terça-feira, 25 de maio de 2010

A MORAL DOS COSTUMES - PARTE VII

A inutilidade da nossa inteligencia, só não é mais suprema, porque temos o costume de sempre e sempre analisar as coisas pelo lado humanoide, ou seja, que sim nós somos HUMANOS, somos filhos de DEUS-pai-o-todo-poderoso, somos inteligente, somos racionais, somos dignos, somos ridículos, somos estúpidos e somos intrusos, e tudo, por mais que os costumes nos acostuma, nos acostumou , não muda em absolutamente em nada, a grande verdade nisso tudo é que nada nos diferencia dos outros seres, a civilização só existe dentro do conceito do bendito costume, de achar que nós somos os únicos seres pensantes, os únicos abençoados e toda a ladainha de sempre. No globo terrestre o homem sempre foi e sempre será, apenas mais um típico animal, como outro qualquer que nasce, vive e morre, qualquer coisa além disso é COSTUME, algo compreensivel e ao mesmo tempo BIZZARO , assustadoramente humano.

Descredenciar, humilhar, pisotear, ridicularizar, menosprezar, tudo isso é necessário para combater o chamado lado humano da sociedade, da civilização. É preciso is as ultimas consequencias para desmascarar o lado humano do ser, é necessário desmascarar a civilização a qualquer custo, acho mesmo que temos que assassinar o conceito de ser humano, é prudente relembrar que nós somos apenas mais um entre, bilhões de vermes, germes, na terra, sobretudo temos que massacrar tudo que provem do humano. A nossa arrogância é tão pobre, é tão dona de si, é tão suprema, que me acho no supremo direito de continuar a cuspir na cara da humanidade, talvez, assim. quem sabe um dia, nós nos tornemos um pouco mais , qualquer coisas que seja sinonimo de humildemente-humilde e agradecido por isso, sem necessariamente ser humano.

TEM QUE SER ARROGANTE AO EXTREMO, para combater a NOSSA SUPREMA ARROGÂNCIA. E tem-se que ser extremamente CÍNICO para descrever, os nossos magnificos COSTUMES.