quarta-feira, 16 de setembro de 2009

'IMPRENSA'

"Se consideramos que hoje ainda todos os grandes acontecimentos públicos deslizam secretamente e como velados na cena do mundo, que são ofuscados por fatos insignificantes, ao lado dos quais parecem pequenos, que seus efeitos profundos, seus contragolpes só se manifestam muito tempo depois de produzidos - que importância podemos então dar à imprensa como existe hoje, com seu cotidiano gasto de pulmões para gritar, ensurdecer, incitar e assustar? - A imprensa não será outra coisa senão um barulho cego e permanente que desvia os ouvidos e os sentidos para uma falsa direção?". (N.)