segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A VIVACIDADE DO VIVER

Neste mês, ate o dia 31, pretendo provar, através da escrita, obviamente, que o homem é de fato a maior contradição em forma de aberração da natureza, um ser que apesar de fazer parte do todo, do núcleo natural das coisas, ele ao mesmo tempo repele e rejeita categoricamente a ideia de que ele faz parte da natureza, como um ser qualquer, não se sente, mas faz parte. De outra maneira o homem tem a vida em si e a rejeita, no sentido de colocar dezenas, centenas de objecções para se consolidar a efetividade do viver, ele como humano, se coloca em um patamar acima da natureza, e chega mesmo a se igualar a um tipo de deus bem peculiar e compreensivel, mas que, lhe tira completamente o senso de justiça pratica para consigo mesmo, lhe tira também o direito de pensar como um ser vivo a mais. (Continua)