sábado, 8 de junho de 2013

BIOGRAFIA HUMANA (IAN CURTIS E ALBERT CAMUS) PARTE 5



IAN CURTIS - PARTE 3

Atmosfera

Andar em silêncio
 Não vá embora em silêncio
 Veja o perigo
Sempre o perigo
Conversa infinita
 Reconstrução da vida
Não vá embora
 Andar em silêncio
Não dê as costas em silêncio
 Sua confusão
Minha ilusão
Destruindo-se como uma máscara de ódio-próprio
Confronta e, então, morre
Não vá embora
 Pessoas como você acham fácil
 Despidas para ver
Andando no ar
Caçando pelos rios
Através das ruas
Em cada esquina tão cedo abandonada
Colocadas com o devido cuidado
 Não vá embora em silêncio

Não vá embora

 "Tenho este pequeno livro aqui. Cheio de letras, é. Acabei de retirá-lo e ver se consigo encaixar algo dentro eu tenho um monte de letras na reserva ... todos esperando lá dentro. Vou usá-los quando a música certa aparecer. Às vezes é uma linha de uma música misturada com uma linha da outra. Às vezes a letra inicial fica completamente mudado ... ele só fica usado como um guia de letra e leva a alguma outra coisa. Você nunca sabe. Mas Eu tenho que ter essa reserva ... esse "banco lírica. Algumas das canções são dois, três anos de idade. Leaders of Men ', por exemplo. Eu não escrevo sobre qualquer coisa em particular. É todo o material subconsciente. Scribble ... às vezes sentimentos ou coisas que surgem em sua cabeça. Será que isso soe pretensioso? " Ian Curtis, entrevista com Mick Middles, 1978.

O suicídio, o impacto do SILENCIO  que veio desse ato, a vida, as amizades, o comportamento as vezes normal, as vezes o contrario, nada disso prova, ou conclui que a IAN CURTIS teve uma vida devastada pelo SILENCIO, prova apenas que em determinados momentos a vida se tornou demasiadamente louca, barulhenta e um tanto 'impossivel' de suportar. IAN   no final das  contas teve uma vida como outro qualquer, é isso.Nem sempre vivemos e terminamos a vida de modo como 'as pessoas esperem que terminem, há no percusso dela os momentos silenciosos, deliciosos, e tortuosos, e sobreviver a isso é uma questão de ir além da própria vontade de viver, ou melhor é ir além do conceito anormal de se viver..