domingo, 14 de junho de 2009

PAI, POR QUE AS CRIANÇAS MORRERAM? - Parte IV

É preciso sempre lembrar ao homem o que ele É, e não, enaltecer o que ele PENSA QUE É. Ao negar a plenitude da vida a estas crianças, se nega também a importância da vida e toda a representatividade que à incita, e isto obviamente não é bom, não é saudável, porque nos força a levar ao suicida aquilo que ele mais almeje, o empobrecimento da vida diante da vida, o melhor, nestes casos é lembrar, que já que nossa vida é apenas um sonho, é algo diminuto, porque então não se vive de acordo com sua capacidade, não, não estou justificando a decisão final de um suicida, estou apenas lembrando que o que vale mesmo, é viver, sem grandes expectativas, sem grandes ambições, sem grandes objetivos, sem grandes questionamentos, porque aí sim, estamos fazendo de nossas vidas algo nobre, e evitando por tabelas, as grandes frustrações existenciais que tanto nos aflige.

OBS: Segunda-feira minha filha de 6 anos, ao assistir a reportagem(na TV) sobre a morte de dezenas de crianças em uma cidade mexicana, me perguntou: - Pai, por que as crianças morreram? Fiquei em silencio, e até agora ela espera a resposta.