sábado, 22 de maio de 2010

A MORAL DOS COSTUMES - PARTE IV

- Todos os animais terrestres (e existe algum outro animal que não seja terrestres, animal) tem suas peculiaridades, suas próprias habilidades, sua própria capacidade de se defender, de viver diante de seus semelhantes, seja em colmeia, matilha, ou sociedade. No entanto somente nós, temos o inexplicável COSTUME de se achar diferente, como se o costume de fazer sempre as mesmas coisas, de cometer sempre os mesmos erros, lhe concedesse o direito de se achar um 'ser humano, um animal racional', não é assim que nós orgulhosamente nos referimos sobre nós mesmos. O que nos diferencia mesmo dos outros irmãos animais, é o costume que temos, que sempre tivemos de achar, que nós somos os escolhidos, que é nós e não o jumento que é digno de respeito, de amor, de amar, de compaixão e todas estas coisinhas tipicamente animal. Malditos costumes, o que séria do homem, se a anta, o asno e o burro também se enveredassem por estes mesmos costumes. Todos os animas usa o INSTINTO como o meio mais racional, lógico de sobrevivencia, porém somem o homem, se acha no direito de pensar que sua sobrevivencia é devido ao costume que temos , em sempre valorizar uma suposta inteligencia, intelectualidade, como se isto nos fizesse merecer de credito, de algum tipo de respeito, além do que normalmente a natureza nos reserva, no entanto, é certo que esta suposta inteligencia, é mesmo fruto dos mesmo INSTINTOS, que é facultativo a todos os animais. A piada da existência humana é basicamente esta, acrescentada ao magnifica raciocínio, que nos raciocinamos,, que temos de achar que tudo tem um sentido, que não estamos aqui por nada, o costume sempre eles, é o responsável por tudo que não somos, ou melhor, por tudo aquilo que achamos que somos, de outra maneira, somos o que somos, que achamos que somos, graças aos costumes, tira-se este enigmático elemento, e o que fica??? apenas mais um animal , sem deus, sem escolhas, sem destino;

CONTINUA AMANHA