terça-feira, 10 de março de 2009

UMA DÉCADA BANAL

Com a chegada de 2009, estamos assim fechando a primeira década de um novo milénio, sendo assim podemos começar a fazer os primeiros resumo, de como foi está que aparentava inicialmente ser o começo de uma nova civilização, com novas perspectivas para a humanidade. No entanto não se viu nada de extraordinário, houve algumas coisas realmente surpreendente - como a chegada de Lula-operário há presidência aqui, e de Obama-negro nos EUA, assim como o enfraquecimento dos EUA na ordem mundial, também houve o levamento em definitivo da China como potencia mundial, teve também a derrubada das torres gémeas por um psicopata, e a chegada de um novo Papa - mais nada que possa ser considerada excepcional, algo realmente notável perto do que se esperava, é verdade que a Internet se consolidou em definitivo em uma importante ferramenta para nosso dia-a-dia, mais ainda assim é cedo para se concluir qual lado ela estará, se do lado moderno do conhecimento, ou se do lado moderno da mediocridade. Alguns detalhes, porém, nos leva a crê que na verdade está foi uma década banal,uma década em que a África continua na miséria, a China continua capitalista-socialista, a Hebe e a Elza Soares continuam aprontando, o Rubinho continua na Formula 1, o Flamengo continua sem ganhar um campeonato brasileiro, os brasileiros continuam analfabetos, a igreja católica continua arrogante, os políticos continuam demagogo, os EUA continuam dando as cartas, a América do Sul continua medíocre, os jovens continuam alienados, a AIDS continua sem cura, a violência e a corrupção continua se banalizando, o conhecimento continua restrito, a literatura e a musica continuam piorando, o futuro continua incerto, o homem continua só, a hipocrisia continua predominando, a Europa continua uma promessa, a rainha da Inglaterra continua rainha........ com tudo isto pode se constatar que está foi na verdade uma década , onde o continuismo predominou, onde o banal e o medíocre se consolidou em definitivo. A humanidade continua perdida, e andando - ao que parece - num eterno circulo de indefinição e ausência de criatividade.