terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A VIVACIDADE DO VIVER - PARTE 2

O homem nasce e posteriormente sucumbi, e neste intervalo só resta uma alternativa: "A vivacidade do viver" em sua forma mais humana e sensorial possível, sem indagações, ocupações desnecessárias, e também sem sofrimento, do contrário perde sentido esta 'vivacidade do viver'. Porém algo inacreditável acontece, nós simplesmente abdicamos do direito de viver plenamente, para nos ocuparmos com os chamados 'indagações vivencial-existencial', que vem a ser a grande chaga pessoal da humanidade, pois a partir do momento, que nos concientizamos de que somos muito mais que uma formiga, ou melhor, que a nossa vida tem mais representatividade que a vida de uma formiga , ou então que há um propósito além da 'vivacidade do viver', PRONTO, começa todo um processo de humanidade inserida em uma sociedade , habitadas por seres racionais e com uma suposta inteligencia jamais presenciada na face do planeta. Não é assim?

É de se supor que, definitivamente a humanidade não presta para a vida, ela simplesmente deveria desaparecer, de uma forma célere, de tal forma que não restasse um único ser vivo humano, como exemplo real, que um dia este planeta foi habitado por seres tão imcompreensiveis, desprezáveis. E é simples dizer o porquê, nós não reconhecemos a vida como tal, não lhe damos o devido respeito, e atenção, e também não o consideramos como propósito único da existência, nós sempre, e sempre estamos debochando da vida, fazemos dela um suplicio ou um martírio, vivemos anos e anos estudando uma fórmula que nos mostre o real sentido da vida, como se por traz da 'vivacidade do vier', existisse uma divindade secreta, ou algo muito mais nobre, que nos mostrasse que viver é apenas uma ridícula passagem para a vida misteriosamente superior. (Continua amanhã)