segunda-feira, 3 de novembro de 2008

UMA DAS APOSTA MAIS HIPOCRITA, MAIS ESTUPIDA, MAIS ALIENADA JÁ REGISTRADA EM TODA HISTORIA DA HUMANIDADE ou O SONHO DE OBAMA - Parte II

Hoje é dia 31, o 'post', está sendo escrito nesta presente data como rascunho, é lógico que se quisesse poderia publicar hoje, mesmo porque isto aqui é um blog, e não a redação de um jornal, aliás e por falar em redação vou fazer exatamente como faz a maioria das grandes redações jornalísticas, quando tem uma personalidade no leito da morte, tudo fica semi-pronto bastando apenas a data e o local do enterro.


Palavras como hipócrita, alienado, idiota, moral, imoral, ridículo, aberração, são bastante usada aqui, isto porque ao meu ver são palavras populares em que todos sabem muito bem o significado, seja o intelectual, seja o semi-analfabeto, ou mesmo o analfabeto. E a atual onda Obamania é sinonimo de quase todas estas palavras, pois se tornou em uma verdadeira obsessão coletiva por boa parte da humanidade, porém o mais intrigante é o fascínio que ela fez em torno da midia, por que ela está se deixando levar por esta ridícula, e até mesmo inaceitável obsessão em apostar na eleição de Barack Obama, isto porque com isto a própria imprensa deixa de lado um dos maiores fundamentos da dita midia do conhecimento, que é justamente a credibilidade que ela tem ou acha que tem de conhecer fielmente o seu publico alvo.


A vitória do republicano John McCain é algo tão óbvio, que somente um débil mental, seria capaz de não enxergar, e esta certeza tem mais haver com o própria figura de Obama do que propriamente com os eventuais méritos de McCain. O norte-americano, aquele que vota(ou alguém esqueceu deste detalhe) aquele mesmo que irá decidir a eleição, o chamado eleitor, este mesmo, ele irá eleger McCain, pelo singelo motivo que ele mesmo não terá , sem nenhum exagero, coragem de votar em um negro, o eleitor norte-americano não irá votar em Obama, porque não irá eleger um negro para presidente - a questão do colégio eleitoral que se tornou a eleição americana tão irresponsável, é importante, mais não fundamental, pelo menos neste caso - e é uma idiotice sem tamanho a própria imprensa se recusar a ver isto (na verdade quando a própria imprensa aposta em Obama, ela está na verdade indo contra a própria verdade dos fatos e a aposta em si é um jeito malicioso de dizer que o povo é burro e preconceituoso, porque a imprensa no fundo sabe o resultado que a eleição terá. O que ela faz na verdade, e apostar de uma forma meramente utópica e alienada, para assim fazer com que os eleitores mude seu voto na última hora)

Queira ou não o lado racista é sim um tabu, e quem não leva este detalhe em conta, tende a se decepcionar. A nossa grande imprensa tupiniquim está, se comportando, como sempre se comportou, como fantoche da imprensa norte-americana, pois como eu já citei aqui mesmo: - pior do que termos uma imprensa sem expressão, é termos uma sem opinião própria. Chega ser triste ver a nossa imprensa comentar estas eleições presidencial nos EUA, para ser sincero de tão triste, está se transformando em algo ridículo, para não falar risível, já observaram o teatro que envolve as falar do repórter Pedro Bial da Rede Globo, só para mostrar o exemplo mais ridículo.

Há uma vontade tão grande de se fazer Obama presidente, que muitos já falam de um forma emocionado, devido o surrealismo que o momento representa. O mais insuportável nesta história toda é ter que assistir Obama discursar coisas como "...nós precisamos mudar este país e isto vai mudar o mundo". A prepotência neste caso é dita de forma tão exagerada que as vezes pode-se pensar em duas hipóteses caso ele ganhe, ou estamos preste a embarcar na fantasia mais real já presenciada pela raça humana, ou estamos perdendo o nosso senso de realidade. Nesta hora toda alienação será perdoada, inclusive a minha.

Hoje é sábado dia primeiro de Novembro, amanha dia 2 e antes de ser um feriado, é também o dia de aniversário de meu pai. E nesta presente data estou por decidir se publico estas bobagens dia 3 segunda feira, ou se deixo como o previsto, ou seja após a definição do resultado da eleição. O chato de se escrever um artigo que tenta de certa forma prever o imprevisível ou quando se tenta apoiar algo, é que quando se erra, a tendência é procurarmos termos sempre a última palavra, a derrota de Gabeira é um exemplo mais recente deste esquisito comportamento, inclusive por mim. O fato é que quando se tenta fazer com que a nossa opinião, o nosso ideal, a nossa forma de pensar, a nossa vontade solitária, - vire realidade - corremos o risco também de fazermos o papel de bobo da corte, ou na pior das hipóteses , o papel de alguém que precisa se reafirmar, mesmo quando todos o abomina, seria então uma espécie de - olhar eu estou aqui, por favor me dêem atenção. Um caso típico de alguém que por ser também alguém incrédulo, que mesmo vendo as coisas acontecendo ainda assim se recusar a admitir, que a utopia ás vezes quando se quer, é apenas parte de nossa mente atrasada, em que uma simples e inadiável mudança é coisa de outro mundo. Enquanto que sabemos, que certos acontecimentos, só ocorre porque sabemos que o mundo está sempre em evolução, e se isto é verdade, fica óbvio que quem se recusar a embarcar nestas mudanças cotidiana, corre-se o risco de sempre ficar presos as amarras do passado, ou em ações concretas como é o caso da igreja católica, ou em pensamentos sombrios como é o meu caso.