quarta-feira, 5 de junho de 2013

BIOGRAFIA HUMANA (IAN CURTIS E ALBERT CAMUS) PARTE 4

ALBERT CAMUS - PARTE 2



E por ultimo o ESTRANGEIRO mostra que, mesmo sem praticarmos um homicidio, mesmo sem nos tornarmos um ladrão, um  mal caráter, um INCONVENIENTE, ainda assim somos julgados por todos, somos literalmente todos os dias colocando em um banco de réus qualquer, sobreviver a isso é o que faz tudo parecer de fato um ABSURDO, e por outro lado, quando  há este lado obviamente,  tudo se torna numa deliciosa experiência em vida, ainda que as vezes cruel, e desumana.

O ESTRANGEIRO, nos ensina didaticamente, que o melhor da vida é ser, UM SER PATÉTICO, a seriedade com que analisamos a VIDA é que faz tudo parecer tão sofrido, tão tão grotesco, ABSURDO e sem explicação. É como diz MEURSAULT: "Tinha tido razão, ainda tinha razão, teria sempre razão". O SIMBOLISMO da razão, na razão no ser humano, será sempre PATÉTICO, por tudo que já provamos que somos.