domingo, 7 de março de 2010

AUTOCRITICA - PARTE V

Pode, a autocrítica se transformar em um pedido de perdão, desculpa?

Para explicitar está questão vou mencionar dois casos problematicos, e sempre atuais, o PRIMEIRO é o nazismo-alemão, o SEGUNDO é o genocídio-moral-cristão.

No caso nazismo-alemão, a Alemanha tem feito uma sistemática e permanente autocrítica sobre os acontecidos na segunda grande guerra mundial, e com isto, o próprio alemão vive hoje com a consciência tranquila, lá , a questão é debatida, repisada, existes questões polémica, existe, mais também existe a cultura permanente da autocrítica, o que terminou por fazer com que todos analisam o nazismo sem ligar diretamente o fato com o carater do cidadão-comum-alemão. A autocrítica alemã sobre estes fatos foi importante não só para evitar a repetição do horror, mais também para lembrar que o país não fugiu de sua responsabilidade. Talvez a questão aqui nem seja perdão, mais sim concientização de algo feito, de algo definitivamente condenável, lamentável, e para isso a autocrítica é necessária, não para se ficar eternamente... como numa espécie de auto tortura psicologica, se desculpando, se justificando, mais para que a verdade alcance seu devido lugar, ainda que esta verdade seja monstruosamente verdadeira.

E por fim o frase lá de cima perde o sentido, ou seja, 'nazismo-alemão' é mesmo patético, o nazismo é nazismo e isto por si só já acarreta uma serie de discussões , debates, e uma terrível sensação de que a humanidade não tem nada de humana, ainda que alguns achem o contrário.

CONTINHA AMANHA