sábado, 26 de dezembro de 2009

A VIVACIDADE DO VIVER - PARTE 18

Para a religião a vida é algo nobre, pois ela não nos pertence, nós não temos o direito de menosprezar a vida ou coisas do tipo, para a religião, o homem é comprovadamente o débil, pois ele , o homem é incapaz de perceber, que ele é fruto da natureza, como a formiga e como a uva. Nós não somos uma dádiva, ou algo assim, somos apenas meros seres vivos, e que deveriam aproveitar isto como os demais seres aceitam e vivem, e o suposto raciocínio humano não é prova de dignidade, de diferencial, magnitude e nem de intelectualidade, prova apenas que somos da mesma fabrica do camundongo e do casaco, ou do jumento e do burro, e o fato de nosso DNA ser apenas 1% diferente dos nossos irmãos da natureza, não nos dá o direito de abusar de nossa conhecida fragilidade mental. Aliás, são conclusões e ideologias patética e estúpidas propagadas pelas religiões, que comprova definitivamente, que o quão frágil e perturbada é nossa mente, e o quanto somos maleável e adestravel, qualquer anta, pode nos manipular, até um macaco com pose de humano. (continua)