quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O SANTO E O ATEU

É bom começar explicando, inicialmente, Deus, nada tem contra a descrença, e o ceticismo do ateu e muito menos contra os exageros do santo, pois do contrário, não seriam filhos de Deus.

- O santo e o ateu são bons amigos, embora o santo nunca teve coragem de peitar o ateu , quando o assunto é religião ou algo parecido, não que lhe falte coragem, o problema é que ele , o santo, acha o ateu demasiadamente inteligente, e no fundo tem receio de ouvir o que não quer;

- O santo é prestativo, educado, solidário, bom pai de família, otimo vizinho, bom patrão, inclusive divide os lucros com os funcionários, enfim é um sujeito exemplar. Por outro lado o ateu também é tudo isso, inclusive , também adora dar uma pomposa gratificação em dinheiro vivo, a seus funcionários. A única diferença é que o santo é um bom sujeito por imposição religiosa, e o ateu por principio natural, por instinto, não que o santo se comportasse de outra maneira caso tivesse outra mentalidade, a questão é: A IDEOLOGIA DA CRENÇA É QUE DENEGRI O HOMEM;

- O verdadeiro santo é aquele que pratica a sua crença, religião, sem alarde, sem provocação sem glorificação e exaltação, pois ele sabe que a religião está na mente, tem que está na reflexão silenciosa do ser, e não na ação, na demonstração oral ou qualquer outra tipo de demonstração publica, não na oratória e muito menos na evangelização forçada, sabe também que qualquer passo além disso, lhe força a ir contra seus próprios conceito de religiosidade. Enfim santo é todo aquele que aceita e respeita o diferente, seja ele qual for. Do contrário não é santo, e sim mais, um imbecil-cristão-fanático. O mesmo digo do ateu, é por isto que os dois são, como disse anteriormente, bons amigos, mesmo porque , nenhum dos dois vive de criticar, debochar do outro, eles apenas tem ponto de vista diametricamente diferente, e lógico, não é novidade que o ateu é um ateu.