segunda-feira, 8 de setembro de 2008

NOSSOS MONSTROS

Desde os primórdios, que o conceito da palavra Monstro é bastante abrangente, e de certa forma intrigante. No nazismo, tivemos casos de homens que durante a maior parte de seu dia, era gasto para dizimar um povo, de um jeito mais atroz de que a humanidade já presenciou, porém ao entardecer este mesmo homem, se dirige para sua residência e se transformar no mais amoroso dos pais. Posso citar um caso ocorrido recentemente em Goiânia, e que comoveu a Europa, um jovem matou, esquartejou, ensacou e jogou os restos de sua namorada em um rio na capital . Tem também os casos de filhos, que para viverem uma vida aparentemente sossegada, com privacidade, simplesmente abandonam seus próprios pais em asilo, ou em mãos de terceiros. O que falar então das atrocidade sofridas diariamente de pessoas refém de traficantes. Todos estes e dezenas de outros que poderia ser citados, são exemplos claros e incontestável de monstruosidade, causados por "simples" seres humanos (será que são humanos). A psicanálise, vem no decorrer dos anos, tentado entender o que se passa de real na mente destas pessoas, e a quantidade de interrogação nestes estudos é infinitamente superior do que a quantidade de respostas. Um detalhe, todos os especialistas concorda, pessoas se tornam monstros a partir do momento que elas perdem a percepção do que é certo, justo e moral, a percepção de um monstro humano é comparável a de um monstro no sentido mais pejorativo do termo. No entanto um caso em especial , deixa todos perplexos. O sujeito homem que abusa sexualmente de uma criança de 4, 5 6, anos, é o que? maníaco, pedófilo, monstro, débil mental. O engenheiro eletrônico marcelo adriano barbosa, de 42 anos foi preso na semana passada acusado formalmente de pedofilia, e com ele havia várias fitas em que mostrava o engenheiro abusando de uma criança de 4 anos. Segundo o delegado do caso o senhor Carlos Eduardo Carvalho, os policiais que assistiram, ou melhor tentaram assistir, ficaram chocados, já que nenhum deles conseguiram acompanhar a sequência até o final tamanha era a repulsa, indignação. Por incrível que pareça, isto não é um caso isolado, e sim situações macabra que acontece cada dia com um maior numero de frequência independente de classe social. A pergunta é : Até que ponto podemos confiar na perfeição, na imparcialidade do DIVINO.