quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A VIVACIDADE DO VIVER - PARTE 16

E é complicado entender que o homem se sinta só no universo, segundo os cientistas o homem está só, ou seja, os milhões de seres vivos que compõem o planeta, não é digno de acompanhar a vida humana, ou qualquer coisa desse tipo, pois nós nos sentimos tão inteligente , que sempre nos colocamos em um lugar sagrado da, na , natureza. Para nós a terra, a vida, a natureza nada disso nos satisfaz, invariavelmente nós temos que procurar uma divindade para satisfazer nossa ânsia de grandeza. O homem não se sente parte da natureza, para nós, nós somos parte de um contexto maior, mais relevante e sublime. A religião afastou o homem do natural , de sua casa, para coloca-lhe, em uma bolha, imaginaria, onde se pensa, em tudo de improvável que se possa imaginar, mas que só serve para detonar a sua frágil fraqueza racional. Tudo isso é patético, mas também é repugnante, porque é a verdade dominante, é a tal da humanidade, onde o homem só é aceito porque pensa ser único, onde sua vida é considerada como uma magnifica dádiva, obra divina, onde todos defendem todos, todos se insere orgulhosamente na poderosa maquina de 'glorificação da vida', onde a vida no caso, é denominada como sendo uma grandiosa obra divina, onde sua importância é majestosamente defendida e endeusada por todos, pois está vida pertence ao sagrado e por este sagrado é que tudo gira, tudo isto, por mais patético e nojento que seja, é a realidade dos fatos, a realidade que a religião nos atirou e dela , tira o supremo proveito. (Continua dia 26)