domingo, 10 de novembro de 2013

MEDO DE SI MESMO



Semana passada escrevi que não conseguimos usar nem a metade do nosso intelecto, os motivos são muitos, entre eles está o medo, o receio a covardia que temos sobre esse intelecto, de se assumir como uma mente brilhante, com um ser, com a capacidade de ir além , muito além do que já conseguimos até hoje. Assim ficamos refém desse medo, nos acovardamos, deixamos de pensar, de inventar, de criar em pró de uma serie de idiotices do cotidiano mais puramente aceita, idolatrada e endeusada, como é o casos das inúmeras religiões comprovadamente inúteis e degradante, de literatura ruim, de programas tosco de televisão, de jogos, do excesso incontrolável de tecnologia, do endeusamento em termos de pessoas medíocres as chamadas celebridades, como se houvesse no planeta celebridade mais importante do que a si mesmo. Se se fizermos o mínimo de esforço possível a medicina, a ciência, a ética, a ponderação e o bom senso daria, em poucas décadas, um salto de 500 anos.

Entretanto em pleno século XXI o INTOLERANTISMO atrasa esse avanço, e em alguns casos em 500 anos, A Rússia atual, os EUA atual, a Argentina e a Venezuela é um típico caso de atraso de 500 anos, ao invés de evoluirmos, em algumas aéreas estamos sim regredindo.

É como diz o filosofo, "A maior das maravilhas não é conquistar o mundo, mas conquistar-se a si próprio".