sábado, 27 de outubro de 2012

A MORAL NO SECULO 21



Não há moral absoluta, não há moral superior, e por ultimo não há moral que se aplica ao todo, dito isso chega a ser irritante que em pleno seculo XXI as pessoas insistem em impor seu conceito de moral, de moralidade, em alguns casos fazem de seu fanatismo moralista uma lei, uma praga, um dogma, um crime, uma especie de intolerantismo repugnante.

Cada um, de acordo com vários fatores tem sua própria moral, sua própria essência moral vamos dizer assim, uma moral -absurda, sim, toda moral por mais obvia que aparenta ser ela é ABSURDA, sempre será ABSURDA, pois nasce na imposição ao outro, não apenas absurda, é também bizarra, ao querer impor mentalmente algo que o outro é totalmente indiferente ao que pensamos sobre este ou aquele ato, assunto, tema, comportamento. Com isso, o ser com excesso de moral, de moralismo é um SER DOENTE, deixa de viver para impor para si e ao 'outro' um estilo de vida contrária a si mesmo, em alguns casos a sua própria essência, personalidade-animal.

O meu conselho a este tipo de DOENÇA: seja indiferente ao outro, não importa o que pensam, o que falam ao seu respeito, ao seu jeito de ser, de pensar de se expressar e de se comportar, doente nesse caso é sempre o 'outro', doente é todo aquele que se esconde atrás uma falsa liberdade , para impor sua MORAL, para impor seu ódio disfarçado de MORAL. É fato, sempre vai haver MORALISTA, alias no fundo todos somos moralista, a questão que em alguns casos, ou melhor na maioria dos casos, o individuo leva demasiada a serio seu conceito de MORAL seu falso moralismo hipócrita, todo moralista é hipócrita, assim como todo cristão é fanático, todo moralista é hipócrita um não existe sem o outro, o moralista não se vê como doente, não se olha como moralista, ele não se enxerga não percebe que sua implicância moralista  é no fundo sua essência covarde em assumir determinada ação, ou em anguns notórios casos uma especie de inveja, portanto vai ai, um conselho: INDIFERENÇA e siga em frente, a vida é demasiada curta para coisas ridiculamente medíocre.

CONTINUA AMANHA