terça-feira, 19 de agosto de 2008

INTERNET X IMPRENSA

Ontem eu comentei que pior que uma imprensa sem expressão é uma sem opinião própria. Neste contexto é importante um questionamento que ao meu ver é cada vez mais relevante, a de que a Internet não estar inserida no mesmo segmento que estar a imprensa, no máximo pode-se colocar a Internet como pertencente a mídia, por ser algo mais abrangente e de fácil entendimento. O tele jornalismo, o repórter, o jornalista, o jornal, a revista impressa e todo o segmento que faz parte da imprensa não pode - pelo menos neste primeiro momento - fazer parte de algo tão vago e imatura que é hoje a Internet. A Internet é sim no momento, hoje a principal âncora para alavancar de uma vez por todas a liberdade de expressão individual,e da sociedade por extensão, com a Internet ficou consideravelmente mais difícil a censura. E só por isso, já merece ser discutida, interpretada para que a sociedade tenha cada vez mais oportunidade de usá-la como uma ferramenta indispensável como meio de expressão individual e consequentemente coletivo. Por outro lado podemos afirmar que a imprensa a cada dia estar dependente da Internet, dependência esta altamente corrosiva para a própria sobrevivência da imprensa, como por exemplo, eu citarei algo que estar em proliferação nos grandes centros urbanos, que é aquele tipo de jornal gratuito, o chamado jornalismo de um homem só, o sujeito consegue 5 mil emprestado, faz uma pequena pesquisa na Internet nos grandes sites de noticia, coloca estar pesquisa nas mãos de um profissional qualquer e manda para a gráfica, no dia seguinte sai distribuindo, ele faz isto uma duas vezes na terceira vez ele bate na porta de uma casas bahia qualquer, consegue um patrocinador, pronto sua existência estar garantida. Eu tenho aqui ao meu lado um destes jornais de Internet, com uma tiragem assustadora de 80.000 exemplares, isto tudo já na sua 31 edição, este mesmo jornal começou sendo distribuído as quartas e sextas , hoje é de segunda a sexta. Pode-se concluir duas consequência que surgiram imediatamente: a primeira é aqueles jornais voltado para a classe C D e E, tende a desaparecer, o cara não vai pagar cinquenta centavos por algo que ele pode ter de graça. A segunda consequência é a mais grave, o baixo aproveitamento do profissional, daquele que estudou, se preparou, o jornalista de profissão, este será o prejudicado. Para que contratar um jornalista se a Internet faz tudo de graça, e com a mesma eficiência. Os jornais de opinião terão uma sobre vida de pelos menos mais duas gerações, não ira desaparecer, mais sua circulação cairá em torno de 80 por cento. Quanto mais Internet é popularizada mais a imprensa perde espaço e relevância, chegará um tempo que haverá apenas jornalistas ancoras. O contrário acontecerá com os livros, este esta com sua existência assegurada, e servirá mesmo num futuro próximo como um tipo de antídoto contra o excesso de Internet, de tecnologia do nosso dia-a-dia.Prever o futuro no que diz respeito a Internet é fácil o difícil é prever o futuro do Brasil com tantos analfabeto em nossa sociedade. Incluindo, obviamente esse sacripanta que vos escreve