isso sim é EVOLUIR na ética e moral do nosso País!
Obrigado!

 


  

Jose Neto

Tenho respeito pela sua opinião, mas não concordo. fui usuário e nem um pouco fiquei viciado.Tudo tem limites e sempre trabalhei para manter meu vício e nunca roubei e nem matei ninguém. agora existe pessoas que se apoiam no uso das drogas para cometerem assaltos e crimes.

Quem faz a maior propaganda das drogas é a própria mídia.

     


  

Marcelo Pinto da Rocha

4 votos

Estamos é criando uma geração de loucos e alienados.

Porque não param e perguntam:

Por quê toda essa necessidade de se drogar?

Tratem as causas e não os sintomas. A humanidade está morrendo de tristeza, as pessoas buscam curá-la e acabam seguindo esses caminhos tortuosos.

Que tal buscarmos um mundo onde todas as pessoas sejam respeitadas e todas sejam importantes? Vamos abolir nosso sistema de castas, que produz tanta desgraças ao nosso modo de vida.

 


  

Miguel Ângelo Gomes

3 votos

Acho importante questionar no: Por quê que as pessoas usam entorpecentes?

     


  

Carlos Prado

3 votos

Assim como existem as "razões para legalizar" também existem os que apontariam facilmente suas "razões para manter a proibição", citando de forma breve apenas algumas:

1) Legalizar não elimina o tráfico, exemplo de bebidas e cigarros falsificados vendidos por aí, assim teríamos também drogas falsificadas e ainda mais prejudiciais que as "originais"
2) A legalização certamente levaria a uma explosão de consumo, destruindo muitas vidas dada a suposta facilidade de encontrar o "produto" em qualquer lugar e a qualquer hora
3) Se crianças já tem acesso ao "produto" não legalizado, imaginem com a legalização
4) Teríamos uma explosão na necessidade de clinicas de reabilitação e medicação, o que nunca estaríamos preparados

Estes são apenas alguns exemplos, a discussão é longa e impossível de fechar por aqui, mas certamente valeria um debate muito amplo na sociedade!

 


  

Liberdade Juridica

2 votos

Seus argumentos justificam também a proibição do álcool e dos cigarros. Você é a favor disso? Seja coerente.

     


  

Joel Carvalho

1 voto

Liberdade Jurídica,
Um erro não justifica mais um erro. Essas drogas aceitas socialmente, e tão destrutivas como a maconha, por exemplo, como é o caso do álcool, não devem ter mais drogas somadas a esse rol.

    


  

Jose Neto

Legalizar sim, pois se houver a necessidade de internamento, que monte uma estrutura para acolher e dar educação e cultura permanente.

     


  

Ernani Pedretti

3 votos

Sou plenamente a favor da legalização, concordo com todos os 10 itens mencionados acima, com mais um detalhe que considero importante, ou seja:

Mesmo antes de sua legalização poderia ser criada uma Lei que ao ser feita a apreensão fosse feita uma reserva "Técnica" que seria controlada pelas Secretarias de Saúde e a mesma fosse dada aos dependentes gratuitamente, evidentemente com acompanhamento médico e de psicologo, seguindo +ou- o que é feito com as drogas(remédios) distribuídos nos Postos de Saúde...deu para entender?

Gostaria, se possível que alguém fizesse um levantamento qual o montante de verba que o governo investe nos seguintes itens:
1º) No combate ao trafico;
2º) Delegacias especializadas de combate ao trafico;
3º)Corrupção das autoridades e policiais, etc
4º) Com a legalização haveria arrecadação de impostos que somados as verbas atuais daria para tratar da saúde de tantos quantos quisessem se tratar e deixar esse vício;

 


  

Joel Carvalho

O argumento de aumento de arrecadação de impostos, é o mesmo equívoco colossal dos que defendem os atuais milionários investimentos do Estado em eventos como carnaval, ao passo que esse tipo de evento aumenta os índices de violência de forma ampla como acidentes de trânsito, homicídios, e outros tipos de eventos danosos, que no fim absorvem os supostos ganhos com arrecadação do Estado.

     


  

Eduardo Augusto Alves Ayres

2 votos

Para cada razão existe uma desrazão ou contraponto... as leis servem para (às vezes) livrar o homem dele mesmo.

 


  

Carlos Scarponi

2 votos

O "Narcotráfico" é um dos braços, ou negócios, do Crime Organizado. A receita obtida com a produção e venda ilegal de drogas é utilizada como capital de giro para outros negócios ilícitos que são talvez piores que o consumo desregulado de drogas, incluindo aqui o álcool, café, e drogas vendidas nas drogarias. O que dizer do tráfico de pessoas, trabalho escravo ou semi escravo, prostituição infantil, venda de armas, etc? Quais são as relações implícitas?

A legalização deveria ser acompanhada de políticas públicas para reorientar a relação dos usuários e sociedade, mudando do foco hipócrita - criminalista, para o foco científico - saúde pública. Afinal, porque nos drogamos? Utilizei aqui a terceira do plural porque uso cafeína diariamente, também. Quando nós, sociedade, teremos a coragem para mudar o foco?

 


  

Alvaro Simões

Essa pergunta já foi feita nos outros posts, e acho importante continuar buscando respostas para ela (Freud nos dá excelentes trilhas de investigação). No entanto, do ponto de vista das políticas públicas para as drogas, creio ser imprescindível colocar em primeiro plano o fato de que todas as sociedades conhecidas tiveram e têm drogas. Como conclusão, o ser humano precisa de drogas. Talvez não todos os indivíduos, talvez todos mas não as mesmas drogas, mas reconhecer o fato simples de que uma sociedade sem drogas é apenas um sonho molhado de um moralista autoritário poderia nos levar a orientar a questão das drogas para patamares mais inteligentes e úteis.

     


  

Ney Lyzandro

2 votos

Razões ridículas, no final a droga estatal seria muito mais cara, devido a impostos etc, fazendo com que fossem "importadas" via Paraguai ou de outro país, por serem mais baratas, como acontece com o cigarro e no final teríamos um número maior de Zumbis andando por aí.

 


  

Amadeu João Caparroz

2 votos

Bem, em primeiro lugar não sou viciado. Mas se quisesse comprar qualquer coisa poderia fazê-lo, é só infringir a lei. Vendedores estão por todos os lados, em todos os cantos. Eu penso que é cinismo manter proibição de uma coisa tão difundida. E também acho que o número de viciados, ou mesmo consumidores eventuais, não vai alterar com uma liberação ampla, exceto num primeiro momento. Sim, se as drogas forem liberadas de vez, algumas pessoas terão o desejo de experimentar. Mas isso só vai durar o começo, no instante seguinte tudo volta ao padrão de hoje. E é cinismo dizer que precisamos proteger os filhos. Como fazemos hoje em relação ao álcool e tabaco? Me parece que os procedimentos serão os mesmos.

 


  

Claudio Luiz

2 votos

Eu tenho uma só explicação básica para a legalização das drogas no Brasil!

Seguir um conselho de uma pessoa como o Sr Juan Carlos Hidalgo, que vive em uma sociedade perfeita com moral ilibada, ou em um mundinho de ficção cientifica, sem o minimo de discernimento em ralação a condução de uma país corrupto como é o Brasil.
Alegar que legalizar drogas seria a maneira de sanar qualquer problema, mostra claramente que os tais pensadores ou analistas que ai estão não tem nada de pensadores. Acreditar em um (pais/estado) que não trata de questões básicas como educação e saúde publica, pensar que este, seria capaz de gerir uma moléstia deste tamanho é consideravelmente inocência ou mera especulação.
Sr Juan Carlos Hidalgo, atente-se a questões em que o Sr domine, e deixe de hipocrisia, o brasil esta anos luz de ser exemplo em qualquer área, temos sim um potencial que não exploramos, mas enquanto não acordarmos para questões básicas como ética, moral, idoneidade jamais poderemos pensar neste disparate.
Basta vermos neste período letivo eleitoreiro que de nada moral e feito nosso país, e digo isto não por parte de possíveis políticos, e sim pela falta de interesse da população em geral, de fazer o minimo esperado, e cobrar de seus políticos eleitos o minimo.

 


  

Liberdade Juridica

2 votos

Uma nota: o sr. Juan Carlos Hidalgo vive na Costa Rica e com certeza não lerá seu comentário. O "mundinho de ficção científica" em que ele vive está se tornando o país mais desenvolvido da América Central justamente por ter adotado várias medidas voltadas à liberdade individual - por exemplo, fim de barreiras econômicas e desmobilização do exército.

     


  

Joel Carvalho

Cláudio Luiz,
Tem mais, o argumento desse sujeito de aumento de arrecadação de impostos, é o mesmo equívoco colossal dos que defendem os atuais milionários investimentos do Estado em eventos como carnaval, ao passo que esse tipo de evento aumenta os índices de violência de forma ampla como acidentes de trânsito, homicídios, e outros tipos de eventos danosos, que no fim absorvem os supostos ganhos com arrecadação do Estado. Ou seja, os ganhos são completamente anulados pelo estímulo a práticas destrutivas. Mas os ESQUERDOPATAS, acreditam que isso é coisa de reacionário. Estão completamente tomados por uma anestesia "idiopatizante."
É o caso do Liberdade Jurídica. Será que ele não percebe que, as medidas voltadas à "liberdade" individual, tem sido na verdade um estímulo à anarquia individual, que vem contaminando o tecido social? Liberdade individual para quem? No Brasil, por exemplo, o resultado é desastroso. Senão, não teríamos em nome dessa liberdade, mais de 50.000 homicídios anuais no Brasil, nos tornando o país mais violento do mundo em números absolutos. LIBERDADE DE E PARA QUEM?

    


  

Mario Stecz

Joel Carvalho

Qual o percentual dos 50.000 homicídios que o Sr. cita que é relacionado a execução sumária de usuários de drogas que contraem dividas com 'traficantes' (uso aspas porque os reais traficantes não são os executores que moram na miséria , e sim PF/RF/Judiciário/Legislativo entre inúmeros) ? Não sei com precisão no Brasil , entretanto , na cidade onde moro é cerca de 90%. Com o uso regulamentado , em dispensários próprios , esse número diminuiria ?

Ademais , a questão de liberdade individual pode ser pertinente mas não é a primordial , a diminuição da violência , inclusive por quem 'nada tem à ver' mas sofre com balas perdidas , execuções sumárias da parte de policiais que , é sabido que utiliza o critério de 'favelado é tudo bandido' é o que deveria ser melhor analisado.

     


  

Julio Albernaz

2 votos

Legalizar drogas seja lá porque motivo for, só demonstrá:

1- Ineficiência do Estado;

2- Má-fé do Estado para com o cidadão que sempre ouviu que este combateria e protegeria os seus cidadãos;

3- Alguém está pensando em administrar os lucros na distribuição e venda!

 


  

Jeferson Landi

2 votos

A legalização seria muito interessante, e não existem só 10 razões para a legalização. Na verdade isso já passou da hora. Não estou dizendo que iria resolver inúmeros problemas, mas seriam muitos. Mas deveriam ser legalizadas com algumas condições como as do cigarro, sem propagandas. Mas acreditar com o fim do mercado negro é exagero, ele sempre vai existir enquanto houver tributos, “que venha pelo Paraguai”, este mercado negro sustenta muita gente “grande” e nunca será eliminado.

 


  

Alexandre Augusto Angioletti

1 voto

Solução tardia!! Agora que pensaram nisso?!

 


  

Danilo Miranda

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Não concordo.

Partindo já do 1º ponto já vejo um equívoco na linha de raciocínio. Pois o produto mais "pirateado" em nossas fronteiras (Paraguai) é Cigarro e Whisky. Produtos legalizados ou seja, não iriamos ver Traficantes "descerem" do morro e se legalizarem, ao contrário, veríamos os produtores "fabricantes" procurarem formas de burlar o sistema para obter mais lucros com menos custos, principalmente os referentes à tributos.

 


  

Jonatas Martins Santiago

1 voto

Legalizar crack também? Que legal. Agora queria ouvir um especialialista aqui dizer qual é a quantidade "saudável" para consumo do crack. Ou cocaína. Torna as pessoas agressivas. Regular maconha é uma coisa, mas regular outras drogas com efeitos nocivos à sociedade é loucura.
Por que ao invés de legalizar as drogas, não proibem outras, como o cigarro? Porque é tudo questão de dinheiro. Não existe preocupação real com a sociedade, no geral. Isso é utopia. Você tira o produto do bandido, legaliza, e ele cria outro, inventa outro, faz o que for preciso pra sobreviver e até mataria mais do que o "normal". Legalizar as drogas é um prato cheio para empresários entrarem no ramo para melhorar o mundo, ou seja, ganharem dinheiro com isso e que se dane o resto. Cigarro está aí e é a prova disso. Continua matando, mas de forma legal e acessível. Imagina seus filhos comprando legalmente cocaína, heroína, para se divertirem na noitada e de repente caem mortos na balada. Álcool é uma droga, mas, sozinha, não chega a matar mesmo se você ficar bêbado. Tente ficar "bêbado" com cocaína e sair vivo. Quando vejo gente defedendo isso, para mim, nunca chegaram perto para ver o potencial real destrutivo da droga em si.
Legalização de drogas só me cheira uma coisa: máquina de fazer dinheiro para empresário. Ponto final. O resto é só ônus para a sociedade que vai continuar sofrendo com os efeitos dessas e com o tráfico de alguma substância desconhecida, já que as drogas conhecidas terão sido regularizadas, caso existisse a legalização. Sei lá, desabafo, mas é minha opinião.

 


  

Sérgio Oliveira de Souza

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O cigarro mata uma pessoa a cada seis minutos

Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) o tabaco mata cerca de 5 milhões de pessoas ao ano no mundo.
Um relatório da OMS, divulgado em fevereiro deste ano, revela que se nenhuma atitude for tomada pra combater o tabagismo, a tendência é que esse vício mate um bilhão de pessoas ainda neste século. Só no Brasil, 80.000 mortes estão relacionadas com o tabagismo, o que significa uma morte a cada hora.(Dados de 2010)

Fonte: http://www.bancodesaude.com.br/materias/o-cigarro-mata-uma-pessoa-cada-seis-minutos.

    


  

Paulo Machado

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Me responde uma pergunta, quantas pessoas o cigarro mata?? seja bem objetivo, aguardamos.

     


  

Paulo Machado

pô, meu, proibir o cigarro? o unico produto de lazer que não entorpece? mas aonde voces estão com a cabeça minha gente? e a cachaça? a cerveja? os destilados para atrair nossos jovens ao alcoolismo? gente, pelamordedeus, vamos usar a cabeça;.

     


  

Jefferson Felgueiras

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Desse jeito, em breve estaremos assinando carteira de traficante.
Legalizar as drogas, seria legalizar a cracolândia.
É como dizer que temos que valorizar as mulheres legalizando a prostituição. Valorizar a mulher é dar condições de vida digna para a sua subsistência.

 


  

Joel Carvalho

Jefferson Felgueiras,

Bem lembrado.
Então, as terras para produção de maconha, por exemplo, não serão mais desapropriadas, mas outras, que produzem outros males, como a escravidão, continuarão sendo desapropriadas. Acho que é mais fácil combater latifúndios escravagistas, que latifúndios que produzirão milhões de escravos por drogas legalizadas. Acho que os defensores, como drogados, é claro, não têm condições psicológicas de decidirem ou opinarem sobre esses assuntos.

     


  

Fernando Ferreira da Silva

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Indiferente do meu posicionamento acerca da liberação ou não das drogas ,li o comentário do Roberto Costa que busca aclarar se a liberação seria "apenas" da maconha ou de todas as outras. Ato contínuo há resposta do "perfil" liberdade jurídica, responsável pela publicação do artigo que, no caso, pertence à terceira pessoa. Até aí, tudo bem. Contudo, quando me deparei com a opinião do administrador desse perfil no seguinte sentido: "Se o indivíduo quiser enfiar crack na cabeça até não poder mais, o problema é dele. Desde que não prejudique a terceiros no processo, ele que assuma os riscos inerentes á escolha", comecei a pensar um pouco mais e lembrei-me que esse perfil é aquele mesmo que justifica a sonegação de impostos de seus amigos empresários vez que o Estado não se incumbe de executar seu papel corretamente!
Nessa linha de raciocínio, acho então que um cidadão que trabalha e cumpre com suas obrigações, paga seus impostos, pode comprar um carro ou uma motocicleta "potente" e colocar 200, 250 km por hora em uma rodovia, desde que "não prejudique terceiros"! Passar no sinal vermelho sempre que não viesse carro, pois não estaria "prejudicando terceiros"! Acho mais, que deveríamos poder construir em qualquer lugar, sem qualquer aprovação de projeto de qualquer natureza junto à órgãos responsáveis, desde que "não prejudique terceiros"! Vou além, deveríamos pensar e batalhar pelos direitos e liberdades individuais(também conhecido com interesse umbilical!!) e acabar de vez com o direito coletivo!!! Estamos evoluídos culturalmente o bastante para isso tudo....Valei-me Deus!!!

 


  

Claudinei Luis

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Creio que seja difícil legalizarem as drogas pois abriria a concorrência e muitos poderosos e influentes de nosso país teriam seus lucros diminuídos.

 


  

Jose Luiz da Costa

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Quem pensa em legalizar as drogas não sabe o que é conviver com um dependente químico adolescente, nem imagina o mau que faz a uma periferia que tem uma juventude sem expectativa de trabalho de escola de vida e que passa o dia numa esquina fumando maconha.

 


  

Fáimon Coutinho

1 voto

Puxa vida, apesar de concordar com a necessidade de legalizar-se as drogas, eu não consegui concordar com qualquer um dos 10 pontos.

Vários dos pontos são dependentes da premissa de redução do custo final, o que é uma falácia, o cigarro tem uma carga tributária de 81%, qual você acha que seria o parâmetro para as demais drogas? A estrutura logística não ilegal consumiria fretes no mercado, com seguros, direitos trabalhistas, mais impostos sobre a circulação e imposto de renda, altos custos de armazenagem, licenças, alvarás, mais direitos trabalhistas, etc. Repare nos estágios logísticos, cada um com seu lucro, taxas e impostos: produtor, frete, cooperativa, frete, centro de distribuição, frete, distribuidora local, frete, revendedor para consumidor final.

Eu vejo apenas duas vantagens, que são suficientes para me convencer e não estão no texto:

1ª Aumento do recolhimento de impostos, para ajudar nos custos com tratamento de dependencia, custos com o SUS, custos com campanhas educativas, custos de manutenção de rodovias e ferrovias, etc...

2º Controle e informações sobre parte do mercado de consumo (a outra parte continuaria ilegal e perseguida pelo poder público), que preferirá comprar na farmácia a comprar nos "guetos" do tráfico de entorpecentes. O comercio legalizado no máximo reduzirá a lucratividade dos negócios dos traficantes, não os extirpará da concorrência, mas já é um ganho válido. Cientificamente ganhamos dados confiáveis para análise (uso vs despesas médicas). O controle de qualidade dos produtos pode reduzir os efeitos colaterais para usos moderados. O controle de compras/mês (como no Uruguai) ajudará no "budget" de produção e ajudará na concepção de que o uso recreacional deve ser moderado, mas não sou ingênuo, sei que para além dessa quantidade, a pessoa precisará recorrer ao comércio paralelo o que a expõe a risco de saúde maiores, risco de morte (locais perigosos), e risco de prisão, mas determinada faixa de consumidores se sentirá desestimulada a isso, consumidores novos podem nunca chegar a conhecer uma "boca de fumo", o que já é um ganho.

 


  

Cesar Alencar

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Nao concordo com as razões elencadas, pois estava ouvindo hoje sobre uma pesquisa no colorado USA, onde legalizaram com estas justificativas e nao esta funcionando.
No caso não houve tiraram os traficantes, apenas eles diminuíram os preços, ou seja fica mais acessível para outras pessoas.
Também não houve mais controle , pois apesar da proibição de venda menores de 21 anos , a grande maioria dos adolescentes consumiu drogas, fornecidas por usuários que estavam cadastradas no programa.
Portanto o consumo de Drogas é problema de policia e deve ser enfrentado como tal.

 


  

Sérgio Oliveira de Souza

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Quero deixar claro meu respeito pelo pensamento do autor, data vênia, discordo integralmente.

Só quem tem um dependente químico na família sabe como é dramática a vida do usuário de drogas e de seus familiares.

A droga é um problema social, hoje um viciado mata, rouba, estorce, sequestra tudo em nome do vicio, mesmo sendo proibido, o dependente faz de tudo para conseguir dinheiro e comprar as substancias para suprir seus vícios. A quantidade de zumbis que andam pelas ruas, que já ha tempos não mais estão entre nós é gigantesca.

Não existem clinicas suficientes para tratar 10% dos viciados, as clinicas particulares cobram em média R$ 10.000,00 para o tratamento de 6 meses, que também não resolve, o poder publico não tem capacidade para suportar nem tratamento contra gripe, quanto mais tratamentos especializados ao combate da dependência química.

Liberar todos os tipos de drogas seria um verdadeiro genocídio.

 


  

Sérgio Oliveira de Souza

2 votos

Caro Ernani Pedretti.

Como disse anteriormente, respeito a opinião do autor, bem como a sua, não sou o Sr. da razão.

Mas a experiencia que tenho, me leva a crer que nenhum tratamento conhecido é possível para combater o vicio do dependente químico, o uso da droga é gradual e leva a morte, tenho exemplos próximos, já perdi alguns entes queridos com este dramático problema, tenho um conhecido que somente este ano já gastou R$ 200.000,00 com consumo de drogas, atualmente está internado numa clinica particular, isto porque a 10 anos que o mesmo faz tratamento clinico para controle do vicio.

Dados sobre tratamento de gripe:
Em 26 de agosto de 2009 o Ministério da Saúde confirmou que os casos fatais de Gripe A chegaram a 557, o que levou o país a liderar o número de mortes pela pandemia em todo o mundo.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_gripe_A_de_2009_no_Brasil

Após a primeira morte por gripe suína no País, o Ministério da Saúde informou que pelo menos 2 mil pessoas morrem ao ano em consequência da gripe sazonal (comum). O índice de pacientes que perdem a vida pela doença é de 0,5%, contra 0,16% da influenza A (H1N1), que ficou popularmente conhecida como gripe suína. Ou seja, a gripe comum mata, de fato, muito mais que a nova gripe.
Fonte: http://www.universitario.com.br/noticias/n.php?i=8188

Eu faço te faço outra pergunta:

Com a liberação do consumo de Drogas, o que irá acontecer com a pandemia de dependência química? (Lembrando que já vivemos uma epidemia de dependência química fora de controle)

     


  

Ernani Pedretti

1 voto

Sr. Sérgio Oliveira de Souza, faço-te uma pergunta;
Do jeito que esta temos os viciados matando para adquirirem a droga, ela estando legalizada e distribuída gratuitamente nos postos de saúde com acompanhamento médico e de psicólogo acredito, seria um começo, pois do jeito que esta não da para continuar, quanto a dizer que a saúde pública não trata nem de gripe, ai vai uma distancia muito grande, alguma coisa tem que ser feita e urgente.Volto a dizer ela legalizada todos os departamentos de combate ao trafico desat

    


  

Eduardo Joachim

1 voto

Se legalizarem, já-já aparecerá a "bolsa maconha" que sem dúvida alguma vai parar na mão da rede de distribuição dos entorpecentes.
Sabemos que os governos não tem capacidade nem vontade de resolver problemas mais simples que este, portanto a solução vai ser "deixa estar para ver como é que fica".

 


  

Hildebrando Rocha dos Santos

1 voto

Mais drogas? Precisamos agravar a pena daquele que comete crime mais grave, como tráfico, homicídios, roubos seguido de morte, fraudes, corrupção cometidas por mandatários políticos e outros, inclusive, sim, se necessário a pena de morte. O drogado só serve para proporcionar custos sociais, portanto a sociedade brasileira não pode arcar com outros custos, deve é reduzir custos e, dai, pena de morte. Para que não aumente custos para a nossa sociedade. Não havemos de aceitar proposta para legalização ou liberação do uso de drogas, consequências do tráfico, mas implantar a pena de morte aos traficantes, mormente quando reincidentes.

 


  

Adalberto Martins Ferreira

1 voto

DEZ RAZÕES PARA NÃO SE LEGALIZAR DROGAS ILÍCITAS.

(Enviado por Jorge Antonio Barros - 20.10.2009 | 15h18m, para "O GLOBO blogs")

"Antes que venham dizer que a tragédia do helicóptero da PM é consequência da proibição às drogas, gostaria de defender o combate ao tráfico de drogas. Com mais inteligência e menos truculência, é claro. A violência urbana se daria com ou sem proibição às drogas e bandidos se armam desde que o mundo é mundo, não apenas porque o consumo de drogas financia seu poderio bélico. Nunca se provou, por exemplo, que o jogo do bicho tenha se associado ao tráfico de drogas, mas a contravenão foi a primeira na história do crime organizado no Rio a constituir um exército particular com homens armados e pela própria polícia. Eis a questão vital que não há política de segurança pública que dê jeito no Rio: a corrupção do aparelho repressivo (polícia e Justiça).

Pela milésima vez vou dizer que não sou favorável à prisão de usuários de drogas leves como a maconha, desde que eles se comprometam perante um sistema de Justiça Terapêutica a se submeter a algum tipo de tratamento psicológico ou médico que verifique se são ou não dependentes químicos e quais os riscos que oferecem à comunidade onde estão inseridos (família, trabalho, escola ou qualquer outro grupo
social). Eu confesso que não importo muito se alguém decide usar drogas. É um problema dele. Só não quero que quem não usa tenha que, de alguma forma, pagar por isso. É um problema nosso. Por isso
apresento aqui minhas

Dez razões para não se legalizar as drogas ilícitas

1- A desculpa mais comum dos defensores da legalização é de que
fracassou a política mundial de combate às drogas. Ora, isso
significaria acreditar que se a polícia não consegue cumprir sua
missão, vamos então descriminalizar o máximo que pudermos para
aliviarmos o sistema policial e penal. O Estado tem que rever suas
estratégias de combate ao crime, inclusive o de tráfico internacional
de drogas.

2 - A tese de que algo proibido atrai mais a atenção do ser humano é
outro engodo. Isso nos levaria ao raciocínio trágico de que todas as
leis devem ser banidas para que as pessoas se comportem melhor,
respeitando umas às outras.

3 - O argumento de que a legalização forçaria o crime organizado a
sair do comércio de drogas é outra falácia. Qualquer um sabe que
existe mercado paralelo para tudo. E, no caso das drogas, os
traficantes não abandonariam o segmento em hipótese alguma. Não apenas
porque muitos deles são usuários e não se inscreveriam em nenhum
programa oficial para adquirir sua cota, como assim também fariam
muitos dependentes que não se sentem seguros em confessar o próprio
vício.

4 - Outra cascata é dizer que a legalização da droga permitiria a
regularização do mercado e um preço muito mais baixo acabaria com a
necessidade de se roubar para conseguir dinheiro para as drogas.
Muitos usuários de drogas praticam crimes não por necessidade, mas
apenas porque se sentem mais estimulados a emoções mais fortes,
sobretudo com o uso de drogas pesadas como a cocaína. Crime também
está associado à rebeldia.

5 - Legalizar as drogas porque estaria aumentando o número de usuários
também não cola. Se realmente está aumentando o número de usuários de
drogas ilícitas - na contramão do combate à cultura do tabaco e do
álcool - o Estado deveria investir tudo na prevenção contra o uso de drogas
lícitas ou ilícitas até porque essa medida resultaria em menos gastos
com o tratamento médico dessas pessoas.

6 - A legalização não ajudaria a disseminar informação real sobre as
drogas, em hipótese alguma. O que permitiria saber dos perigos das
drogas é aumentar os investimentos e esforços em prol de uma cultura
de prevenção, que não acontece nem em países desenvolvidos, que
enfrentam esse problema exclusivamente sob o viés da repressão. Para
cada dólar gasto em prevenção, os Estados Unidos põem três na
repressão.

7 - As políticas de redução de dano (o uso controlado de drogas
injetáveis, por exemplo) são de fato importantes para se salvar vidas,
mas não significam em hipótese alguma que servem para se legalizar as
drogas. São coisas diferentes. Quem já dançou, tem direito a ser inserido nessa política para não morrer e matar outros.

8 - Como defendem alguns, a legalização não restauraria o direito de
se usar drogas responsavelmente porque drogas quase sempre não
combinam com responsabilidade social e nem individual. Como não há
dúvida de que drogas fazem mal à saúde, como alguém que as usa pode
ser considerado responsável consigo mesmo? Há uma contradição nisso.

9 - Se as prisões por uso de droga são claramente discriminatórias do
ponto de vista social (um pobre com um quilo de maconha é preso por
tráfico e um integrante de classe média, com a mesma quantidade, é
preso por uso), o que é preciso é nivelar a punição ao crime ao menos
com um processo judicial, como acontece hoje, e não se liberar todos.

10 - Não existe absolutamente nenhuma evidência que a legalização
esteja resolvendo o problema no mundo. E é óbvio que, para surtir
algum efeito, uma política de legalização tem que ser globalizada. Não
terá êxito algum se for aprovada apenas por um país porque o tráfico
internacional de drogas, assim como outros tipos de crimes, hoje é
totalmente globalizado e conectado."

 


  

Sérgio Henrique S Pereira

1 voto

O assunto merece mais esclarecimento e participações.

1) Com a legalização, no Brasil, os ex-condenados seriam anistiados? Beira-mar, por exemplo, seria anistiado?
2) Quem afirmará que os narcotraficantes, que possuem bases sólidas monetárias, não continuarão no poder? Máfias existem e controlam mercados até internacionais.
3) Por exemplo, o tabaco. As indústrias tabagistas estão agindo, descaradamente, em países onde as políticas antitabagistas são mais complacentes. Quem se lembra do menino que fumava mais 40 cigarros por dia? E nesse país as leis são, ou eram, mais complacentes - afinal, o que o dinheiro não faz.
4) O cigarro, por exemplo, é controlado no Brasil, mas há contrabando. Quem dirá que, por exemplo, que a maconha não continuará a ser contrabandeada?
5) No caso da maconha, por exemplo, quando "in natura" não traz tantos malefícios quanto à processada. O mesmo se diz da folha de coca. Nos Andes é comum o consumo, e não há relatos de tantas mortes brutais. O problema está no processamento, pois quem vende quer lucrar, e muito.
6) O tabaco é uma droga, mas mesmo assim ainda encontra facilidade de existência no mercado, isto é, ainda pode ser comercializada. Há conivência dos Estados, pois tabaco dá lucro aos cofres públicos. Engano, o que se gasta na saúde - tratamento dos usuários - não compensa a sua comercialização.
7) Nenhum governo deixará de gastar bilhões de dólares com a legalização de qualquer droga ilícita ou lícita, pois sempre haverá quem quer lucrar com contrabando, falsificação.
8) Os governos sempre violarão os direitos e liberdades enquanto houver pessoas maquiavélicas. A educação [civilidade] é que diminuirá as ações criminosas.
9) Abusos policiais independem de ter ou não droga. No caso do Brasil ainda reina, infelizmente, o darwinismo social.
10) Se a legalização fosse um condutor de bons modos sociais, não veríamos alcoólatras, que independem de estratificação social. Acontece que as famílias que preservam seus nomes e sobrenomes escondem, a preço de ouro, os familiares dependentes.
11) A Holanda mudou sua política liberal, pois crimes aumentaram em razão de estrangeiros. Mas os brasileiros possuem a mesma educação que os holandeses?

Alguns pontos que devem ser analisados.

 


  

Luis Araujo

1 voto

Muito bonito textualmente. Mas, responda uma questão: por que na Holanda um país estruturado, com IDH alto, cultura forte e rico, a a experiência da liberação parcial das drogas se tornou um problema? Agora, imagina legalizar essas drogas pesadíssimas em um lugar em que as pessoas não conseguem ser conscientes de que, por exemplo, não podem beber e dirigir. O que ocorreria? Saberia dizer, senhor Juan Carlos Hidalgo? A melhor situação e a única confiável é educar, ensinar, orientar e fazer valer o direito de todos, pois caso tenha esquecido, seu direito termina quando o meu começa.

 


  

Arthur Oliveira

1 voto

Quem disse que seria assim mesmo? Com todo respeito esse texto é utópico, porque por exemplo, quem disse que os roubos para comprar drogas iriam parar, se em tese o que leva o usuário a roubar é o vício e não a proibição da venda? Quem disse que a legalização das drogas acabaria com a corrupção, sendo que essa é apenas uma das várias fontes de suborno?
Não acho que a legalização das drogas seria benéfica para o Brasil atual, creio que uma melhor educação, melhor segurança e saúde sejam mais adequados do que se render ao problema
.

 


  

Jose Roberto C. Blum

1 voto

Toda vez que eu me deparo com essa discussão sobre legalização das drogas, especialmente sobre os argumentos dos que são contra, me atiça a vontade de perguntar a eles se eles já fizeram a si mesmos as seguintes perguntas:

a) se as drogas forem legalizadas, será que eu vou me tornar um viciado?
Se a resposta for NÃO, por que cargas d'água vc acha que outros não terão a mesma atitude?

b) será que com a legalização meus filhos vão se tornar viciados?
Se a resposta também for NÃO, fica a mesma dúvida: porque os filhos dos outros iriam se tornar?

E pra terminar: já houve uma experiência muito bem intencionada, apoiada por milhões de cidadãos de bem, nos Estados Unidos, na década de 1920 : a Lei Seca, que proibia a fabricação e o consumo de bebidas alcoólicas em todo o país. Ela tinha motivação lógica: se o álcool altera o comportamento do indivíduo, então ele é uma droga e deve ser proibido, como outra droga qualquer.

O resultado dessa experiência é conhecido de todos: uma catástrofe. Produção ilegal de bebidas alcoólicas, a Máfia americana controlando tudo, corrupção de altos funcionários públicos, inclusive do Judiciário, bebidas "batizadas", provocando altos índices de intoxicação, e por aí vai. Treze anos depois (1933), a lei foi revogada.

Qualquer semelhança com a situação atual NÃO é mera coincidência. Pode se preparar, meu caro, porque esse inferno que vc enxerga com a legalização já está aí, e vai piorar muito, se for mantida a proibição.

 


  

Iris Natal Vaz Motta

1 voto

Falar sobre liberação das drogas é o mesmo que falar sobre a pena de morte, sabemos que o Brasil não tem leis para controlar as duas coisas, para fazer as mudanças necessárias nas leis ainda não temos políticos com capacidade ou talvez competência para tal.

 


  

Frederico de Souza Acioly

1 voto

Legalizar as drogas no Brasil é o mesmo que querer fazer um discurso de improviso a respeito de um assunto que não se domina. O mesmo que querer dar um cavalo de pau SEM NUNCA TER DIRIGIDO. O que quero dizer com isso: Cuidemos da Educação, Saúde, Segurança, etc... para que o povo esteja preparado e amadurecido a ponto de encontrar drogas na padaria e ter o discernimento de dizer - isso eu não vou e nem quero comprar -. De que adianta você ter um barraco construído na encosta e querer ter TV a cabo, Sofá de Couro e um Logan Marrom na Garagem?

 


  

Paulo Machado

Cigarro comum, esse tradicional de tabaco, a mesma coisa. Hoje, no O Globo, consta que, 50% do cigarro consumido no Brasil, é pirata, e com isso perdemos 5 bilhoes de impostos ao ano. E isso, tudo se deve, principalmente a entidades antitabaco, financiadas por capital estrangeiro, como a ACT-Aliança Controle Tabagismo, essa entidade é violenta e agressiva, e coopta parlamentares para a causa, ameaçando divulgar o nome do parlamentar que não apoiar leis antifumo. Fazem terrorismo com nossos parlamentares, e tudo deu nisso, contrabando,gerando organizações criminosas em torno do cigarro. Resumindo...fumamos muito mais, sem imposto para compensar. É isso que dá o falso moralismo.

 


  

Davi Cândido

Respeito muito a opinião do ilustre Juan Carlos Hidalgo, porém legalizar ou não as drogas seria, talvez, um remédio imediato. O que vai acontecer depois? Todos vão usar drogas porém, legalizadas? Não acredito que o futuro seja aprovar a legalização das drogas, acredito que o futuro está em instruir nossos amigos, familiares e principalmente nossos filhos. O consumo de drogas prejudica o desenvolvimento intelectual dos jovens e todos os usuários. Punir talvez seja uma solução imediata, mas a instrução e educação são trunfos de uma solução mediata. As drogas não vão deixar fazer mal aos jovens e viciados por estar, ou não, legalizadas. Acredito que seria um erro legalizar e o fato de o Estado lucrar com nossa "incompetência" de educar nossos filhos e de instruir nossos irmãos não fará um país melhor. Saúde e educação devem prevalecer frente a interesses políticos e econômicos.
Abraço a todos e obrigado pela oportunidade.

 


  

Carlos Frederico de Oliveira Pereira

Raciocínio simplista. A legalização das drogas, inclusive da maconha, não acabaria com o ciclo do crime em torno dela. Uma vez o usuário tornando-se um zumbi, vai se tornar um inútil para o trabalho, um escravo desse flagelo, e não tardará a buscar no crime a fonte para abastecer o vício. Pergunte aos que sofrem nas clínicas de recuperação e seus familiares, aliás, os que mais sofrem, e vão dizer que permanecer as drogas na ilicitude é uma das armas para combatê-la. Libere-se o uso das drogas hoje e você vai ver a explosão do seu consumo amanhã, com as mais graves consequencias que a ninguém é lícito prever, principalmente para a família, volto a repetir, quem mais sofre com o vício. E droga, por fim, não é doença, é diversão desmedida. Ela nasce da diversão e não da dedicação. Vamos fazer um mutirão para o jovem estudar, trabalhar, isto sim dá futuro.

 


  

Paulo Machado

Aos moralistas de plantão, que querem trocar a maconha, dizendo que é menos mortal que o cigarro..segue anexo, declaração do próprio ministério da Saúde - Datasus e CNM-Confederação Nacional dos municipios, onde comprovam que vão á óbito apenas 925 fumantes ao ano no Brasil, mesmo assim ,qual idade desses fumantes? foi mesmo o cigarro?. Portanto, é mentira, que morrem 200 mil fumantes ao ano. Viram agora, como funciona a malandragem desse pessoal antitabaco? nunca ouve epidemia do tabaco, nunca ouve gastos excessivos com fumantes. Fiquem de olhos bem aberto....confiram a verdade....

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A tragédia das drogas legalizadas
Publicado em 25/02/2012 por Clínica Alamedas

Primeira Edição
Recentemente o governo federal lançou um programa nacional de combate ao crack.
A droga já é considerada como epidemia e, portanto, necessita ser enfrentada como tal. São várias ações públicas que irão envolver mais de R$ 4 bilhões de investimentos. Afinal, 89% das cidades brasileiras enfrentam problemas com drogas.

Segundo o estudo sobre morte por drogas – legais e ilegais – do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, o uso de drogas matou 40.692 pessoas no Brasil entre 2006 e 2010. Uma média de 8 mil óbitos por ano. Mas o que chama atenção é o papel das drogas legalizadas. O álcool segue sendo o campeão na mortandade.

O levantamento é feito com base nos dados compilados pelo Datasus. Entre as drogas legais, a bebida tirou a vida de 34.573 pessoas – 84,9% dos casos informados por médicos em formulários que avisam o governo federal sobre a causa da morte nesse grupo da população. Em segundo lugar aparece o fumo, com 4.625 mortos (11,3%). A cocaína matou pelo menos 354 pessoas no período.

 


  

Nivaldo de Melo

Concordo com os pontos apresentados pelo colega, e vou mais adiante, quem passaria a gerir essa enorme fortuna que corre nas mãos do traficantes seria o próprio governo, aumentando substancialmente a arrecadação de tributos. Mas com certeza teremos outro celeuma, quem terá poder sobre estes tributos???Quem irá fiscalizar??? Será necessário criar um órgão ligado ao poder judiciário para resolver esta questão.

 


  

Guilherme Correa

DEZ FALÁCIAS SOBRE A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS :
(as observações marcadas com asteriscos, em seguida, são minhas)

1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.

* A venda de cigarros e bebidas alcoólicas é legalizada e isso não acaba com o contrabando e nem com a concorrência clandestina com produtos importados

2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.

* A redução do preço das drogas seria um benefício apenas para quem as utiliza, enquanto os malefícios ficariam a cargo da sociedade, como o tratamento das psicoses, das depressões e dos efeitos sociais do seu uso, em todos os âmbitos

3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.

* Quem busca produtos de qualidade não deveria drogar-se, mas cuidar da sua saúde física, mental e emocional. Drogas são o oposto de vida com qualidade.

4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.

* Narcotraficantes não deixariam de lucrar, e muito mais ainda se pudessem oferecer seus produtos livremente, porque o emprego formal nunca conseguiria competir com os preços que conseguiriam oferecer trabalhando fora da lei, como ocorre em muitos outros produtos. O combate à ilegalidade apenas mudaria de endereço.

5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral.

* Liberar a comercialização e por consequência o uso indiscriminado de drogas não ajudaria a acabar, mas aumentar a corrupção, porque a fraqueza mental oriunda do uso continuado (e legalizado) de drogas, iria favorecer a pobreza de idéias e a capacidade de focar-se e concentrar-se num objetivo tão complexo, para o qual se precisaria de muito mais inteligência, disciplina e investimento em pesquisa científica, coisas que ficam cada vez mais longe de quem depende de drogas.

6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).

* Traficantes de drogas são criminosos verdadeiros, porque aliciam e corrompem usuários para torná-los seus vendedores e representantes, além de menores e de jovens com problemas de formação familiar, que vêem as drogas como uma fuga.

7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.

* A liberdade e autonomia de um indivíduo termina exatamente o de começa o direito à liberdade e autonomia do outro. Um usuário de drogas torna-se uma pessoa paranoica, impaciente, preguiçosa e acomodada. Uma sociedade repleta de gente assim não tem como chegar a uma paz social verdadeira, mas entorpecida.

8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.

* Os interesses dos EUA nos países sul-americanos não tem nada a ver com o combate às drogas, mas com interesses econômicos e políticos, que precisam ser combatidos no âmbito da política e da legalidade, não com a liberação das drogas, que nos deixariam, ainda mais fragilizados e sujeitos a idéias vindas de fora.

9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confiscos de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.

* A responsabilidade pelas vítimas inocentes é do crime organizado e da falta de investimento em políticas públicas de segurança, o que precisa ser cobrado dos governantes em todas as esferas. A violência urbana tem suas raízes em centenas de fatores e seu combate passa pela desarticulação do tráfico, e não pela rendição a uma guerra tida como perdida, caso houvesse a legalização das drogas.

10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.

* Não há o que se aprender na convivência com as drogas, a não ser que as drogas não ajudam ninguém a tornar-se consciente de si mesmo e das limitações impostas pela vida, que criam desafios que devem ser enfrentados de cara limpa e com fé nas próprias capacidades. Conviver com drogas e com pessoas drogadas é aceitar que alguém tenha o direito de se matar sem que ninguém tenha nada com isso, coisa que nenhum pai ou mãe iria querer para seus filhos.

 


  

Nivaldo de Melo

Ah..Outro ponto importante, a liberação aqui proposta, na minha opinião, seria somente sobre a maconha e outras ervas não autorizadas. Deixando de lado a química. Ok.

 


  

Marcos Junior

Quando seu filho começar a roubar coisas de dentro de casa pra usar drogas vc me fala em liberação ok?

 


  

Guilherme Correa

Marcos, eu já usei drogas, na juventude e não me orgulho disso. Não criei meus filhos com a ideia de demonizar quem usa drogas e mesmo assim, nenhum deles quis experimentar, nem cigarro. Vejo que a questão do uso de drogas está muito mais ligada a fatores de desestruturação familiar do que a leis, liberdade, direito ou e arbítrio próprio, de cada pessoa.

     


  

David da Silva Santos

1 - O uso do computador diminuiu a quantidade de papel?

2 - O preço do papel diminuiu por causa do computador? Mas quem roubava papel agora rouba também o computador. O usuário que rouba para comprar drogas rouba por ser ladrão. Se não roubar por causa das drogas rouba por outro motivo. Ladrão é ladrão.

3 - Estes dias comprei um leite que ao se derramado revelou parecer tinta, corante e essência (ladrões também, mentiram que era leite). Outra marca azedou e nem pra doce prestou, ficou amargo (a droga do leite). Assei um frango e ele reduziu pela metade (tinha algum tipo de droga nele ou o criador deu alguma droga pro frango pesar mais). Isso é qualidade? Acreditam mesmo que o que o governo controla tem qualidade? Ainda mais sendo droga?

4 - Por ser, por exemplo, legalizado o CD/DVD atrapalha a pirataria ou diminiu o preços por ter concorrência pirata?

5 - No quinto ponto eu concordo. Só o governo seria corruptor, isso é ele conseguisse impedir alguém de traficar por ter legalizado o ilegal. É assim com as armas?

6 - O dinheiro do combate às drogas poderia ser usado para dar a FIFA e a mensalões, mas combater a fome, melhorar a saúde... sei não!!

7 - Achei o sétimo sem sentido, todo mundo gosta de expiar e ser expiado...BBB por exemplo, revistas inuteis, e notícias escabrosas sobre a vida alheia, até eu gosto de dar uma espiadinha na vida alheia, mas se expiar a minha eu processo (brincadeira, sou um cara pobre e sem graça).

8 - E quem ganha com o oitavo ítem? O cara que era criminoso agora comete um crime que não mais é crime por que votamos em alguns analfabetos funcionais que elaboraram leis isentando o crime de ser crime. Só é crime se não der o do leão.

9 - Creio ser caso de interpretação. Pessoas sofrem por causa da droga sim, mas é como viver perto de uma fossa e não sofrer com o fedor.

10 - Aqui está o filé. Penso que o melhor jeito de viver com as drogas é tê-las bem longe e não o contrário, penso que o que a legalização vai conseguir é transformar nossos lares em casas de maconheiros e craqueiros e toda gente doidona falando : "Só...Podiscrêêêê...".

Penso que as drogas deveriam ser combatidas com legislação mais dura, como na Indonésia, por exemplo (só não apoio a pena de morte). Penso que o drogado não é apto pra nada, a não ser justificar-se dizendo que roubou, matou, estuprou etc e tal para conseguir a amaldiçoada erva. Dai que drogado é drogado e por mais que se eufemize a coisa a droga sempre será uma abominação.

Mas... já conseguiram aprovar casamento gay, os pais não podem educar filhos, as crianças não podem trabalhar, então é só questão de tempo que as prateleiras vão estar cheias de ervas e cachimbos de crack entre outros, dai não vai nunca mais fazer mal a ninguém por que o governo agora controla. Legal.

 


  

Justina de Lara

A única razão importante o autor não citou: a possibilidade de estudos medicinais dessas substâncias, inclusive da maconha. Sei que um dos derivados dela pode ajudar muito quem sofre de enxaquecas. Esse sim seria um efeito benéfico da legalização.

      

 


  

Filemon Santana Mendes

Deus que me ajude! Agora os excessos de atos das Polícias e Corrupção de Políticos serviriam de pretexto para legalizar drogas de todo tipo, INDISCRIMINADAMENTE, já que não se fez referência a nenhuma em específico. A legalização apenas a maconha já suscita várias controvérsias. Seria sim, eliminar os malefícios dos 10 itens apontados, mas lotar a saúde pública que já é um caos e nem tem estrutura para atender pacientes nestas condições, de milhões de dependentes, porque o freio ao uso, cria um certo embaraço que mesmo que não eficiente, evita novos contatos com tais substâncias e, consequentemente, a alienação pela dependência de várias pessoas. Se hoje a dependência química já é uma epidemia, se tornaria uma hiperepidemia. Em lugar nenhum do mundo é assim. Temos é expurgar dos cargos que ocupam esses que são corruptos, e combater melhor o tráfico de drogas e armas nas fronteiras (as deixamos entrar no atacado) e depois a polícia recolhe no varejo, com a proporção de 10 corpos para cada arma e outro tanto por cada porção de droga apreendidas. Um erro não justifica outros. E, só lembrando, o uso de drogas, ou posse de drogas para uso próprio, embora ainda figure como crime (artigo 28 da Lei 11.343/2.006 - Lei antidrogas), não se prevê para tal pena de prisão. E, por fim, se tão mais barato se tornar e houver o respectivo choque na demanda, o preço seria parecido, persistiriam então as matanças da mesma forma, mortes paulatina pelos efeitos. Liberar tudo é escaramuça, assassinato em massa, genocídio... Do jeito que está já é ruim demais!

 


  

Orlando Tronconi Filho

Seria interessante esta reserva nos cargos eletivos. cada pleito 10%. acabaríamos com os políticos-ladrões e teríamos políticos-drogados, pois, o v[icios é muito mais barato que o custo de um político atual.

 


  

João Lopes

Alguns pontos sociais que deveriam ser levantados antes de ser discutida a legalização de drogas.
- Quais drogas poderiam entrar no rol de legalizadas, algumas drogas são altamente degradantes (sem citar o nível de dependência que causam), e o que é um problema de segurança pública se tornaria um problema de saúde pública além desse questionamento, que tipo de tratamento o SUS teria? (imagina o gasto que o governo teria com dependentes e tratamentos, lembrando que não existe a possibilidade de se eximir dessa responsabilidade).
- Como seria o controle de produção e de venda no país, por que ao causar a dependência um cidadão pode estar " assinando um contrato vitalício" com uma "empresa". Lembrando que existe tráfico de cigarro, remédios (drogas legalizadas) e que também é um problema de segurança dos grandes.

Acredito que todo ponto de vista deve ser debatido e respeitado, mas devem ser considerados os lados positivos e negativos, e os argumentos apresentados no texto deixam claro que só está sendo considerado apenas o usuário médio (de maconha), aquele que no geral não causa problema pra sociedade.
Além de parecer muito inocente, não propõe um modelo de legalização, forma de controle e comercialização, aspectos legais, sociais e políticos e a busca da sociedade para um debate onde fosse possível esclarecer a real intenção de uma possível legalização.

 


  

Eugenio Almeida

Porque tanta preocupação com as drogas, ou com a legalização das drogas? Eu voto na legalização da EDUCAÇÃO como fonte transformadora de uma sociedade. Uma sociedade socializada terá mais chance de lutar e resistir às drogas. A corrupção não vai acabar ou diminuir com a legalização. Somente com educação teremos um mundo melhor. Não dou meu voto à legalização. dou meu voto à legalização do BOLSA FAMÍLIA, como um instrumento de socorro, que será usado por tempo determinado, e, durante seu uso, o titular deverá frequentar um curso profissionalizante, para que assim, não seja um incentivo ao ócio. Temos que levantar a bandeira da EDUCAÇÃO, só assim esse Brasil poderá ser melhor!!!
LEGALIZA A EDUCAÇÃO JÁ!!!!

 


  

Edson Milson

Fazendo uma reflexão sucinta acerca do assunto diria que a legalização das drogas - independente da denominação ou efeito alucinógeno - seria benéfico no que tange ao ingresso de pessoas cada vez mais jovens, ou mesmo crianças, nesta prática atualmente ilícita no país. A garantia de retorno financeiro imediato, status diante da "galera", entre inúmeras outras sensações, faz com que este público ignore todos perigos e armadilhas escondidas nesta atividade de recompensa efêmera. Com a legalização o governo estaria dando um fim ao narcotráfico e resgatando a infância e juventude do país. Afinal, eu nunca vi uma criança praticando contrabando de cigarros e de bebidas alcoolicas.

 


  

Dimas Carneiro

O maior benefício da legalização das drogas seria o crescimento geométrico das republiquetas que cultivam esses produtos para financiar guerrilhas que ameaçam os países democráticos. Com drogas à vontade a realidade muda tudo fica colorido e "muito louco" nas mentes privilegiadas dos usuários. É a ideia mais animal que alguém poderia apresentar, preferida por nove entre dez debiloides inúteis e parasitas. Parabéns!

 


  

Diego Titi

Por uma questão técnica. Em meu ponto de vista as drogas estão legalizadas, ou seja, o tema já foi positivado. Sobre um determinado fato, o legislador pode autorizar ou proibir determinada conduta e escolher o ramo do direito o qual vai reger esse fato, em razão de sua natureza ou peculiaridades. POR FIM, CUMPRE ESCLARECER QUE O USO DE DROGA, FOI TUTELADO PELO DIREITO PENAL, E ENCONTRA-SE PROIBIDO, portanto, encontra-se legalizado o uso, ainda que proibido.

 


  

Ontreus Phobos

No final teríamos milhões de drogados, milhões de famílias destruídas, milhões de dólares para recuperar os viciados!

 


  

Rogério Silva

Com essa legislação frouxa, já temos as cracolândias; imagine com a descriminalização total.

 


  

Pedro Silva

1 voto

Não se fala em descriminalização das drogas e, sim. de sua regulamentação. É muito diferente.

     


  

Adalberto Martins Ferreira

1 voto

Desculpe, Pedro Silva, mas regulamentar o que é ilícito é, no mínimo, a consagração da derrota. As drogas ilícitas não são assim consideradas por mero acaso, capricho ou por "intriga da oposição".

     


  

Claudia Maria Leão dos Santos

Concordo, porém é necessário saber se a sociedade brasileira tem amadurecimento e civilidade para lidar lado a lado com o uso de substância entorpecentes, que alteram o discernimento, a escolha, a percepção do ser humano. Não conheço outras sociedades, mas a nossa ainda é muito infantil, e se quedaria ante a tentação da alienação mental. É como dar drogas ou bebida alcoólica para uma criança ou um adolescente, ainda em processo de amadurecimento do caráter e personalidade. É isso

 


  

Nélson Anderson Melo Santos

Em mais de vinte anos atuando diretamente contra o crime, observei, na prática, que perdi mais colegas de profissão por tiro e vício em álcool, do que pelo uso de substâncias proibidas "ilícitas". Os que, por tiro, faleceram, acreditaram que a guerra às drogas seria ganha em pouco tempo. Pois era óbvio, prenderíamos os traficantes e o problema se resolveria. Desde sua proibição, na década de 60, nunca morreram tantas pessoas nesta guerra do que o seu consumo, propriamente dito. São dados fáceis de adquirir, em qualquer grande hospital de emergência, observem quantas pessoas são baleadas e quantas internadas por uma over dose.
Acredito com convicção, que a liberação de qualquer substância, hoje "ilícita", não ceifará mais vidas do que em dias atuais.
Os tentáculos deste bilionário e mega negócio estão muito além da imaginação de muitas pessoas, que até por desconhecimento, não observam à sua volta.
A venda de "armas" para governos, a falsa sensação de liberdade, atrelada aos vários casos de impunidade no que toca a lavagem deste dinheiro não me deixa otimista em uma possível solução a qualquer prazo. Havia uma aeronave (helicóptero) apreendida e devolvida aos seus donos. Existem centenas de veículos apreendidos devido ao uso recreativo de simples usuários.

 


  

Rene Correa

É um ponto de vista e como tal tem o direito de ser conhecido.
Contudo, pergunte a alguém que tenta conviver com um familiar alcoólatra o que ele acha de ter a possibilidade de outras familiares passarem a ser usuários de outra droga legalizada.
Tabagismo é quase lúdico e até dá pra conviver com um tabagista.
Quando comparado ao alcoolismo tabagismo é passatempo.
IMPOSSÍVEL conviver com o alcoólatra "praticante". Conheci alguns.
De outra parte há o custo para o estado - nosso custo - com a incapacidade para o trabalho que as doenças advindas dos vícios provoca e seu inevitável tratamento.
Há que se combater o tráfico apropriadamente, entupir a mídia de bom marketing anti drogas e ampliar as penalidades aos traficantes.
Por que as estatais não patrocinam campanhas anti drogas adicionando uma vinheta com sua marca?
Será muito mais simpático ao cidadão ver seu dinheiro aplicado em algo que beneficia a sociedade como um todo.

 


  

Ricardo Curdov

Prezados(a) Senhores (as), se desejar ler o projeto que tramita na Câmara dos Deputados o site é este.
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1231177&filename=PL+7187%2F2014



  

Edson Guedes

É uma questão delicada, apesar do Sr Juan Carlos ter muitos pontos positivos
em sua analise. Mas temo que as pessoas podendo usar drogas a vontade,
a princípio teriamos um aumento de usuários inevitavelmente.

 


  

Joel Camara Sampaio de Arruda Camara

É preciso fazer um estudo sobre os efeitos da liberação das drogas nos países que jjá a adotaram para estudar-se os efeitos colaterais negativos.

 


  

Ana Beatriz Torres de Magalhaes

Perfeito. Concordo plenamente e também com o comentário do Sr Jorge Luiz Amantea Sabella.

 


  

Camilo de Lelis Machado

A verdade é que de fato as drogas já estão liberadas. Dizer que não, apenas nos impede de ver que melhor seria gastar todos esses recursos com o tratamento dos dependentes que no combate que não combate nada. Os fatos mostram que essa proibição não funciona. Não sou dependente e não tenho dependente na minha família, se tivesse gostaria de poder trata-lo como qualquer outro doente. Não sou favorável a simples liberação das drogas e sim ao consumo controlado como já ocorre com tantas outras substancias consideradas licitas. Trabalho na área de segurança pública, e pessoalmente não vejo nenhuma possibilidade de qualquer país do mundo vencer essa guerra com essa tática. Controlar e tratar os doentes seriam a melhor opção? Não sei, o que sei é que a proibição é uma fantasia e nossos jovens apenas por serem dependentes são tratados como marginais e atirados para o mundo do crime. Acabar com o narcotráfico e com o traficante seria a realização do sonho mundial e uma vitória incrivel nessa questão.

      

 


  

Fanthine Lino

Legalizando ou não, os preços sempre serão altos, pois o governo vai lançar os impostos em cima das drogas. Na minha opinião, o lucro só irá passar de mãos. Por que o governo deixa o cigarro ser vendido numa boa?Pois ele também é uma droga, e pode ser vendido numa boa? Por causa dos impostos que eles ganham em cima dos cigarros. Sou totalmente contra.

      

 


  

Igor Vinicius

Primeiro, importante salientar que o artigo trata de drogas ainda não legalizadas, pois drogas legalizadas existem, e são aceitas pela sociedade pelo simples fato de serem legais, questão cultural que sempre será controversa uma vez que a sociedade aprendeu desde criança a marginalizar o uso de drogas (ilícitas, porque usar as licitas é bonito né). Álcool, cigarro, charuto, etc... são drogas e fazem mais mal que a maconha, mas não importa, afinal, são legais...Alguém (quem será) um dia, escreveu "Não concordo com suas idéias, mas defenderei até o fim seu direito de dize-las"... mas isso também não importa, afinal, cresci sabendo que droga é apenas aquilo que é ilegal, o resto mata da mesma forma ou até mais, mas é legal, portanto Juan Carlos Hidalgo, que isso não se repita, ou vais ser queimado em praça pública!

 


  

Ivanildo Lisboa

Havia um tempo em que o uso de drogas era crime. Tenho que o uso era muito menor que é hoje, pois os usuários tinham medo de serem presos e quando eram recebiam penas alternativas, mas eram punidos.
Hoje o uso de drogas foi discriminado, ou seja, se pode consumir drogas "livremente". No entanto, quem quer se drogar procura um traficante.
Pois bem. O problema no Brasil está estabelecido: se pode usar drogas mas não se pode comprar.
Proponho a solução: criminalizar o uso ou liberar a venda! como está não pode ficar.

 


  

Sergio Batista dos Santos

A venda de CDs e DVDs é legalizada e isso não impede o comércio de versões pirateadas desses produtos.
O preço no mercado negro vai cair, o preço do legalizado, com altos impostos e restrições de toda ordem vai subir e o comércio clandestino continuará a existir sob as regras de mercado - oferta e procura.
Me parece que investimento maciço em campanhas para que se evitem "novos viciados" acabaria com o negócio. Os clientes velhos acabam morrendo por conta do vício e não havendo novos viciados, o negócio se extingue.
Na mesma linha se poderia legalizar outras atividades criminosas também. Dessa forma teríamos assaltos com horário agendado, senha para sequestro e assim vai.
A mim parece razoável investir em prevenção, dando cultura, educação, esporte para os jovens para que naturalmente deixem de buscar a droga.

 


  

L. K. P.

O resumo da opera é legalizarmos o uso da maconha vai resolver o problema do crime já que não será mais crime.

Podemos fazer a mesma linha de raciocínio para outros delitos (crime) tais como uso e comercio de qualquer entorpecente, assalto a bancos, roubo, assassinato, etc ...

Logo viveremos numa sociedade perfeita, absolutamente sem crimes, já que nada será considerado crime.

Mas é esta a sociedade que queremos?

Abraços,

 


  

Ana Paula Camilo Carvalho

Adorei o tema! isto significa que: se legalizarmos acabaria com os altos gastos: bonito... Todos os adolescentes filhos dos defensores da legalização também se tornariam andarilhos... Têm certeza que as maiores potencias do mundo tem a legalização das drogas? Como a Bolívia é RICA?

 


  

Delfino Alves

Concordo plenamente com o texto, infelizmente no Brasil a mediocridade reina, principalmente nas classes média e alta. Daí o motivo para os rebeldes de plantão estarem revoltados com o texto. São pessoas que não estudam a fundo sobre tema, não buscam informações em fontes fidedignas, resumindo, são apenas coadjuvantes egoístas que só pensam em si, em chegar casa, assistir a rede globo e seus programinhas manipuladores. O pior é que estas pessoas, se embriagam nos fins de semana com álcool (vinhos, cerveja, wisks, etc = droga), se automedicam com antidepressivos (drogas), e saem por ai matando. Mas este é o retrato do Brasil a séculos, e o pior é que este cenário nunca vai mudar.

 


  

Jose Luiz da Costa

Vejam o que Claudio Luiz disse, e reflitam bem sobre isso

Claudio Luiz:
Eu tenho uma só explicação básica para a legalização das drogas no Brasil!

Seguir um conselho de uma pessoa como o Sr Juan Carlos Hidalgo, que vive em uma sociedade perfeita com moral ilibada, ou em um mundinho de ficção cientifica, sem o minimo de discernimento em ralação a condução de uma país corrupto como é o Brasil.
Alegar que legalizar drogas seria a maneira de sanar qualquer problema, mostra claramente que os tais pensadores ou analistas que ai estão não tem nada de pensadores. Acreditar em um (pais/estado) que não trata de questões básicas como educação e saúde publica, pensar que este, seria capaz de gerir uma moléstia deste tamanho é consideravelmente inocência ou mera especulação.
Sr Juan Carlos Hidalgo, atente-se a questões em que o Sr domine, e deixe de hipocrisia, o brasil esta anos luz de ser exemplo em qualquer área, temos sim um potencial que não exploramos, mas enquanto não acordarmos para questões básicas como ética, moral, idoneidade jamais poderemos pensar neste disparate.
Basta vermos neste período letivo eleitoreiro que de nada moral e feito nosso país, e digo isto não por parte de possíveis políticos, e sim pela falta de interesse da população em geral, de fazer o minimo esperado, e cobrar de seus políticos eleitos o minimo.

 


  

Tiago Mendes

Não li o texto todo, já exponho meu posicionamento terminantemente ao contrário.

Aqui não se trata de ordens e leis do mercado, de oferta e da procura, tributar ou não tributar. E sim da nação do BEM! Sim, carregamos em nossa República os princípios do bem, de especial forma a decorrente do cristianismo.

Veja no Real: Deus Seja Louvado. Veja nos discurso dos senadores, candidatos e políticos em geral, vem sempre agradecimento de Deus.

Veja no preâmbulo da CF/88. Nos feriados, no nome dos dias da semana. Em fim, sem entrar no mérito do laicismo, voltamos ao tema da liberação das droga. E, digo desde logo, que respeito o posicionamento do autor, mas simplesmente e fundamentadamente sou contra.

Ainda, lembramos que aqui pela restrição das armas não temos as carnificinas de um louco armado. Vejam, se em uma situação temos 10 pessoas com problema psicológicos, é indubitavelmente que ele não esteja armado.

Então, a vida é só uma. O Estado deve protegê-la. Não pode chancelar a venda de drogas. A droga vicia e destrói. Claro que aqui não falo dos casos terapêuticos, pois se é para ajudar a vida e sua manutenção tá valendo.

O que não pode é legalizar para o comércio. Estaria-se outorgando o suicídio coletivo, lembro que o crack destrói, mata.

Assim, caso perca-se uma vida não a teremos de volta. A vida não segue as ordens do mercado. Não dá para comprar outra.

Logo, não as armas, não às drogas, não ao aborto, eutanásia e tudo mais que possa abreviar a vida.

Lembre-se dos teus filhos, que nenhum pai quer que seja apresentado droga ao filho. Isso é fato.

E mais: ninguém se elegerá com um discurso desses. Portanto é necessário no meio jurídico inclusive dizer: NÃO AO MAU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 


  

Adalberto Martins Ferreira

Compartilho, também, do entendimento do Padre Paulo Ricardo, divulgado em seu site (www.padrepauloricardo.org), que analisa o problema de um ponto de vista mais ético, moral e religioso, o que é, afinal, uma das fontes mais primárias do direito, conforme o resumo transcrevo a seguir:

209. Por que o uso da maconha não deve ser legalizado?

"Assiste-se, hoje, a uma campanha mundial para a legalização do uso da maconha. Diante disso, o que devem pensar os homens de boa vontade?Para defender a legalização, argumenta-se que, ainda que seja uma droga e cause dependência, a maconha não é tão potente como outras substâncias; e estaria comprovado cientificamente que, em casos específicos, a maconha pode ser utilizada para fins terapêuticos.

Para responder adequadamente a esta questão, é preciso passar pelos três campos que a legalização da maconha iria influenciar, a saber: a ética, a política e o direito.

Primeiramente, a questão ética: é pecado o uso da maconha? A resposta é sim, porque ela altera o estado de consciência da pessoa, diminuindo a sua dignidade. Quando alguém usa maconha, fica eufórico e lábil em sua capacidade de decidir, além de perder certa consciência de ligação com o mundo real. Por isso, é preciso uma razão muito grave para que se legitime moralmente o seu uso.

Então, o uso excessivo da maconha é pecado mortal e o seu uso moderado, pecado venial. No entanto, esse pecado venial tem uma grande possibilidade de tornar-se mortal: o uso – ainda que moderado – dessa substância pode causar escândalo entre os mais jovens, fazer propaganda indevida, causar tristeza e desunião no âmbito familiar, além do fato de a própria pessoa, com isso, ficar na possibilidade iminente de um pecar gravemente. Tudo isso sem falar que a maconha é porta de entrada para outras drogas.

Segundo, a questão política. Olhando objetivamente para certas campanhas políticas em torno dessa causa, é possível perceber que as pessoas que se engajam na luta pela legalização da maconha são, estranhamente, as mesmas que pedem a proibição do uso do tabaco. O que está por trás disso? Trata-se de uma estratégia de manipulação, de engenharia social. Uma sociedade que usa maconha, diferentemente de uma que usa tabaco, é entorpecida. Enquanto o tabaco promove um desempenho melhor do cérebro – a nicotina, que é seu princípio ativo, faz que se pense com mais agilidade – a maconha imerge quem a usa num torpor, que a deixa vulnerável para ser manipulada."

Olhando por esse aspecto, a campanha pela legalização da Cannabis não parece muito sadia para o bem comum. Então, politicamente falando, trata-se de uma proposta inviável. Não é preciso muita perspicácia para prever que o uso da maconha irá corromper o tecido social, tornando as pessoas objeto de fácil manipulação e de engenharia social.

Por terceiro, examina-se a questão jurídica. O direito é o ponto de convergência entre a ética e a política. Trata-se do “mínimo moral” que uma sociedade sanciona e penaliza para preservar o bem comum. Nem todo pecado é crime, mas aquelas condutas pecaminosas que atingem diretamente a sociedade e o bem comum são normalmente penalizadas pelo direito. Ora, o uso da maconha – que é um pecado, como já colocado – tem a característica de desagregar a sociedade e contribuir para o mal. Por isso, juridicamente falando, os legisladores deveriam proibir o seu uso.

É preciso esclarecer não se pode comparar a criminalização do uso da maconha a uma restrição abusiva ao consumo do álcool. O uso deste nem sempre é pecaminoso – é possível consumir álcool de forma moderada e adequada, sem que isso seja pecado –, posto que não tem a finalidade primária de entorpecimento, ao contrário do uso da Cannabis que, mesmo consumido de modo moderado, altera a consciência do homem e obnubila a sua capacidade de decisão.

Os argumentos aqui expostos prescindem de quaisquer argumentos de autoridade religiosa. Para concluir que a legalização da maconha não servirá ao bem comum, basta que qualquer pessoa de boa vontade recorra tão somente ao uso da reta razão

 


  

Edmundo Alvares Domingues Jr

Sou contra a legalização de qualquer procedimento que venha prejudicar o ser humano. O uso do tabaco foi proibido aos poucos e hoje não é permitido em quase todos os lugares públicos do país. Existem países nos quais o tráfico de drogas é punido com a pena de morte. Em países com leis penais açucaradas, como o nosso, não se pode esperar uma sanção pesada por parte do Estado aos infratores. Quando veio a fraude da tolerância zero para os condutores que dirigissem sob o efeito do álcool houve uma gritaria dos pinguços, e até padres reclamaram que tinham que dirigir carros depois de uma missa, onde tomariam o vinho do sangue de Cristo. Poucas pessoas se conscientizaram que alcool e volante não combinam, e as sanções aos que foram pegos em flagrante não passaram de perda de pontos na CNH e um conselho para deixar de beber. Na verdade, a criminalidade, seja ela qual for, é protegida pela impunidade da justiça e pela brandura das penas. Se tivéssemos um Congresso que trabalhasse seis dias por semana e se dedicasse a solucionar os problemas do país, já teríamos tido uma resposta para o tráfico de drogas. Descriminalizar o uso e legalizar o comércio é uma prova de incompetência, covardia e falta de vontade política de resolver o problema.

 


  

Romulo Andrade

todo medicamento é droga nao é auto-imune nao é um anticorpo é como uma loteria
o dano é a dosagem fica como em uma ressaca

 


  

Thiago Cabral

Só concordaria com a legalização se o Estado punisse com muito mais rigor os crimes praticados sob efeito de entorpecentes. Mesmo hoje, o cidadão comete determinado crime sob o efeito de determinada droga (principalmente o álcool) e isto lhe serve de atenuante, principalmente sob a alegação de dependência psicotrópica.
Outrossim, não concordaria que o Estado oferecesse tratamento público para quem quisesse deixar de ser usuário. Deveria sim haver ampla divulgação dos danos causados pelo uso de QUALQUER ENTORPECENTE, e se o cidadão resolver usar, que arque com as consequências. Assim, aquele que quiser auferir o bônus do "barato", deverá se responsabilizar pelo ônus dos prejuízos causados a terceiros e a si mesmo.

 


  

Thiago Soares

É só a minha humilde e, talvez, imatura opinião: Temos pouca coisa com que nos preocupar nesse país. Está tudo ótimo! Saúde 10, Educação 10, Infraestrutura 10... Estou pouco "me lixando" pra quem quer fumar maconha ou esterco de vaca, só penso que DEVERÍAMOS ter outras prioridades, afinal DROGA mesmo está esse país. Ah, antes que eu seja crucificado, minha posição se refere ao uso RECREATIVO, pois acho que já passamos da hora de liberação para estudos científicos e aproveitamento dos princípios ativos (Antes que eu seja crucificado, de novo, Morfina é um opiáceo "liberado", mas nem por isso o uso recreativo o é). Em tempo, só há tráfico porque tem consumo (regra básica de qualquer livro de administração que trate sobre oferta e procura). Discorda de mim? Não tem problema. Vou respeitar a opinião de cada um aqui, mesmo que não concorde, pois, como bem disse o colega em um post anterior: essa página não se chama "Conservadorismo Jurídico".

 


  

Cleiton Henschel

Eu posso dar 10 motivos para não ser aprovada a liberação das drogas:

1- Se isso fosse bom, ou algo esplendidamente maravilhoso, Alemanha, Estados Unidos e outros já o teriam feito;

2- Os políticos vão plantar maconha em suas imensas fazendas, e a briga ficará pelo controle do comércio;

3- Assim como na gasolina, a venda de drogas então lícitas viraria um cartel, quem se ferraria é o viciado;

4- Com o cartel formado, os maiores fulminariam os menores;

5- Com a manipulação do preço, os viciados teriam que voltar a delinquir para conseguir comprar a droga;

6- Como uma bola de neve, os viciados então roubariam as drogas ao invés de comprá-las, porque não haverá dinheiro;

7- Quem trabalha se ferrará trabalhando mais ainda, porque terá que trabalhar pelo viciado lícito;

8- A loucura e a debilidade tomará conta da sociedade, pelo amor de Deus, manda Jesus pra gente novamente porque o povo atual, e pelo menos muitos políticos não leram a bíblia, e se leram não acreditam no novo testamento;

9- Se gastará muito mais com saúde do que já se gasta, pois sendo lícito, haverá mais excesso do que já existe hoje, a não ser que não será dado direito a saúde ao viciado, daí sim!

10- Vai ter muito médico, advogado, dentista, empresário, padeiro, confeiteiro, pedreiro, engenheiro, juiz, analista, psicólogo virando fazendeiro, e da sociedade quem cuidará?

Não se movimenta o Congresso para dar estudo de qualidade e viabilizar política de geração de emprego, mas se movimenta a massa para legalizar o ilícito!

Desculpem-me pelo ímpeto, talvez seja fruto da minha parca idade, ou fruto de um inconformismo porque fui criado dentro de valores morais e familiares, onde se prima e respeita o pai, a mãe, os irmãos, primos, tios, amigos, conhecidos e desconhecidos como seres humanos que integram a humanidade (uma unidade).

Desculpem-me a franqueza, mas não dá pra ficar lendo e engolindo qualquer coisa.

Se isso acontecer, o traficante, o algoz da sociedade, o chefe dos homicídios e das armas, será declarado empresário, eu não posso acreditar nisso....

 


  

Adao Braga

Sou contra. E respondo os 10 itens abaixo num texto de 2 páginas, item a item!

1 – Não é absoluto que a legalização colocará fim a “parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico”, afinal, o cigarro é uma droga legal, e mesmo assim, existe o contrabando de cigarros. E, é um negócio lucrativo: contrabandear cigarros. Outra! Se, e quando legalizarem, também será controlado o consumo, logo, a figura do narcotraficante não será abolida com a legalização, pelo contrário, ele terá melhor condição de fornecer mais, e talvez, a mais clientes.

2- Também não é isto não. Vivo em uma região, que é usada para produção da cannabis. Os custos são baixíssimos. Paga-se pouco para cuidar das terras, e, quando a Polícia chega numa grande plantação, pega-se o caseiro, um ou outro ajudante, que negam saber o que é aquilo que eles cuidavam. Com poucos mil reais, se conseguem grandes quantidades da cannabis, então é falsa esta ideia de que as drogas têm alto custo de produção. É tão irreal esta justificativa, que, basta saber que uma pedra de crack custa poucos reais. Outras drogas, em outras camadas sociais, evidente, que o preço é mais elevado.

3 – Que que é isso? “As drogas” – seja lá a qual o autor se refere – em muitos casos são feitas com substâncias existentes em farmácias, certos tipos de lojas, e, algumas substâncias são de controle federal, ANVISA, e outros órgãos. E tais substâncias, entram contrabandeadas pelas fronteiras, outras vezes, são produzidos por químicos nacionais. O crack por exemplo, o que é? O crack é obtido por meio de uma mistura de pasta de coca ou cloridrato de cocaína com bicarbonato de sódio (NaHCO3). De onde vem a pasta da coca? Bicarbonato em muitos lugares vendem.

4 – Muito suspeito esta informação. Pessoas que defendem tão ardorosamente a legalização, não seriam os infiltrados com a intenção de favorecer a legalização? E, estão agindo, como peças de uma conspiração aquariana? Neste caso, a legalização, pode ser ação destes grupos infiltrados na política, nas instituições, nos governos.

5 - Fica-se a dúvida! Foi as drogas quem corrompeu, ou, quem faz parte da corrupção tem laços com as drogas e com os governos que defendem as drogas? Se há autoridades compradas, subornadas, é motivo suficiente para nós aceitamos a “legalização das drogas?” ou é o caso de exigir penas para os tais?

6 - Contradição com o item 2 onde o autor afirma o seguinte: “... Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.” –

Ou seja, os verdadeiros criminosos, segundo o item 2, também são os viciados em drogas que são, ou se tornam: homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões, etc (Acrescentaria políticos, autoridades compradas do item 5).

Portugal (sempre Portugal) podem pesquisar, não economizou bilhões no combate. Continuam gastando bilhões. Eu tenho links e texto sobre isto!

7 - Êpa! Não é bem isto não! “Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas” – alguns destes são meios que o Poder Judiciário pode utilizar na obtenção de provas, entender uma rede criminosa.

Se a legalização também significa impedir a justiça de fazer o que é necessário dentro das regras do Estado e do Direito, então, aí é que está torto mesmo a tal da legalização.

É uma tentativa de que este item 7? Este autor estar com ideias estranhas na defesa da legalização “das drogas” – que não foi identificada que tipo é que ele quer legalizar. – Estas palavras do item 7 demonstra haver é uma desavença com o Estado democrático e de Direito.

8 - Ele reconhece o que é, ou qual é a potencialidade das drogas. Ato falho? Talvez! Se, “as drogas” fez com que a América Latina se tornasse uma bomba-relógio, boa coisa não é! E, onde é que nós podemos constatar INTERVENÇÃO CRESCENTE por parte dos EUA? Posso constatar e dizer que há presença militar americana em todo O MUNDO, mas, é tão somente por causa das drogas? Há presença militar sim em muitos países da AM. Mas, não é, ou não foi, ou não tem relação direta com o combate às drogas. Não todas!

Por fim, é sim, um direito dos EUA tentar impedir a entrada de drogas em seu território!

9 - Outro equívoco do autor. Ou pior: outro ato falho! Ele confessa que as drogas, e não apenas a sua proibição, nos atinge de forma indireta, ou “externalidades da guerra conta as drogas”. Lamento dizer, que “violência urbana” nem sempre, a maioria dos casos, não tem relação direta com as drogas. E “abusos policiais”? Qual a relação poderíamos encontrar entre o abuso de poder dos maus policiais, com a legalização das drogas? Revistas e buscas equivocadas? Este autor parece-me ter algo contra as instituições democráticas! Afinal, revistas e buscas, confiscos de propriedades, são ações que ocorrem dentro da lei. Se existe outros tipos, estão tão fora da lei, quanto traficar drogas.

10 – Não subestimemos o poder de nós mesmos. Defender a legalização das drogas, é um direito expresso em lei, mas, pensar que nossa sociedade aprenderá e será melhor com a legalização “das drogas” é atribuir poderes sociais que não temos.

Se, e é fato, as drogas sendo ilegais, já nos causam tantos problemas de saúde pública, de família, de violência, de confronto de poderes, para mim, é estranho, pensar que favorecer a situação legalizando “as drogas” teremos poder para “diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.”

Epa! Outro ato falho? “OS EFEITOS NEGATIVOS QUE DERIVAM DO CONSUMO E ABUSO DE CERTAS SUBSTÂNCIAS” –

Ué! E não é isto que nós, os que NÃO queremos a legalização tentamos dizer sempre? Os efeitos negativos, são mais devastadores, do que todas as positividades que se possam dizer que há na legalização das drogas.

Observações finais

O uso “das drogas” em laboratórios, em pesquisas médicas, científicas É OUTRA COISA!

O pior é que, sempre querem defender o direito individual de se poder usar esta ou aquela droga; tenho o direito de fazer o que quiser, quando, como e onde.

Mas, as consequências diretas e indiretas são cobradas do Estado, do Municípios, dos legisladores, dos policiais, dos médicos, dos pais. Como por exemplo: O Estado não tem clinicas para dependentes; os policiais são violentos e abusam do poder com o dependente; os municípios não têm estrutura para os jovens; a polícia não coíbe a criminalidade; os pais não sabem educar os filhos; ...

As liberdades individuais podem ser usadas para deixar o cidadão o indivíduo se encalacrar, mas, a responsabilidade posterior, já não é mais dele, e sim de todos nós, que pagamos, pagaremos, e ainda podemos sofrer as consequências de se permitir estas liberdades individuais extrapolares as regras sociais existentes.

 


  

Pericles Augusto Rocha de Toledo

Não creio...Tudo que é legalizado tem sua imagem no mercado paralelo. Os traficantes continuariam a vender sua droga tranquilamente a um preço menor que o governo pois a droga vendida pelo governo será muito mais cara devido aos impostos. É o mesmo caso de loja x camelô. Se a legalização fosse hoje a droga legalizada já estaria, de início, custando pelo menos 3 x mais que a vendida pelos traficantes.
Paralelo a isso haveria muitos desastres por motoristas drogados, afinal, todas elas amortecem o alerta cerebral. Ainda não há "bafômetro" para drogas. Quem defende a legalização das drogas tem interesse financeiro nisto.

 


  

Adalberto Martins Ferreira

A legalização das drogas só interessa aos próprios traficantes. Para quem já detêm o monopólio na marginalidade, com apoio velado de muitos governos, a legalização é o salto que falta para a hegemonia total, inclusive política. E o interesse que está por trás não é só econômico, mas muito mais ideológico e político. Quem duvidar, vá pesquisar.

 


  

Edalton Pereira

Vou dar 10 razões para a não legalização da maconha.

1 - A maconha pode alterar o funcionamento dos neurônios.
2- Coitado de quem pensa que a legalização da maconha vai fazer com que acabe com o trafico, os traficantes vão fazer como eles fazem em países que a maconha é legalizada, irão vender por valores menores do que a empresa legalizada.
3-Vocês vão ver todo tipo de alimento a base de maconha, chocolate de maconha, batatinha sabor maconha, perfumes com essência de maconha etc...
4- Irão ver seus filhos que jamais tiveram acesso a este tipo de droga, com um tablete de chocolate com maconha em uma mão e um refrigerante refrescante sabor maconha na outra.
5- Os centros das cidades terão maiores seguidores do Crack, porque o usuário de maconha daqui a alguns anos irão querer algo mais forte, e vão se desviar para o uso do crack.
6- 92% dos usuários de crack passaram pela maconha, depois pela cocaína e chegaram no crack.
7- As pessoas que são viciadas em drogas esquecem da sua vida social, familiar e econômica e passam a viver em favor da utilização desta erva maldita.
8- Nós que durante anos lutamos para viver longe desta droga maldita, vamos ser obrigados a caminharmos pelas calçadas e sermos bombardeados por baforadas de maconha em nossas narinas. ( seremos fumante passivos).
9-Contemplarão jovens, pais e mãe entrando em suas casas alucinados e com um serio retardamento mental, fala pausadas, raciocínio lento etc...
10- poderia ficar aqui escrevendo mais de 1000 motivos para a não legalização desta destrutiva droga que vem acabando com famílias em todo território brasileiro. Antes de legalizarem esta erva maldita perguntem aos pais o que eles sentem quando vêem seu filho chegando em casa alucinado ? Com certeza os pais de verdades dirão que daria a sua própria vida em troca da vida dos seus filhos longe das drogas.
Por fim fica aqui o desabafo de quem viu muitos amigos escolherem o caminho da maconha e depois procurarem algo que desse mais adrenalina e pularem para a cocaína e depois de algum tempo destruir sua vida em um caminho sem volta que é o caminho do crack.
A maconha nada mais é do que a ponte que levará para o crack.

 


  

Joubert Souza

Legalizar as drogas não é a solução, a solução está na concientização do potencial destrutivo desse tipo de substância, através da educação.
Se mostrarmos de forma clara e objetiva às nossas crianças todas as consequências do consumo de substâncias entorpecentes, com certeza iremos reduzir, significativamente, o número de viciados no futuro, a educação quando bem processada opera maravilhas.
Quanto a questão de levar a luz ao mercado negro, sob o argumento de que haverá redução de preço, ou que vai reduzir a possibilidade de corrupção, tais argumentos não subsistem, o preço é definido pelas leis de mercado, é a demanda que vai ditar o preço e como estamos falando de algo que vicia, estará sendo criada uma demanda natural, o que permitirá ao produtor/comerciante a manipulação do preço a seu favor. Quanto a questão da corrupção, estamos falando de uma característica inerente ao ser humano, sendo que uns a manifestam e outros não.
Não é porque a atividade estará legalizada, que o fiscal/policial corrupto vai deixar de extorquir o produtor/comerciante, se fosse assim, não haveriam policiais ou agentes de trânsito tentando levar vantagem quando alguém comete uma infração de trânsito.
Devemos continuar a combater o comércio e o consumo das drogas, sob a pena da degradação total da nossa sociedade. E, esse combate deve ser cada vez mais rigoroso, e sem trégua. NÃO ÀS DROGAS.

 


  

Sidiclei Lima

Para burguesia será ótimo, pois para o pobre, o inferno será pior do que já existe.
Quero dizer sem muitas palavras, que quem é a favor da liberação das drogas, não vive com os rastejantes que vivem pelas periferias do Brasil.

 


  

Fernando Fonseca Lopes

O controle pelo poder público deve ser rigoroso para que não se transforme em problema de saúde pública ainda maior, gerando uma epidemia de drogaditos, colocando em risco cidadãos no trânsito, ou alucinados avançando contra pessoas inocentes. Deve-se entender que liberar simplesmente é um tanto temerário, pois, liberdade em demasia colocará pessoas com controle sobre seus vícios em condições de igualdade com pessoas sem responsabilidade ou sem o bom senso necessário para utilização de tais substâncias. Acredito que deveria ser feito mediante receita médica, para pessoas que já estejam em situações de grave dependência, iniciando-se um tratamento em razão desta constatação e a fragilidade em que encontra-se a família, por equipe multidisciplinar com psicólogos, médicos e assistentes sociais. Em um segundo momento, deve-se limitar o poder alucinógeno por substância, e desenvolvendo etapas de um processo de liberação gradativa, avaliando-se impacto fiscal arrecadador, redução de crimes relacionados com o tráfico de drogas, enfim, há possibilidade de haver sucesso em tal iniciativa, desde que seja feita com responsabilidade, planejamento e profissionalismo.

 


  

Eurico Silva

Sou contra.

Os motivos que levam algumas pessoas usarem drogas não deve ofuscar os problemas fruto do desdobramento que há. Muitos Pesquisadores manuseiam substâncias diversas durante muito tempo, até se transformarem em drogas permitidas (Remédios). Então, quantos efeitos colaterais foram "experimentados" em laboratório pra se chegar ao produto final. Já com relação as drogas Ilícitas não há um décimo do trabalho efetuado com as Lícitas. Além das consequências físicas/psíquicas a seus usuários, há inúmeras consequências indiretas também a seus familiares.

Não podemos esquecer, também, que alguns efeitos podem ocorrer muito tempo depois do uso. Assim, quando vemos inúmeros problemas na velhice, dificilmente identificamos as causas como sendo o uso de drogas, mas não raras vezes foi o que eclodiu.

E, principalmente, o público consumidor que fica entre 14a e 20a, aproximadamente, onde ainda não há informação suficiente pra se ter um juízo de valor das coisas que propicie um raciocínio inteligente das "variáveis" que envolvem.
Na Europa já foi tentado, porém, o pior foi ter que dar um passo atrás na busca pela solução.

Uma possível solução pode ser o controle de insumos que participam direta/indiretamente da produção e/ou extração das drogas ilícitas, associadas a ações repressivas mais inteligentes, não apenas da polícia mas de outros entes como os órgãos de saúde e justiça, por exemplo.

 


  

Patricio Angelo Costa

É impressionante como o ser humano tem uma tendência de sempre querer combater, o efeito, e nunca a causa. No caso dos acidentes de automóveis, enchem as estradas e vias urbanas de controladores de velocidade "pardais", conclusão: aumento da arrecadação e nenhuma eficácia contra os acidentes; no caso das drogas, querem agora a liberação delas, conclusão: aumento dos viciados porque haverá facilidade para aquisição delas. Agora, nunca pensam por exemplo em uma melhor formação dos condutores com aulas práticas nas estradas, à noite, em dias chuvosos, sob neblina, rigor nas ultrapassagens nas estradas(que é a causa da maioria dos acidentes); melhorias das estradas, nas sinalizações. Mais rigor no caso do condutor embriagado com a perda do veículo e a obrigatoriedade de indenizar a vítima, inclusive com compromissos vitalício no caso de sequelas que implique aposentadoria da vítima, etc. No caso das drogas, estabelecer prisão perpétua do traficante e todos aqueles que negociem drogas(aí você estaria combatendo a causa). OK, é o que eu penso.

 


  

Joao de Oliveira

boa tarde a todos,

em primeiro lugar, na minha modesta opinião, não se pode fazer afirmativas tão concretas acerca de um futuro incerto, tentarei demonstrar o que também poderia acontecer...
assim comentarei alguns tópicos:
1- discordo. o lucro dos traficantes continuará existindo, vide o que acontece hoje em dia com o cigarro, por exemplo (pirataria). ademais a lei da oferta e da procura continuará regendo o negócio, como qualquer outro.
2- discordo, o preço é regido pela lei da oferta e da procura. haveria a necessidade de investimento de bilhões na produção para poder-se afirmar que o preço reduziria.
3- discordo parcialmente. somente a fabricação "legal" seria atingida com tal medida.
4- discordo. uma vez que o político elegeu-se com ajuda de criminosos, ele não mais poderá ser considerado isento, pois sempre deverá favores e necessitará de novos "financiamentos".
5-discordo pelos mesmos motivos supracitados. há que se combater, primeiramente, a corrupção. a ligação com os narcotraficantes é somente um efeito secundário, como já foi com os bicheiros, donos de bingos, etc..
6-discordo. o fato de legalizar não acabaria com os traficantes, apenas os deixaria mais criativos, trazendo novas drogas. o que o governo faria? começaria a produzí-las também? existem hoje mais de 2000 tipos de substâncias entorpecentes no mercado mundial.
7-discordo. cada país tem autonomia para armar ou desarmar seus cidadãos, essa é uma questão de princípios. quanto às investigações, elas são cada vez mais necessárias em um mundo com crescente atividade "terrorista". cabe ao cidadão de bem obedecer as Leis de seu País, caso a sociedade discorde de alguma delas, ela tem meios para modificá-las através de seus representantes, eleitos democraticamente. não entendi o que a censura tem a ver com o combate às drogas. também sou contrário à censura.
8- "desativar a bomba-relógio"? a presença militar norte-americana é uma questão de política externa daquele país. o pretexto não é somente o combate às drogas, mas também a preocupação com áreas de fronteira e o viés comunista-armamentista de alguns vizinhos sulamericanos, aos quais o Brasil tem certa simpatia, inclusive financiando benfeitorias a bilhões de reais, isso sim, preocupante.
9-discordo parcialmente. a legalização não trará o fim do tráfico ou da criminalidade a que essas populações estão expostas.
10-discordo. a sociedade já convive com as drogas. no Brasil, por exemplo, a maioria dos acidentes com morte no trânsito estão relacionados ao uso e abuso de álcool, uma droga legalizada. quem mora nos grandes centros convive com os usuários de crack, verdadeiros mortos-vivos nos abordando nos semáforos e redondezas, mendigando, roubando e matando para sustentarem o seu vício.

mais uma vez, na minha modesta opinião, a resolução do problema das drogas passa por uma melhora substancial na educação das nossas crianças e jovens e na abordagem terapêutica (médica e psico-social) dos dependentes.

haveremos que procurar as verdadeiras causas que levam uma criança ou jovem a experimentá-las e depois tornar-se dependente e, a partir daí, estabelecermos uma estratégia de combate, certamente em uma sociedade mais madura do que a nossa dos dias atuais. a simples legalização não me parece uma saída.

 


  

Franio Luiz Nogueira Pinheiro

Essas razões se sustentam nos países que já legalizaram as drogas?

 


  

Ruyter Catano Borges

Engano de muitas pessoas, inclusive com formação acadêmica, ou principalmente!
O "Saco da ambição", nunca vi dizer que teve fim!
Se é algo que faz mal a saúde da pessoa humana, e ainda causa dependência, como ser legal?
Se um dia o governo instituir isso, teria que constituir um fundo para assumir para si todo e qualquer danos causados pelos desvios... Como se já não cumpre nem com os problemas de saúde natural!!!
Desculpem os defensores... É muito de mal grado incentivar algo assim!!!

 


  

Pergentino Filho

Concordo plenamente! Afinal, de nada adianta ser proibido e o governo não ter capacidade para conter a comercialização. Afinal até hoje nunca houvi alguem falar que não usou drogas, porque não conseguiu encontrar pra comprar! Quem quer usa, quem não quer não usa, e pronto!

 


  

Luis Marison Ribeiro

Legalizar ainda é melhor que proibir. O assunto é dificil, talvez por isso que os governos insistem apenas na proibição. Penso que a legalização é a melhor porta para encarar o problema de frente e melhorar o tratamento dos viciados com politicas fortes de saude pública, com profisisonais capacitados, do que repressão. Além de diminuir a participação corrupta das autoridades na jogada. O caso do cigarro é um bom exemplo. As campanhas "não fume" e fiscalização do tabaco evoluiu bastante. Dos males, o MENOR é legalizar.

 


  

Péricles de Lima

Realmente essa é uma discussão muito difícil e radical, pois temos que ir até a raíz do problema. Portanto, não se trata de uma discussão que será encerrada com alguns comentários. É uma discussão para se tratar organizadamente em coletivos, que estejam dispostos a enfrentar setores da direita e da esquerda e até mesmo, dependendo a mobilização, do tráfico de drogas. Por isso, deixo aqui os parabéns e minha admiração pela coragem do autor do artigo.
Façamos uma simples comparação da droga ilegal com a legalizada. O álcool está legalizado. Qualquer um vai a um bar e toma cachaça o quanto quiser. Porém, uma criança de 10 anos não toma cachaça no bar, pois está regulamentado. Mas, uma criança de 10 anos compra maconha, cocaína ou qualquer outra coisa na "boca de fumo" e depois, ainda se torna distribuidora (avião).
Portanto, a sociedade tem que deixar a hipocrisia de lado e discutir a fundo o problema das drogas. Não é uma questão de cadeia, mas de saúde.

 


  

Marcelo Rodrigues Sérgio

Senhor Juan Carlos Hidalgo,

Não faço a menor ideia de como vossa senhoria chegou a estas dez conclusões, das quais descordo integralmente de todas.

Na minha humilde opinião, que nem de longe é de um intelectual ou mesmo de um estudioso na área, a legalização das drogas não produzirá outra consequência, senão o surgimento de uma nação de dependentes químicos, totalmente incapaz para o trabalho, o estudo e mesmo para o convívio social.

Como mencionei, nunca fui pesquisador do assunto, mas falo com a propriedade de quem conhece inúmeras pessoas que desperdiçaram futuros promissores por causa do vício em drogas.

Como advogado, cidadão e como pai, não quero acreditar que pensamentos, iguais ao do senhor, possam prosperar em nossa sociedade.

Acredito que existam alternativas mais eficazes para o combate ao tráfico, dentre as quais cito a melhoria da educação, a criminalização do uso de entorpecentes, esta acompanhada de um melhor sistema prisional, o combate mais sério a corrupção, dentro outras.

Sinceramente, senhor Juan Carlos, espero nunca chegue o dia em que meus filhos (e os de qualquer outra pessoa) possam sair de casa para, livremente, comprarem alguns gramas de cocaína para dividirem com os amigos.

 


  

Antonio Luiz Maia

A OAB perderá 90% dos seus clientes,portanto voto vencido.

 


  

Antonio Ferrande

Eis aí uma questão tão ou mais polêmica que o aborto. Prova disso está no volume dos comentários abaixo - muito maior que aqueles quando o JusBrasil divulgou coisas nefastas que estavam para ser aprovadas pelo nosso congresso.

Liberada a droga ou não, o "maluco-beleza" continuará morrendo de overdose. Liberada ou não, ele continuará se bombando a qualquer custo - e será alto! Ou acham que o governo aprovaria a "venda" ao consumidor final abaixo do que se pratica no mercado negro?

Muito complexo e no momento, me desculpem, acho que devemos por foco em outras coisas. A sucessão governamental pode por esse país num rumo menos errado ou errado de vez. E se isso ocorrer, não haverá polêmica, mas apenas lamúrias.

Abraços a todos!

 


  

Jose Arlindo de Souza Leal

Achei muito interessante e pertinente esse texto. Precisamos enfrentar o debate sobre as drogas com menos preconceito e moralismo. Legalizar ou descriminalizar as drogas não é obrigar as pessoas a consumi-las, mas apresentar outro tipo de combate ao seu sub mundo de violência. Acredito que tirando o fetiche do PROIBIDO, pode deixa-las menos atraente, principalmente, para os adolescentes, seu grande público. Está provado que desse jeito em vigor a guerra está perdida. Tem gente que quer usar droga e não se vê como bandido. Não tenho certeza que a legalização terá o efeito esperado, mas é evidente que a proibição mostrou-se ineficaz.



  

Cesar Prim

Sr. Juan Carlos Hidalgo,
É óbvio que existem 2 pontos de vista antagônicos em relação às drogas em geral. Um a favor da legalidade e outro contra. Eu, até a presente data, ainda não formei uma opinião sólida a favor de uma tendência ou de outra, pois as drogas realmente são um problema social muito grave e é muito difícil e confuso tomar partido de uma ou outra vertente. Talvez a legalização seja mesmo a opção menos ruim, mas um fato me intriga: o que vão fazer os milhares e milhares de criminosos que trabalham no mundo todo no comércio ilegal das drogas? Qual seria uma alternativa profissional para eles que vão perder seu trabalho? Será que vão virar flanelinhas? Será que se tornarão políticos? Será que se tornarão cidadãos de bem? O que o Sr. acha?

 


  

Alexandre Romeu de Oliveira

nossa nossa oque e isso legalizar as drogas que mundo nos vivemos porque
já esta ruim desde jeito porque são muitos fisiados muitos roubos para manter o
fisios se legalizar vai ficar muito pior do que já esta
legalizar as drogas nem pensar OK;....

 


  

Nestor Truite Jr

Acrescento o fato, já discutido aqui por colea oncologista com filho doente, de familia de paciente, hoje atendido por mim, com epilepsia refratária muito melhor controlada com Canabidiol, obrigada a traficar a droga para conseguir o tratamento, sem assistencia do médico proibido de tratar do assunto.

 


  

André Martinez

Com todos os títulos do Sr. Juan Carlos Hidalgo, como cidadão emérito, este, jamais convenceria pessoas que não usam drogas a sujeitar nossa sociedade e, também, nossos familiares e entes queridos a estarem livres para consumí-las livremente/legalmente.
A família não pode aceitar isso como coisa banal.
Ainda que as razões do Sr.Juan Carlos Hidalgo nos sugira o fim da corrupção, violência, etc., não dá para conviver com isso na farmácia ou no bar próximo de nossas residências.
Normalmente quem tem este tipo de pensamento vive a margem da lei (fazendo uso recreativo de substâncias químicas proibidas) e está contra o que a moral e os bons costumes nos apresenta como lícito.
Quem disponibiliza um dinheirinho para comprar um "baseado" ou um "papelote de pó" deve saber que, antes dos danos que isso poderá causar em sua saúde, a médio ou longo prazo, isso trará riscos para a sua liberdade em geral.
Pois, o usuário/viciado está sujeito a escravidão e ao cativeiro que o consumo das drogas traz para a sua própria vida.
Reparemos que o tempo no futuro do pretérito (colocaria, reduziria, faria, acabaria, deixariam,, etc.) no texto apenas - sutilmente - nos indica que "seria" uma alternativa para a solução deste problema.
Romântico demais estas tais "10 razões...".
O buraco é mais fundo do que imaginamos e está oculto dentro de cada homem.
Cabe a cada indivíduo se despir de toda mentira e engano e buscar uma vida que preze pela verdade em tudo o que se faz.
Sobre o tema, fico com a frase de Friedrich Wilhelm Nietzsche: "Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos."
Chega de enganos, chega de mentiras para nós mesmos!

 


  

Claudio Cardoso Bernardo

Concordo com Mauricio Eler, Joel Carvalho e Anamartha Dantas Neves.
Pessoas que defendem a legalização das drogas demonstram uma visão distorcida da realidade ou age em causa própria.
Uma vez eu li uma matéria onde um jovem (viciado) matou a sua avó por ela não querer lhe dar dinheiro para que ele pudesse comprar drogas.
Eu pergunto. Se as drogas fossem legalizadas esse jovem NÃO cometeria o crime?
Resposta: É claro que que ele cometeria.

   


  

Diogo Azevedo

Nossa!

O álcool como exemplo de convivência social? Existe controle para veda de álcool para menores no Brasil?

Nós temos uma sociedade tão preparada para liberdade que precisamos de leis para dizer o que todos já sabem!

Precisamos de uma lei para dizer que é proibido beber e dirigir?!
Precisamos de lei para dizer que é proibido bater na mulher?!

Tudo isso já faz parte da educação, moral, ética, honestidade...
Qualidades que no Brasil, sejamos sinceros, ainda são muito incipientes.

Sinceramente, acho que o estudo feito em outros países nem sempre são aplicáveis no Brasil.

 


  

Milton Carlos Cinque

Só quem a legalização quem possui interesses escusos. Só quem luta para legalizar é quem nunca viu um homicídio cometido por um usuário no auge da "fissura" pela droga; nunca viu o estrago que o vício causa no dependente e na família. Puro demagogismo falso, hipocrisia batarda e relapsa. Não é questão de Direito e sim questão de inteligência: legalizando haverá mais oferta que procura, com certeza o preço irá abaixar, mas quem disse que o problema é o valor? O problema é a oferta, não o preço. Mais drogas é igual e mais consumidores, que é igual a mais viciados, que é igual a mais violência. Pura questão de lógica. Quem luta para legalizar o consumo de drogas vive num mundo utópico e ilusório, querendo comparar Brasil com países onde "DIZEM" que a legalização deu certo. Falsos moralista hipócritas que não conhecem nada da realidade do submundo brasileiro.

 


  

Carlos Alberto Castro Martins Martins

Drogas e armas transitam no Brasil e em qualquer país porque os políticos e os governos querem. Por onde entram essas perniciosas fontes de infelicidade? Até eu sei. Pelas fronteiras, pelos portos, pelos aeroportos. Gastamos 300 milhões com a Copa do Mundo que nenhum benefício trouxe aos brasileiros, temos 500 mil soldados no exercito comendo fazendo ginastica o dia todo, somente esses dois recursos bastariam para acabar com esse imenso câncer que escraviza e torna cada dia mais miserável este país.

Carlos

 


  

Almerinda Jesus

Eu não concordo com sua tese de 10 razões para legalização das drogas, o que precisa mesmo é de 10 razões para ter pra se construir uma família estruturada, porque quando não se tem amor e afeto dos próprios familiares é o que leva a os maioria a procurar nas drogas o preenchimento do vazios que há nos usuários.



  

Perciliano do Nascimento

O Mauricio já citou tudo o que eu citaria a respeito do artigo em questão, apenas acrescentando que quer seja um intelectual ou um analfabeto, só há dois motivos para se concordar com a liberação: "gostar da coisa" ou não ter nenhum problema na sua família (envolvido com drogas). Para que eu repense sobre meu ponto de vista, seria necessário que me apresentasse uma pesquisa (séria) sobre o resultado no geral (redução do consumo, redução da criminalidade, etc) onde as drogas estão liberadas.

 


  

Kleyton Davila

Legalizem os homicídios também, afinal se gasta tanto pra manter homicidas nas cadeias, assim como o aparelhamento da polícia, material humano, investigações... etc e etc.

Barateamento das drogas vai reduzir o problema?

10 razões totalmente contraditórias, em todas as razões é possível demonstrar que esses pontos positivos terão pontos negativos e vão gerar outros problemas talvez até mais sérios, tanto sociais quanto legais e civis, a guerra entre facções jamais vai terminar, legalizando ou não