terça-feira, 12 de maio de 2009

LEI NÃO SE DISCUTE, SE CRITICA

Vira e mexe vejo alguém comentar, através de telejornais, o cara fala: - lei não se discute, se cumpre. A frase seria correta se fosse feita em um país com leis realmente solida, consistente e enraizada, respeitada, o que definitivamente não é nosso caso, aqui o que vale é a predominância, ou melhor a fabrica de leis, pois a cada diz surgem novas leis, sejam patrocinada por municípios, estado ou pela própria união, são leis desnecessária, incoerente, - a maioria - banal mesmo, e o pior como era mesmo de se esperar, que ninguém nunca leva a sério a começar por aqueles que deveriam fiscalizar, ou por aqueles que por teoria teria a obrigação de cumpri-las. A imprensa tem a obrigação de criticar, e não de abonar, toda vez que somos obrigados a engolir mais uma lei idiota. Tem -se com isto, a nítida ideia de que a midia, ao se recusar criticar este absurdo, termine por banalizar mais ainda, o excesso de leis no Brasil, com o batido argumento de que 'temos que consolidar em definitivo nossa democracia', sendo que na verdade o que inviabiliza de termos uma democracia plena, é o excesso de imparcialidade de nossa imprensa, como um todo. Não se constroi uma democracia, sem debate, sem critica, sem objeções. Já nas basta sermos refém do analfabetismo?