sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

OPULÊNCIA DESNECESSÁRIA

Já há algum tempo que venho observando todo o esplendor, em torno de nossa 'JUSTIÇA', todas elas, está opulência se ver além obviamente dos salários exageradamente sem limites, temos também toda a grandiosidade, luxo que envolve os prédios de nossa 'JUSTIÇA', isto vale para fóruns, tribunais e etc, se formos fazer um levantamento de todos os prédios construídos nos últimos 15 anos, vamos nos deparar com uma quantidade extraordinariamente grande e desnecessária. Em cidades como Rio, São Paulo, Goiânia , Curitiba, Búzios e Cabo Frio aqui no Estado , estás que eu presenciei, e dezenas de outras Brasil afora, foram testemunhas deste tipo de construções desnecessária, aqui mesmo no Rio e em outras grandes cidades podia-se muito bem aproveitar os centenas de prédios do próprio governo federal que se encontra abandonados, aqui por exemplo, a tantos destes prédios que em determinadas áreas do centro do Rio, mais parece uma cidade fantasma devido a grande quantidade destes prédios vazios e sem nenhuma utilidade. O mais impressionante nestas obras é o luxo que envolve a construção de um prédio destes, em Búzios por exemplo no fórum construído em 2002, é tudo moderno, até o piso é suspenso, algo que muitos nunca sequer ouviram falar, o sistema de refrigeração é moderno até hoje, para que isto?. Todas as obras do judiciário brasileiro são assim, desnecessárias e exageradas, daí para o desvio de dinheiro público é um pulo, como vimos no caso escandaloso de São Paulo, envolvendo o juiz Nicolau lau-lau.

Enquanto a nossa ótima, justa e pontual 'JUSTIÇA' gasta milhões de reais por ano, com obras desnecessárias e exageradas, vivemos, temos que viver com o descaso com outros prédios muito mais importante, como o sucateamento de nossos hospitais, presídios, delegacia, prédios escolares, hoje há centenas de crianças que estudam em baixo de uma mangueira, devido a ausência de uma simples sala de aula.

Ainda tem gente que acha, que finalmente o Brasil entrou no rol dos países considerados sérios.