sexta-feira, 16 de outubro de 2009

OS PRÓS DA RELIGIÃO

Tudo no homem tem prudentemente que ser analisado sempre olhando atentamente os dois lados da moeda, nós não somos uniforme, todos tem dupla personalidade, todos tem duplas verdades disfarçadas de duplas mentira, tudo tem os prós e os contras, se esquivar desta dupla verdade, é realçar como sendo tudo verdade, diante deste inicio de prosa idiota, é que venho falar do lado nobre da religião. Está foi a única forma de domesticar o homem, isto de certa forma se formos raciocinar pela lado harmonioso, prestativo, e excessivamente preocupado com sua condição pós morte. Mesmo como esta finalidade, há de se olhar para a religião, como uma instituição que fez do homem amarrado a seus dogmas e por isso mesmo preso a um estilo de vida, que coibisse que desabrochasse seus verdadeiros instintos, sua verdadeira essência. Assim o homem trocou a busca desenfreada em torno de si mesmo para a devoção em uma divindade. A religião deixa o homem desperto para com as injustiças, a moral da religiosidade é útil para o homem, como um cabresto é útil a um cavalo, e o discernimento religioso evita que nós extrapolamos o nosso lado covarde, assim sendo a religião contribui cândidamente para uma humanidade mais confortável, e satisfeita com sua existência. Para o legitimo cristão, não existe problemas existencial, é um ser com complacência, isto significa sobretudo que a sua vida vai nesse sentido para com o divino, pouco importa se o resto tá indo no sentido contrário, o cristão sempre tem uma meta, ainda que no final da meta, esteja apenas o seu EU.

E para finalizar a religião cega, isto é fato, mas em compensação esta cegueira torna o homem mais benevolente, submisso, confortável com sua existência, e por isso também comprometido, satisfeito e consciente de sua importância para com o divino. Resumindo, a religião apaziguou a humanidade, ainda que o preço seja desproporcionalmente, ou melhor ainda que o preço seja infinitamente desproporcional.