quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A VIVACIDADE DO VIVER - PARTE 3

Pensar além do já pensado, pode ser criativo, inovador, coisa de gênio, pode também levar a loucura. A mente humana tem um limite e sair desse limite é o mesmo que querer pretender ser o que não se é, e o que nunca vai ser, pois é certo que o homem perde o contexto da 'vivacidade do viver' a partir do momento que começa as indagações de praxes que começa a pensar e imaginar coisas inexistentes como se o propósito da vida, como se ele, fosse o verdadeiro propósito da vida, sendo que a única verdade conhecida até hoje e que ninguém pode negar, é este: "que a vida em si justifica tudo", e ir além é querer se sentir superior ao próprio ato de viver, não se pode ostentar uma superioridade inexistente, não há nada que prove que nós somos o diferencial da natureza, óbvio, se for como 'destruidor', tudo bem, mas se for um tipo de ser diferenciado no sentido de agraciado e abençoado, então definitivamente é abominável, lamentável, apesar que é justificável esta retórica existencial que tem prevalecido na vida humana e lamentavelmente tem sustentado ou mesmo justificável. (Continua)