terça-feira, 3 de novembro de 2009

RACIOCINANDO O RACIOCINIO

O raciocínio humano é... como direi.. torpe?, talvez está seja a melhor definição, pois sempre nós partimos do pressuposto de que aquilo que lemos e não concordamos seja digno de escárnio, de desaparecer, de se delatar, tipo assim se lemos algo e raciocinamos de que este algo, atinge nossa honra, mesmo indiretamente, ou então que este algo bate de frente com o que defendemos e amamos então pronto, este algo , que pode ser um livro, uma musica, um filme, ou mesmo um misero 'post' de um blog qualquer, enfim, isto é o suficiente para nos sentirmos o dono do mundo, da razão, da verdade e do bom senso propagado. Nunca passa pela nossa cabeça, que todos tem o direito de se expressar da forma como lhe convier, independente se vai ou não agradar os 'sensíveis'.

A mente humana trabalha sempre de acordo com a razão de cada um, embora a razão seja considerada nobre, é sempre bom lembrar, que num primeiro instante, a razão, é o mesmo que a verdade predominante de cada ser, ou seja, se tudo que consideramos como verdade, é para nós realmente verdadeiro, sendo assim a nossa razão nem sempre age com o sentido de razão que é sinonimo de ponderação e moderação, pois, se temos razão para fazer coisas erradas, é de se supor, ou melhor é de se colocar em duvida de fato, a importância da razão no discernimento humano. Inicialmente todos tem razão, a diferença é que nem todos usam a razão de acordo com a razão, sendo assim, a nossa razão pessoal é um tipo de razão-comportamental de conveniencia, onde a nossa verdade pessoal sempre se sobrepõe ao bom senso que se espera da razão (Continua amanhã)