sábado, 17 de julho de 2010

PÂNICO , CQC E O HUMOR FUNESTO - PARTE 2


MAIS TUDO BEM não vou entrar no mérito do moral ou imoral, mesmo porque este é um blog sem moral. O que definitivamente não entendo, não compreendo é como podem existir telespectadores, fãs para tais programas, como alguém em sã consciência pode sentar na frente da telinha , ficar uma hora e conseguir sorrir, achar graça ou mesmo a se divertir, se isto é um tipo de programa de entretenimento, sinceramente acho que estou no país errado, e continuo, como alguém pode ter um sujeito desses como ponto de referencia para o que quer que seja. Como podem existir empresas que patrocina tamanha aberração, como uma logomarca gasta milhões se identificando com o bizarro, dizem que o tal CQC é cópia de um programa argentino, ainda assim me custa a acreditar que los ermanos criaram algo grotesco, sem identidade, sem carater e personalidade.

As vezes fico constrangido só por lembrar que a nossa televisão apresenta programas tão sem escrúpulos, fico revoltado em saber que existem empresários que patrocinam um programa que tem como tonica debochar, ridicularizar publicamente as pessoas. Definitivamente a algo de muito INSANO E FUNESTO EM NOSSA SOCIEDADE.

Eu sou declaradamente um ANTI GLOBO, REDE GLOBO, mais ao mesmo tempo que cuspo fogo contra as organizações MARINHO, tenho que admitir que, sinto orgulho em morar em um país que existem emissoras como a REDE RECORD, SBT, E REDE GLOBO, pois estas - ainda - não sucumbiram diante de programas chulos, que envergonha a todos que tem um mínimo de bom senso.

Programas como CQC(custe o que custar, é isto mesmo? ou é piada?) e Pânico são tão vergonhosos que não merecem sequer serem tratados como tal, e para quem discorda, tudo bem, não vou discutir com os milhões de devorados de merda mundo afora, afinal há de se respeitar a liberdade de expressão ainda que esta liberdade seja , as vezes, sinonimo de INTOLERÂNCIA - Ou será que, o termo certo seria, um estranho e maldito excesso de TOLERANCIA. Por mais ironico que seja, pelo menos da minha parte, há de ser limites, até para o ridículo, para o grotesco, e para o bizarro. Realmente é lamentável......................

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