segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A IGREJA SILENCIOSA

Aparentemente a Igreja estar voltada, para o tal do acatamento as coisas sagradas, ou a vida religiosa, a crença viva e tudo o que é considerado como um dever sagrado, no entanto este tipo de conceito baseado apenas na religiosidade em si, é um erro, um grave erro por sinal. O legado de João Paulo II precisa urgentemente ser resgatado. O catolicismo por ser a religião mas influente, tem esta divida para com a sociedade, o de se tornar uma Igreja politizada, participativa nos grandes debates da vida pública, e não apenas nas questões capital para a Igreja. Quando se tem respeito, imunidade, influência e voz, não se pode, aliás não se tem sequer o direito a omissão. O que todos nos esperamos é que a Igreja católica reveja seu conceito de Igreja, não no sentido religioso, mas sobretudo no sentido social e politico. João Paulo II, é um exemplo até hoje, de que não basta apenas falar em fé, tem que participar, de influenciar. Pelo menos é isto que a sociedade espera de uma instituição com tanto poder em suas mãos, e se esquivar deste poder é tão somente a prática pouca honrosa da covardia.