sábado, 26 de setembro de 2009

O MINISTRO CELSO AMORIM É UMA PIADA

Algumas coisa que acontecem com a nossa politica externa soa tão ridículo, tão tosco, que só podia mesmo virar uma , mais uma piada genuinamente brasileira, o amadorismo de nossos embaixadores é algo assim simplesmente inexplicável. A última foi o amadorismo de nosso ministro de Relações Exteriores Celso Amorim,. em fazer um alarde terrível, para chamar a atenção do Conselho de Segurança da ONU para algo tão bizarro que é este emblorio( é isto mesmo emblorio, porque IMBRÓGLIO seria algo digo de Rússia e EUA, ou França e Inglaterra, ou então vá lá Brasil e Argentina, mais a nossa politica externa a nossa diplomacia é mesmo sinonimo de emblorio no sentido mais esdrúxulo e tosco do termo) que a embaixada se meteu, neste papo insuportável em HONDURAS. O que será que passou na cabeça de nosso dignissimo ministro, será que ele imaginou que iria sensibilizar o Conselho de Segurança por uma causa tão pequena, diante dos verdadeiros problemas, das verdadeiras prioridades do Conselho, ou será que o fato do Lula ter se tornado uma figurinha fácil no cenário internacional, iria lhe da o direito de qualquer coisa que o país solicitasse iria ser atendido, ou então minha gente o cara se achou como um legitimo representante de um pais do primeiro mundo.

Nos brasileiros somos tão sem noção, que basta uma palavra com uma personalidade mundial, para começar achar que temos direito a voto, a ser ouvido, a ser digno de atenção, e o caso do Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim demonstrou mais uma vez, que o país, é tratado como sempre foi, um zero a esquerda, e que falta muito para o país ser ouvido, para ser atendido em alguma solicitação que seja. O ministro Celso Amorim virou do dia para noite a grande piada mundial, e pensar que o país caminha a passos largo para entrar no dito mundo civilizado, no primeiro mundo, não é assim que todos falam???

Quem tem mesmo de resolve este caso, é a OEA,caso contrário o Conselho de Segurança da ONU vai se transforma em um STF da vida, em que até briga de galinha os ministro resolvem.