quinta-feira, 30 de outubro de 2008

"QUE É QUE O HOMEM SABE A RESPEITO DE SI MESMO?"

Tentar decifrar todo o enigma que envolvem a mente humana é uma tarefa para mil anos, tentar descrever todos o mistério que envolve o comportamento, as atitudes humana também é uma tarefa para mil anos e tentar descrever nossos podres é uma tarefa tão simples que difícil é imaginarmos o por que tanta podridão em um único ser. Porque, mesmo sabendo o que somos capazes de fazer, agimos o tempo todo como se não soubéssemos ou fingimos desconhecer nossa incrível capacidade de amar e matarmos ao mesmo tempo. Quando se tenta estudar a vida, a mente de um assassino, se tenta também descrever o nosso verdadeiro comportamento perante situações difícil, estranha, distante e interligada com o sentimento macabro, que temos em torno da vida e da morte. É fácil chegarmos a conclusão , de que nossas monstruosidade se forma nos 12 primeiros meses de nossas vidas, quando os pais por motivos imagináveis, se esquiva , de demonstrar afeto em forma de cuidados, atenção e caricia, não é difícil portanto que está criança na ausência destes cuidados se transformam futuramente em seres irreconhecível. Para certas observações, é totalmente desnecessário que um doutorado, um filosofo, ou mesmo um formando seja lá em que for, tenha a palavra, para certas conclusões é desnecessário comprar um livro, ou dicionário, para certas certezas é desnecessário uma opinião alheia ou mesmo uma rápida pesquisa no google, o que precisamos é pararmos de nos tratarmos com banalidade, ou excessos de indiferença ou mesmo excesso de estranhamento. Procurarmos saber coisas mínimas ao nosso respeito é o primeiro passo que possamos dar para entendermos o por que temos atitudes tão estranha, tão exagerada aos nossos olhos, tão fora do comum, mesmo porque o ser humano vive em um mar de felicidade, e se ausentar, digo colocar esta felicidade ao encontro do conhecimento, faz parte das obrigações, das necessidades humana. Quando tentamos viver em um mundo de ilusão, e falso paisagens, corremos o risco de sempre, e sempre nos indignarmos com certos acontecimentos, de certas monstruosidade que nós mesmos fazemos. Me irrita profundamente - por exemplo - a forma alienada e irresponsável como muita gente do Rio pensa, age e fala, uma coisa é olharmos o Rio de Janeiro como uma cidade eternamente maravilhosa que é, outra totalmente diferente é ficarmos eternamente a mercê desta paisagem maravilhosa, esquecendo que aqui existem uma cidade com mais de 5 milhões de habitantes, de seres humanos, e a alegria, o sofrimento, as dificuldades diárias e tudo mais de real que acontece na cidade merece uma tenção especial por parte de todos que pensa nesta cidade de forma carinhosa e sincera ao mesmo tempo, porque o carioca são todos que vivem na cidade, seja na Vieira Souto, seja no Complexo do Alemão. E desconstruir este lado maravilhoso da vida é também entender o quão fascinante e complexo é nossa vida, para que não fiquemos eternamente na ignorância de não sabermos nada sobre nós mesmo, afinal "que é que o homem sabe a respeito de si mesmo?".