sábado, 6 de março de 2010

AUTOCRITICA - PARTE IV

Para que a autocrítica alcance o significado desejado da autocrítica, é importante que o país aplique este conceito em toda sua hierarquia. A grande imprensa tem a obrigação de transformar a autocrítica em um grande painel publico e notório, onde a rotina da autocrítica se transforme no principal alicerce da confiança necessária e esperada para qualquer instituição.

Mais do que fatos relatados, mais mesmo do que a liberdade de expressão no seu nível mais elevado e respeitado, e mais do que a imparcialidade da noticia,ou mesmo a parcialidade, a imprensa tem que ter sempre a AUTOCRÍTICA como rotina, caso contrário, perde-se todo o processo de respeito junto ao publico alvo, a menos, obviamente que este publico alvo, não seja tão alvo assim, seja mesmo um público no estilo 'fórum do orkut', onde todos que lá estão , estão pela mesma causa, pela mesma bandeira. Aí , o jornal, definitivamente perde o credito junto ao GRANDE PUBLICO.

A rotina, e a massificação da autocrítica em um pais, em uma instituição, é imprecindivel para que não seja acusada de hipócrita, e o pior de passar a imagem de um falso moralismo, porque quando isto acontece, junto vem o deboche.

Em países como JAPÃO, CHINA e INGLATERRA, é normal um politico se suicidar, pedir demissão , e até mesmo se isolar definitivamente da vida pública por um ato falho, isto na realidade, é a mais mordaz e eficaz autocrítica existente em nosso mundo atual. Implica que o país tem homens públicos honrados, que cometem excessos, erros, mais a autocrítica sobre isto é algo inegavelmente eficiente, pelo menos daquilo que se espera da instituição e do seu futuro.

SEGUE