segunda-feira, 22 de junho de 2009

OK, NOSSOS JOVENS SÃO MESMO RELIGIOSOS, MAS, E AÍ? - Parte II

Estas interrogações nas mãos, na boca de um religioso é um prato cheio para eles começarem a despejar, amor, compaixão, fé, solidariedade, gratidão, e tudo mais de sublime que puder extrair, desse profundo amor religioso. Infelizmente as coisas não são bem assim, pois apesar de se definirem como sendo religioso, eles são ao mesmo tempo covardes, egoístas, mesquinhos e todo tipo de conceito que normalmente designamos para os jovens, para a nossa juventude, o que obviamente nada tem a haver com os dogmas religiosos, pois uma coisa é se definir como sendo religioso, outra coisa totalmente diferente é ser religioso. O mais sensato, prudente seria aproveitar está dita religiosidade e colocarmos dentro do conceito do 'respeito', de 'ser solidário', por principio não por imposição religiosa, e acima de tudo usar esta religiosidade de modo mais simples e desapegado possível, pois ao levarmos demasiadamente a sério uma religião, seja ela qual for, corremos o calculado risco, de nos debandarmos para o lado fanático,para o lado do preconceito e coisa e tal , o que torna tudo mais difícil, irreal, miserável, e odioso do termo, o que é lamentável.

Agora, se for para debochar da pesquisa, então vamos lá: os 95% que se definem como sendo religiosos, são os mesmos que diariamente humilha seu subalterno, que vira a cara para a miséria, que se acovarda diante das pequenas injustiças de nosso dia-a-dia, que ridiculariza sua própria família, que nega um simples bom dia ao seu porteiro, que 'se lixa' para seus vizinhos, que 'se dane' para a politica, são os mesmos jovens que endeusa personalidade sem nenhum tipo de personalidade, que banaliza o próprio conceito de religião, e por fim é o mesmo jovem, que adora pregar que ama o próximo, como a si mesmo, mas que é incapaz de respeita este mesmo próximo independente de qualquer obstáculo preconceituoso. Tá bom assim.